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Agricultura

Faz hoje 19 anos que Alqueva fechou as comportas.

Alqueva armazena hoje 3.111 milhões de metros cúbicos de água.

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Barragem do Alqueva 19 anos depois do encerramento das comportas

“Rega, produção de energia e abastecimento público”

Hoje, assinalam-se 19 anos do fecho das comportas da barragem do Alqueva, que ocorreu a 8 de fevereiro de 2002 e marcou o início do enchimento da albufeira, a qual já atingiu várias vezes o pleno armazenamento de 4.150 milhões de metros cúbicos de água, à cota de 152 metros.

Hoje, a albufeira, localizada no “coração” do Alentejo, no rio Guadiana, armazena 3.111 milhões de metros cúbicos de água e está à cota 147.16 metros e com cerca de 78% da capacidade máxima.

Após 2.400 milhões de euros de investimento, 21 anos de obras e 15 a encher, Alqueva produz energia, reforça abastecimento de água a 200.000 habitantes, rega 120.000 hectares e poderá expandir-se para beneficiar mais 47.000.

Alqueva, na sua capacidade total de armazenamento, é o maior lago artificial da Europa, com uma área de 250 quilómetros quadrados e cerca de 1.160 quilómetros de margens.

Sabe como está o Alqueva hoje? Veja fotos e confira números.

A construção da Barragem de Alqueva permitiu a criação do maior reservatório artificial de água da Europa Ocidental, também chamado de Grande Lago .

Possui uma altura de 96 m acima da fundação e um comprimento de coroamento de 458 m. A capacidade instalada de produção de energia eléctrica começou por ser de 260 MW, tendo sido alvo de um reforço de potência que permitiu ampliar a capacidade do empreendimento para 520 megawatts (MW) (desde 15/10/2012), com dois grupos geradores reversíveis, que deverão produzir anualmente 381 gigawatt hora (GWh). A albufeira atinge, à cota máxima, os 250 km², sendo então o maior lago artificial da Europa Ocidental.

Foi construída com o objectivo de regadio para toda a zona do Alentejo e produção de energia eléctrica, para além de outras actividades complementares. Diversas infraestruturas do sistema global encontram-se já construídas (barragem de Pedrógão, infraestrutura 12, Aldeia da Luz) e muitas outras em fase avançada de projecto.

Em Outubro de 2012, entrou em serviço o Reforço de potência da Barragem de Alqueva, constituído por uma nova central com dois grupos geradores reversíveis, com 130 MW de potência cada um, duplicando a potência instalada da Barragem.

No início de 2015, entre investimento público e privado o projeto de regadio de Alqueva mobilizou já €4 mil milhões, a que se irão juntar mais €1000 milhões até 2020, nomeadamente potenciados pelos apoios da Comissão Europeia. Quanto ao impacto no mercado de trabalho, entre empregos criados de forma direta e induzidos indiretamente pelos projetos desenvolvidos em Alqueva, a EDIA estima que se possa estar no patamar dos 20 mil postos de trabalho.

 

Agricultura

Quercus e GNR falam em abate ilegal de 3 mil árvores em Monforte.

Veja as declarações do dirigente da Quercus.

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ICNF ordenou a paragem imediata dos trabalhos de limpeza na herdade de Monforte

“3 mil árvores abatidas em Monforte”

O Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas ordenou “a paragem imediata” dos trabalhos de limpeza na herdade de Monforte que abateu azinheiras.

O ICNF foi informado pelo Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente da GNR sobre a identificação do abate de azinheiras.

A Direção Regional de Conservação da Natureza e Florestas do Alentejo esteve igualmente no local e testemunhou o abate de azinheiras jovens por excesso de densidade, sem autorização, realização de podas de formação e podas de manutenção executadas de forma excessiva”.

Entretanto a Quercus solicitou ao Serviço de Proteção da Natureza e Ambiente da GNR, para fiscalizar com regularidade no sentido de impedir a continuação do corte de azinheiras, assim com das podas abusivas.

A Quercus exige que sejam apuradas responsabilidades sobre a poda e corte ilegal de azinheiras, relembrando que fica proibida a alteração do uso do solo durante 25 anos, o estabelecimento de quaisquer novas atividades, designadamente agrícolas, industriais ou turísticas, conforme legislação aplicável.

Veja as declarações de José Janela da Quercus.

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