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Caçadores vão confrontar deputados e candidatos europeus

Fencaça reúne em Santarém no seu 27º encontro anual

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A FENCAÇA quer confrontar os deputados sobre a Lei das Armas, nomeadamente a obrigatoriedade da entrega de armas que estão na retenção do domicílio e que têm valor patrimonial e sentimental para quem as têm.

Fencaça reune no Encontro Nacional de Caçadores dia 5 de Maio em Santarém

A Federação refere que a acontecer seria ‘uma autêntica roubalheira’. A Fencaça quer igualmente confrontar os candidatos a deputados europeus ‘sobre o seu compromisso de defenderem a Caça, as Tradições e o Mundo Rural Português’, refere em comunicado.

Estes serão pontos a discutir no 27º Encontro nacional de Caçadores que terá lugar em Santarém no Auditório do CNEMA – Centro Nacional de Exposições em Santarém no âmbito da Expocaça – Feira Internacional da Caça e das Armas, no dia 5 de Maio.

No encontro dos caçadores será homenageado Manuel Alegre ‘pela sua intervenção na Defesa da Caça e das Tradições’.

A doença da Caça Maior e Menor, nomeadamente a Peste Suina Africana, que já chegou a oito países da Europa, será igualmente abordado no encontro.

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Cereais voltam a ganhar ‘espaço’ no Alentejo. Mais de 3 mil hectares deverão render 2,5M€

Na fase de arranque da nova marca, a ANPOC celebrou já um contrato com a Germen, uma das maiores empresas de moagem de cereais em Portugal, e com a Sonae para a comercialização de produtos produzidos com cereais do Alentejo.

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A Associação Nacional de Produtores de Proteaginosas, Oleaginosas e Cereais (ANPOC) acaba de lançar a marca Cereais do Alentejo, por ocasião do 20.º aniversário do Clube Português dos Cereais de Qualidade, e prevê gerar um volume de negócios no valor de 2,5 milhões de euros no período de dois anos, ao envolver cerca de dez mil toneladas de cereal, abrangendo uma área cultivada de mais de 3.300 hectares.

Além de assumir um papel agregador na fileira dos cereais, a marca Cereais do Alentejo pretende contribuir para o desenvolvimento económico e social do País através da redução da dependência alimentar externa e da consolidação e do aumento das áreas de produção.

De acordo com José Pereira Palha, Presidente da ANPOC, «a criação da marca Cereais do Alentejo surge na sequência do lançamento da Estratégia Nacional para a Promoção da Produção de Cereais em Portugal, coordenada pelo Gabinete de Planeamento, Políticas e Administração Geral e na qual a ANPOC teve intervenção, mas também num contexto em que a segurança alimentar e a saúde pública têm vindo a tornar cada vez mais exigentes normas que garantam a proveniência dos produtos agroalimentares. E, neste em particular, o fator portugalidade e o reconhecimento do valor dos nossos produtos têm um peso importante».

O responsável da ANPOC explica ainda que os cereais são vistos como commodities, o que faz aumentar a sua dependência perante os mercados internacionais. «Nos últimos 30 anos, a área de produção em Portugal baixou de 900 mil hectares para cerca de 200 mil. Há que inverter esta tendência e tornar o setor mais atrativo. Ao criar uma marca única, que une produtores, investigação e indústria dos cereais estamos a dar o primeiro passo».

Na fase de arranque da nova marca, a ANPOC celebrou já um contrato com a Germen, uma das maiores empresas de moagem de cereais em Portugal, e com a Sonae para a comercialização de produtos produzidos com cereais do Alentejo.  A ANPOC assinou ainda um protocolo com a Cerealis e a Auchan também para a comercialização; e uma parceria com a Cerealis para a produção das massas com o selo Cereais do Alentejo (edição limitada).

Ao todo, constituem a marca cinco organizações de produtores associadas da ANPOC: a Cersul – Agrupamento de Produtores de Cereais do Sul, a Cooperativa Agrícola de Beja e Brinches, a Cooperativa Agrícola de Beringel, a GlobAlqueva e a Procereais.

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