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Economia

Exportações de Azeite sobem e consumo baixa.

Dados da Casa do Azeite

Rádio e Televisão do Sul | TDS

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Casa do Azeite divulga números

“Exportações de azeite sobem 5% “

Os dados são da Casa do Azeite.

As exportações de azeite subiram mais de 5% para 94.161 toneladas no primeiro semestre, mas o consumo recuou, apesar de ser expectável uma manutenção dos níveis de 2020.

O consumo no primeiro semestre situou-se nas 19.202 toneladas, valor abaixo das 19.994 toneladas contabilizadas entre janeiro e junho de 2020.

No primeiro semestre, as exportações portuguesas de azeite atingiram as 94.161 toneladas, acima das 89.323 toneladas registadas no mesmo período do ano anterior, segundo dados provisórios do Instituto Nacional de Estatística (INE) e do Eurostat.

Já o consumo situou-se nas 19.202 toneladas, valor que compara com as 19.994 toneladas contabilizadas entre janeiro e junho de 2020.

A Casa do Azeite

A Casa do Azeite é um organismo cuja missão encontra as suas raízes no Azeite de Marca, repartíndo a sua actividade pelo apoio aos produtores e embaladores e pela Promoção de Azeite de Marca junto dos consumidores.

A Casa do Azeite enquanto rosto do Azeite de qualidade garantida junto do consumidor, encontra-se empenhada em promover o crescimento do sector oleícola nacional.

Economia

Beja sem candidaturas no apoio à mobilidade. Évora é a cidade preferida no Alentejo.

Baixo Alentejo não é citado

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 Programa de apoio à mobilidade para o Interior

“alargado a residentes no estrangeiro”

O Governo vai alargar a medida Emprego Interior MAIS – Mobilidade Apoiada para um Interior Sustentável às pessoas residentes em países estrangeiros que decidam mudar-se para o Interior de Portugal para trabalhar.

Ao abrigo desta medida, é atribuído um apoio financeiro direto de até 4.827 euros a quem se muda do Litoral para o Interior de Portugal para trabalhar.

No caso dos cidadãos residentes em países estrangeiros, a mudança passará a poder ser feita diretamente do exterior para estes territórios.

Ao abrigo desta medida, que está disponível desde agosto de 2020, foram já recebidas 560 candidaturas, que correspondem a 980 pessoas (incluindo os elementos do agregado familiar dos candidatos).

A maior parte das candidaturas recebidas está associada a processos de mobilidade oriundos dos distritos de Lisboa (38%), Porto (17%) e Setúbal (11%) e para os distritos de Castelo Branco (20%), Évora (9%), Guarda (9%), Bragança (8%) e Portalegre (8%).

Mais de dois terços (68%) dos candidatos à medida mudaram-se para o Interior para trabalhar por conta de outrem, 26% criaram o seu próprio emprego e 6% criaram empresas. Os distritos de destino com maior proporção de candidatos que criaram o próprio emprego são Braga (43%), Bragança (37%), Vila Real (32%) e Viseu (32%). Já os distritos de destino com maior criação de empresas são Aveiro (33%), Setúbal (19%) e Faro (15%) e Viana do Castelo (13%).

A maioria dos candidatos com processos aprovados tem menos de 34 anos (52%). No total, 63% dos candidatos com processo de mobilidade para o Interior têm o ensino superior.

No total, o apoio pode ascender a 4.827 euros – o apoio financeiro direto a conceder a quem se mudar para o interior é de 2.633 euros, a que acresce uma majoração de 20% por cada elemento do agregado familiar (até ao limite de 1.316 euros). É ainda comparticipado o custo de transportes de bens, até ao limite de 878 euros.

A Ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Ana Mendes Godinho, sublinha que “é fundamental criar condições para fixar jovens no interior. Com este alargamento damos um importante passo para o posicionamento internacional de Portugal como um destino a partir do qual se pode trabalhar para qualquer ponto do mundo”.

A Ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa, assinala que “a pandemia mostrou a muitos cidadãos e empresas que, trabalhando a partir do Interior, se consegue maior qualidade de vida e uma mais fácil conjugação entre vida familiar e vida profissional. Alargar estes apoios a cidadãos estrangeiros é mais uma forma de contribuir para a atratividade e competitividade destes territórios”.

O Emprego Interior MAIS integra o programa “Trabalhar no Interior”, dinamizado por várias áreas governativas e coordenado pela área da Coesão Territorial. Esta medida tem financiamento assegurado por fundos europeus dos Programas Operacionais Regionais.

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