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Festival ‘Imaterial’ de 1 a 9 de outubro.

Um festival, de acesso gratuito, que dá vida à expressão “património pensado e vivido” e que durante uma semana disponibiliza uma programação cultural alargada e eclética na cidade que, desde 1986, é Património Mundial Unesco.

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De 1 a 9 de outubro decorrerá em Évora a 2ª edição do Imaterial.

Um festival, de acesso gratuito, que dá vida à expressão “património pensado e vivido” e que durante uma semana disponibiliza uma programação cultural alargada e eclética na cidade que, desde 1986, é Património Mundial Unesco.

Foi apresentada hoje na Câmara Municipal de Évora a segunda edição do festival “Imaterial” .

De 1 a 9 de outubro a cidade museu vai receber conferências, ciclos de cinema ,um encontro ibero americano e projectos musicais de diversos países.

Na cerimónia de apresentação esteve presente Carlos Pinto de Sá, presidente da Câmara Municipal de Évora, Luís Garcia, programador cultural da CM Évora, Carla Ribeiro, Fundação Inatel e Carlos Seixas diretor artístico do festival.

O evento pretende ser uma janela de possibilidades a nível cultural e contribuir para uma sociedade mais harmônica em que a tradição é preservada.

Esta é mais uma iniciativa que se insere no caminho que Évora traça para a capital europeia da cultura.

A programação completa do Imaterial que integra concertos, um ciclo de cinema documental, conferências e o Encontro Ibérico de Música que reúne artistas portugueses e espanhóis.

A programação musical conta com músicos que são, cada um à sua maneira, intérpretes daquilo que significa tomar o passado por referência para inventar uma música de hoje.
Ao longo dos vários dias de programação, vai ser possível assistir aos espetáculos de Amélia Muge (Portugal), Annie Ebrel & Riccardo Del Fra (Bretanha), Bandua (Portugal), Barrut(Occitânia), Cantadores do Desassossego (Portugal), Farnaz Modarresifar & Haïg Sarikouyoumdjian (Irão/Arménia), Grupo de Cantares de Évora (Portugal), Helder Moutinho(Portugal), Lia de Itamaracá (Brasil), Natch (Cabo Verde), Parvathy Baul (Índia), Saz’iso(Albânia), Soona Park (Coreia do Sul), Tanxugueiras (Galiza), Tarta Relena (Catalunha) e Verde Prato (País Basco).
Annie Ebrel & Riccardo Del Fra e Barrut integram a Temporada Portugal França 2022 à qual o Imaterial se associa desta forma.
Bandua, Tanxugueiras, Tarta Relena e Verde Prato compõem a programação do Encontro Ibérico de Música que reúne uma nova geração de artistas do território ibérico, promovendo a sua circulação e apresentação dos seus projetos a novos públicos.

Uma das novidades desta edição do Imaterial é o Ciclo de Cinema Documental que, nesta primeira edição, conta com curadoria de Lucy Durán. Lucy é professora de música na SOAS University of London, especializada em música do Mali com uma longa experiência prática como apresentadora da BBC Radio, produtora de álbuns (com três nomeações para os prémios Grammy) e realizadora de documentários.

Os seis filmes selecionados para exibição neste festival acústico especial Imaterial, representam 60 anos de documentários realizados entre 1962-2022. Os filmes apresentam músicas cuidadosamente pesquisadas e raramente vistas, rodadas em locais como Nigéria, Madagáscar, Peru, Portugal, Albânia, França e Guiné-Bissau, e contam histórias envolventes e sensíveis sobre artistas excecionais que estão dedicados à sua cultura e terra, muitas vezes diante de circunstâncias difíceis. Feitos por realizadores ilustres, estes documentários são retratos profundos e apaixonados da música.
De destacar a Estreia Mundial de All mighty Mama Djombo (França, Guiné-Bissau) 2022, realizado por Sylvain Prudhomme e Philippe Béziat que será apresentado pela própria Lucy Durán no dia 5 de outubro pelas 15H30 no Auditório Soror Mariana.

À semelhança do ano anterior, o programa inclui ainda um Ciclo de Conferências, que promovem um encontro entre o património edificado e o património imaterial, animado por um desejo de colocar os dois em diálogo, mas também pelo compromisso de agitar o pensamento em torno destes legados. Entre os vários temas serão criados momentos de reflexão o que tem sido reservado à população negra em Portugal nos processos de definição e ressignificação do património material e imaterial do país ou o estado geral do cante alentejano.

