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Economia

É a maior plataforma de estacionamento, manutenção e reciclagem de aeronaves na Europa.

Fica a 600Kms de Beja e Portugal é cliente.

Rádio e Televisão do Sul | TDS

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O aeroporto de Teruel não é um aeroporto convencional.

Neste aeroporto não se vê a habitual azafama de passageiros.  

Beja e Teruel ficam separados por 637kms.

Beja podia ser assim. Só falta a aposta política que em Portugal nunca existiu. Em Espanha são os ‘governos’ os donos do aeroporto que o tem como uma estratégia para desenvolver uma Região.

Trata-se de um aeroporto único em Espanha, daí o seu sucesso, pertencente ao governo de Aragão (60%) e a Teruel (40%). Hoje é a maior plataforma de estacionamento, manutenção e reciclagem de aeronaves na Europa.

Conhecido entre os seus clientes de mais de 40 países, entre eles Portugal, Inglaterra, França, Brasil ou a Russia, ‘Teruel Airport Platform’, o seu nome mais artístico e comercial, é responsável por gerir tanto Infra-estruturas como os investimentos dos 340 hectares que compõem a instalação.

“Somos o único aeroporto de Espanha que se dedicou à atividade aeronáutica de uma forma inovadora e que está a aposta numa reconversão industrial e ambiental”, assegura Alejandro Ibrahim Perera, subdiretor-geral da infraestrutura aeroportuária espanhola desde 2012.

“O ano passado, por exemplo, desmontámos 15 [aviões] Boeing 747 Jumbo, entre outros. Cerca de 95% do material extraído é reutilizado pela indústria. Esta é uma atividade de economia circular que é cada vez más importante, porque nos próximos anos será necessário desmantelar 15.000 aviões”, sublinha.

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Economia

EDP quer antecipar encerramento da Central de Sines para 2021

Dois anos antes do que o governo tinha proposto.

Rádio e Televisão do Sul | TDS

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A Central Termoelétrica de Sines vai fechar mais cedo do que o previsto.

A notícia está a ser adiantada, em primeira mão, pela TVI. O Governo impôs o encerramento em 2023, por razões ambientais, mas a EDP está a preparar o seu encerramento antes, o que pode acontecer dentro de pouco mais de um ano.

Em causa está a falta de rentabilidade da produção a carvão.

O encerramento, a confirmar-se, apanha o Governo desprevenido. O seu encerramento pode por em causa a estabilidade do sistema elétrico no sul do país.

Segundo refere a TVI, “no limite pode haver “apagões” na zona Sul.” Para evitar tal cenário o Governo terá que acelerar a instalação de centrais a energia solar no Alentejo e investir numa nova linha de alta tensão a passar por Ferreira do Alentejo ( importante para servir o Algarve e “recolher” a nova produção do solar).

A central de Sines é responsável direta e indiretamente por cerca de 400 postos de trabalho.

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