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Agricultura

Faltam tratores para comprar diz Confederação dos Agricultores.

CONFAGRI denuncia falta de maquinaria disponível para os agricultores e pede alargamento de concurso.

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Reunião com o governo, em Lisboa

“Não faltam alimentos mas faltam tratores”

A CONFAGRI participou ontem na primeira reunião do Grupo de Acompanhamento e Avaliação das Condições de Abastecimento de Bens nos Setores Agroalimentar e de Retalho, coordenado pelos Ministros da Economia, das Infraestruturas e da Agricultura.

Depois da polémica levantada pela hipótese de virem a escassear bens alimentares nos principais canais de distribuição, os membros do grupo concluíram que esse risco não está em cima da mesa.

“Neste momento não se perspetivam ruturas no abastecimento agroalimentar, apesar de existirem outras situações emergentes, nomeadamente no que diz respeito à distribuição, uma vez que o setor dos transportes está a ser fortemente condicionado, não só pela falta de mão-de-obra, mas também pelo agravamento do custo dos combustíveis, questão que está longe de ser resolvida”, foi referido pela organização.

Os custos da energia, adubos, pesticidas, mão-de-obra e outros fatores de produção estão a esgotar a tesouraria dos agricultores, uma vez que estes não conseguem refletir nos preços finais os agravamentos de custos com que estão a ser confrontados, o que está poderá levar ao abandono da atividade agrícola.

Na reunião também ficou evidente que, apesar da aprovação das candidaturas à renovação do parque de tratores, não existe oferta destes equipamentos no mercado devido à rutura de stocks que se está a generalizar um pouco por toda a europa. Esta situação também está a gerar uma onda de insatisfação junto dos agricultores que têm as suas candidaturas aprovadas, mas com limitações de prazos a cumprir.

Numa altura em que não há forma de assegurar o aprovisionamento de novos tratores, seria indispensável aprovar o alargamento dos prazos deste concurso.

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Agricultura

Agricultores discutem consequências da guerra no setor, em Elvas.

O objetivo é promover a discussão entre todos os intervenientes das fileiras dos cereais, proteaginosas, oleaginosas, pastagens e forragens e olivicultura, atendendo ao contexto marcado pela guerra.

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ANPOC e INIAV assinalam Dia Nacional do Agricultor

Discussão sobre Soberania Alimentar

A Associação de Produtores de Proteaginosas, Oleaginosas e Cereais (ANPOC), em conjunto com o Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária (INIAV), assinala o Dia Nacional do Agricultor, a 17 de maio, com uma visita aos campos de ensaios das diferentes espécies para conhecer o trabalho de investigação ali desenvolvido, e com uma sessão de discussão subordinada ao tema ‘Soberania Alimentar e Agricultura em Portugal’, a decorrer no Polo de Inovação de Elvas.

O objetivo é promover a discussão entre todos os intervenientes das fileiras dos cereais, proteaginosas, oleaginosas, pastagens e forragens e olivicultura, atendendo ao contexto marcado pela guerra.

O Alentejo é uma das principais regiões produtoras e exportadoras de cereais e oleaginosas, e num momento em que se assiste à transição para os modelos preconizados na estratégia europeia ‘Do Prado ao Prato’, bem como ao aumento de preços generalizado.

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Agricultura

Comissão Municipal de Defesa da Floresta Contra Incêndios reuniu esta manhã

Em Alcácer do Sal

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Foto: cm Alcácer do Sal

Comissão Municipal de Defesa da Floresta Contra Incêndios reuniu esta manhã

Realizou-se hoje, dia 3 de maio, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, a reunião da Comissão Municipal de Defesa da Floresta Contra Incêndios para o Concelho de Alcácer do Sal.
A sessão, presidida pelo presidente da Câmara Municipal, Vítor Proença, onde estiveram presentes técnicos de gestão urbanística e proteção civil da autarquia e as entidades que compõem a Comissão Municipal, teve como ponto principal a análise e votação do Plano de Defesa da Floresta Contra Incêndios, que saiu desta reunião aprovado.
Recordamos que esta comissão é uma estrutura de articulação, que planifica e age com a função de definir e estruturar orientações no âmbito da defesa das florestas.
A política de defesa da floresta contra incêndios não pode ser implementada de isoladamente, mas antes inserindo-se num contexto mais alargado de ambiente e ordenamento do território, de desenvolvimento rural e de proteção civil.

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