No dia 9 de outubro, data que marca o encerramento da programação Imaterial 2022, será também entregue o Prémio Imaterial que visa saudar e agradecer a uma personalidade ou artista cujo percurso, inscrito na lógica de atar passado e presente, tenha sido decisivo no incentivo ao diálogo entre diferentes culturas, no estímulo ao cumprimento dos direitos humanos e na defesa da igualdade de relacionamento e da paz entre os povos.

O Imaterial é um projeto com organização da Câmara Municipal de Évora/DCP,  cidade candidata a Capital Europeia da Cultura em 2027, em parceria com a Fundação Inatel e direção artística de Carlos Seixas.

Oiça a reportagem na TDS.

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Documentário da Univ. de Évora galardoado

Documentário sobre projeto coordenado pela UÉ galardoado no Festival Internacional de Cinema e Turismo – ART&TUR

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Documentário sobre projeto coordenado pela UÉ galardoado no Festival Internacional de Cinema e Turismo – ART&TUR

O documentário “LIFE LINES – ARQUITETURA PARA A VIDA SELVAGEM” venceu o 1º Prémio na categoria Ambiente & Ecologia na décima quinta edição do Festival Internacional de Cinema e Turismo – ART&TUR que decorreu este ano em Ourém, entre os dias 26 e 29 de outubro.

“LIFE LINES – ARQUITETURA PARA A VIDA SELVAGEM” dá-nos a conhecer os esforços de promoção e recuperação da biodiversidade desenvolvidos num arrojado projeto, intitulado LIFE LINES, que visou minimizar os impactes ecológicos de estradas e linhas elétricas na vida selvagem. Com este documentário vamos percorrer uma das regiões do Alentejo com maior diversidade biológica, situada entre Montemor- o-Novo e Évora.

O projeto LIFE LINES – Rede de Infraestruturas Lineares com Soluções Ecológicas (LIFE14NAT/PT/001081), envolveu uma vasta equipa de investigadores da Universidade de Évora sendo coordenado por António Mira, professor do Departamento de Biologia e investigador no Instituto Mediterrâneo para Agricultura, Ambiente e Desenvolvimento (MED), da Universidade de Évora. O projeto teve como parceiros a Universidade de Aveiro, a Faculdade de Ciências da Universidade do Porto, as Câmaras Municipais de Évora e Montemor-o-Novo, a Infraestruturas de Portugal S.A., a MARCA – Associação de Desenvolvimento Local e a QUERCUS – Associação
Nacional de Conservação da Natureza.

O LIFE LINES tem ainda como colaboradores a Guarda Nacional Republicana, a REN – Redes Energéticas Nacionais SGPS S.A. e a E-REDES. Este projeto decorreu de 2015 a 2021, e foi cofinanciado pelo Programa LIFE – Natureza e Biodiversidade da Comissão Europeia.

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Editada primeira obra literária juvenil eborense de animação japonesa

O livro encontra-se disponível em português, em formato e-book pdf. Veja onde pode descarregar.

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“Nexos da Origem: Fenda Ilusória I”

No âmbito do Projeto EcoBook’s, promovido pelo Instituto Cultural de Évora, foi realizado o lançamento da obra literária juvenil “Nexos da Origem: Fenda Ilusória I”, pelo autor R. D. Nexus, com ilustrações de António Pinheiro.

“Nexos da Origem” é a primeira obra literária juvenil eborense inspirada nos anime (animação japonesa) e escrita num estilo reminiscente à literatura juvenil japonesa, as light novels.

O livro encontra-se disponível em português, em formato e-book pdf, e pode ser descarregado aqui.

Sinopse do livro:
"Origem", um poder cósmico misterioso que existe pelo tempo e o espaço. A fonte de vários destinos, o ponto de convergência de tudo e todos.
Henrique "Rick" Dimas vive fechado do mundo, preso a fantasmas do passado. Ariana "Aria" Palma luta contra um terror global que lhe arruinou a vida. Dois jovens que há muito se conhecem e ao mesmo tempo em pouco ou nada se conhecem.
Duas realidades cruzada à força, um "encontro" impossível com resultados temíveis. Uma fenda ilusória que intriga e incomoda Rick, e que pode ter mais que se lhe diga. Uma entidade etérea acompanha os dois jovens, mantém-nos unidos e guia-os. Dentro dos jovens reside um poder latente capaz de mudar o mundo, a "Origem". Quando esse poder é despoletado, inicia uma jornada por entre o tempo e o espaço.

