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Crime

GNR acaba com festa ilegal que tinha 140 pessoas.

Elaborados autos de contraordenação.

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Águas de Moura – Encerramento de festa ilegal com mais de 140 pessoas

” Festa ilegal “

O Comando Territorial de Setúbal, através do Destacamento Territorial de Palmela, ontem, dia 11 de março, encerrou uma festa ilegal com 146 pessoas que decorria na localidade de Águas de Moura, no concelho de Palmela.

No seguimento de uma denúncia que estaria a decorrer uma festa ilegal numa propriedade, os militares da Guarda deslocaram-se ao local onde constataram que se tratava de um casamento.  

No decorrer das diligências policiais, foram identificados 90 adultos, que se encontravam em incumprimento do dever geral de recolhimento domiciliário, acompanhados de 56 menores de idade.

Face ao incumprimento do dever geral de recolhimento domiciliário e à inobservância das regras de realização de eventos, foram elaborados os respetivos autos de contraordenação.

A ação contou com o reforço do Posto Territorial do Poceirão, do Destacamento de Intervenção (DI) de Setúbal e do Grupo de Intervenção de Ordem Pública (GIOP) da Unidade de Intervenção (UI).

A GNR recorda que o cumprimento das medidas impostas pelo estado de emergência, no âmbito do combate à pandemia COVID-19, é fundamental para conter a propagação do vírus.

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Crime

Animais transportados a partir de Sines em condições lamentáveis. (vídeos)

Veja imagens chocantes do transporte de 2876 bovinos e 12576 ovinos.

Rádio e Televisão do Sul | TDS

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Transporte marítimo de animais

“… embarcaram 2876 bovinos e 12576 ovinos”

A denuncia está a ser feita pela Plataforma Anti-Transporte de Animais Vivos (PATAV) e pela Israel Against Live Shipments.

Dia 17 de março embarcaram 2876 bovinos e 12576 ovinos no porto de Sines.

O desembarque em Israel foi o ‘mais sangrento’ segundo referem os elementos da ‘Israel Against Live Shipments’ que estiveram presentes.

” Todos os camiões levavam pelo menos um dou dois animais feridos ou moribundos, espezinhados pelos restantes. o sangue escorria do piso de cima para o de baixo, sendo impossível perceber de onde provinha”, referem os ativistas da PATAV citando os congéneres de Israel .

Em 2017, após sucessivas queixas da PATAV, o navio Aldelta, foi suspenso de operar em Portugal mas no passado mês de março voltou ao porto de Sines.

Quando questionada, a DGAV (Direção Geral de Alimentação e Veterinária) terá informado que ‘o navio pretendia levantar a suspensão e que tal só sucederia se existissem garantias que todas as não conformidades estavam resolvidas e que a tripulação tinha formação adequada para lidar com os animais’.

Ontem a ministra da agricultura, referiu aos jornalistas, estar ‘preocupada com todas estas situações e é urgente a revisão da legislação europeia para o transporte de animais vivos’, referiu a governante.

A ministra referiu ainda que ‘existem situações de boas e más práticas no transporte de animais’.

Segundo refere no seu sítio da internet a PATAV ‘já diligenciou para que este navio fosse novamente impedido de operar em Portugal’.

Veja as imagens impressionantes AQUI e AQUI.

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