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Fronteiras com Espanha deverão ficar encerradas durante junho.

Ministro diz que não faz sentido reatar a fronteira terrestre enquanto em Espanha existir uma situação epidemiológica que exige acompanhamento.

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O ministro da Administração Interna admitiu hoje manter encerradas as fronteiras terrestres e aérea com Espanha, enquanto existir uma quarentena interna no país vizinho.

“Declarações de Eduardo Cabrita aos jornalistas esta terça feira”

“Nós, neste momento, temos a fronteira terrestre encerrada até 15 de junho. Iremos analisando essa situação. Eu admito que, se as próprias autoridades espanholas já disseram que antes de 01 de julho não haverá liberdade de circulação, provavelmente temos de manter encerrada a fronteira terrestre todo este mês de junho”, afirmou Eduardo Cabrita.

O governante sublinhou que “não faz sentido reatar a fronteira terrestre enquanto em Espanha existir uma situação epidemiológica que exige acompanhamento e enquanto existir uma quarentena interna”.

Eduardo Cabrita lembrou, no entanto, que nesta altura é autorizada a circulação de trabalhadores transfronteiriços “dentro dos pontos de passagem autorizados” e a deslocação de trabalhadores sazonais.

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Acácio Alferes apresenta livro no Torrão 

O mundo rural onde vivi – e outras memórias.

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Apresentação de livro em Torrão, Alcácer do Sal

“O mundo rural onde vivi – e outras memórias”

A Biblioteca Maria Rosa Colaço, no Torrão, recebe no dia 7 de novembro (sábado), pelas 16h, a apresentação do livro “O mundo rural onde vivi – e outras memórias”, pelo seu autor, Acácio Alferes.

O evento, promovido pela Câmara Municipal de Alcácer do Sal, é público, com lotação limitada às normas de segurança.

Biografia de Acácio Alferes 

“Nasci na Casa Branca do Sado no dia 10 de abril de 1939 e aí vivi até aos 16 anos.

Quando cheguei à idade escolar fui matriculado no posto escolar da barragem de Vale de Gaio, acabado de criar. Tinha então sete anos e, para ir à escola, tinha que ir a pé. Ia de madrugada, da Casa Branca à barragem, com um grupo de trabalhadores e regressava, já à noitinha, com os mesmos trabalhadores. Eram 13 quilómetros à ida e outros tantos no regresso.

Fiz os 1º e 2º anos do liceu no Torrão, com o professor Viegas. Do 3º ao 5º ano andei no liceu de Setúbal. Os 6º e 7º anos fi-los em Évora.

Em 1957 ingressei no Instituto Superior Técnico, mas em julho de 1961 tive que interromper os estudos por ter sido chamado para a tropa, donde saí em outubro de 1964. A partir dessa data e até janeiro de 1966 dei aulas na Escola Emídio Navarro, em Almada.

Como trabalhador-estudante, fiz os últimos três anos do meu curso de Engenharia Eletrotécnica, que terminei em 1967, já casado e com um filho.

Em janeiro de 1968 ingressei no ramo das telecomunicações dos CTT e, em julho, depois de um estágio em Aveiro, fui colocado em Évora. Aqui fui trabalhando até julho de 1994, quando fui saneado e despejado nos serviços centrais da empresa, em Lisboa.

Em julho de 1974 aceitei o convite de um grupo de democratas eborenses para fazer parte da Comissão Administrativa da Câmara de Évora.

Nas primeiras eleições autárquicas fui eleito pela FEPU para a Câmara e, mais modernamente, fui membro da Assembleia Municipal, eleito nas listas do Partido Socialista”.

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