Esta obra foi pré-apresentada no evento ÉvoraAnime de 2021, promovido pelo Instituto Cultural de Évora no contexto do projeto Japão-Portugal, com o apoio do Instituto Português do Desporto e Juventude e do Corpo Europeu de Solidariedade.

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Évora 2027 entrega dossiê final de candidatura a Capital Europeia da Cultura

Sobre a versão final do dossiê de candidatura, e o conceito que o inspira, o VAGAR,Paula Mota Garcia, coordenadora da Equipa de Missão Évora 2027, salientou: “Éuma leitura muito honesta da região. Ela parte da história de Évora, e do Alentejo, da sua essência, da sua identidade, e coloca questões à Europa, questões de presente e de futuro”.

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Évora 2027 entrega dossiê final de candidatura a Capital Europeia da Cultura,

 VAGAR é o mote.  “An(other) Art of Existence”

Sob o mote do VAGAR, Évora 2027, Cidade Candidata a Capital Europeia da Cultura, entregou hoje na sede do GEPAC, em Lisboa, o dossiê final de candidatura que contém a proposta da cidade, e do Alentejo, para ser Capital Europeia da Cultura em 2027.

Enquanto modo de ser e de viver enraizado no Alentejo, e aperfeiçoado, como uma arte, ao longo de milénios, o VAGAR afirma-se, de forma ainda mais convicta, como“uma outra arte de existência” para a Humanidade. A candidatura Évora__27 e o seu programa cultural e artístico partem deste conceito, levando-o mais longe, numa leitura contemporânea que convida a Europa a abraçar o VAGAR – a consciência plena de que enquanto humanidade, estamos sempre em relação com o universo –lançando questões e procurando respostas para os desafios que enfrentamos coletivamente, contribuindo para um futuro mais pacífico.

Ao lado dos representantes das diferentes entidades que integram a Comissão Executiva Évora 2027 que marcaram presença na entrega do dossiê de candidatura, Carlos Pinto de Sá, Presidente da Câmara Municipal de Évora, destacou a “adesão da região” à candidatura de Évora, e do Alentejo, a Capital Europeia da Cultura em 2027, e acrescentou: “Julgo que temos aqui uma excelente candidatura, uma candidatura com os olhos postos no país, e na Europa, mas que sobretudo parte da nossa identidade, parte da cidade de Évora e parte do Alentejo. Entendemos que é uma excelente proposta para o desenvolvimento de toda a região centrado na cultura”.

Sobre a versão final do dossiê de candidatura, e o conceito que o inspira, o VAGAR,Paula Mota Garcia, coordenadora da Equipa de Missão Évora 2027, salientou: “Éuma leitura muito honesta da região. Ela parte da história de Évora, e do Alentejo, da sua essência, da sua identidade, e coloca questões à Europa, questões de presente e de futuro”.

A entrega deste dossiê, que aprofunda as diferentes dimensões do formulário de candidatura, e considera as recomendações do painel de especialistas feitas na fase de pré-seleção, constitui mais uma etapa num processo de candidatura que culminará a 7 de dezembro de 2022, com o anúncio da cidade portuguesa vencedora do título de Capital Europeia da Cultura em 2027. Até lá, Évora recebe, a 28 de novembro, a visita de membros do painel de especialistas internacionais que avalia as candidaturas, antes de defendermos a proposta de Évora__27 numa audiência com esse mesmo painel, marcada para 6 de dezembro em Lisboa.

A candidatura de Évora a Capital Europeia da Cultura é promovida pela Comissão Executiva Évora 2027, liderada pela Câmara Municipal de Évora. Esta Comissão Executiva é ainda constituída pela Direção Regional de Cultura do Alentejo, Universidade de Évora, Comunidade Intermunicipal do Alentejo Central, Comissão de Coordenação de Desenvolvimento Regional do Alentejo, Turismo do Alentejo –ERT, Fundação Eugénio de Almeida e Agência Regional de Promoção Turística do Alentejo – ARPTA

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