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Saúde

Estudo diz que portugueses temem que impacto da covid se prolongue

Os efeitos da pandemia.

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Portugueses temem que o impacto da Covid-19 se prolongue por mais um ano

“Novo estudo da Intrum revela que 48% dos portugueses diz estar mais pobre devido à crise”

A Intrum acaba de lançar o seu mais recente estudo ECPR – European Consumer Payment Report 2021. Um estudo que revela que os consumidores portugueses têm menos confiança que os de outros países sobre um regresso rápido à normalidade.

O ECPR2021 tem por objetivo a partilha de informação sobre a vida quotidiana dos consumidores europeus, os seus hábitos de despesa e a capacidade de gerir as suas finanças domésticas mensalmente.

De acordo com este estudo, 55% dos inquiridos portugueses acredita que levará pelo menos um ano até que a pandemia deixe de ter um impacto negativo nas suas finanças, valor superior à média europeia, de 49%.

Impacto no bem-estar financeiro dos consumidores

A turbulência económica de 2020 prosseguiu em 2021, continuando muito presente na mente de alguns consumidores. Embora a normalidade esteja a voltar à Europa com a reabertura de restaurantes e teatros, com os funcionários a voltar aos seus escritórios, o estudo da Intrum revela que a pandemia lançou uma sombra sobre o bem-estar financeiro dos consumidores.

Neste contexto, 27% dos consumidores acreditam que a COVID-19 terá um impacto negativo nas suas finanças durante pelo menos mais 12 meses e 28% prevêem ainda que levará mais de dois anos até que o seu bem-estar financeiro volte ao normal.

Aumento das desigualdades económicas na sociedade

O ECPR2021 revelou também que a pandemia afetou desproporcionalmente os diferentes países e grupos demográficos.

Embora a situação de emprego da maioria não tenha sido diretamente afetada, quase quatro em cada 10 europeus (37%) afirmam estar mais pobres hoje, do que antes do início da crise.

Em Portugal, este valor sobe para 48%. Pessoas com baixos rendimentos familiares foram particularmente afetadas, aumentando a desigualdade económica na sociedade.

Capacidade para gerir crédito e dívida em pandemia

Como resultado da diminuição do rendimento disponível devido à pandemia em curso, alguns europeus estão a contrair dívidas adicionais em 2021.

De acordo com o estudo da Intrum, 26% dos inquiridos afirma ter pedido dinheiro emprestado ou atingido o limite do cartão de crédito para pagar as suas contas nos últimos 6 meses.

Em Portugal, a percentagem é igual à média europeia, tendo aumentando 3 pontos percentuais em relação a 2020.

Pontualidade no pagamento e segurança financeira

A economia portuguesa foi fortemente afetada pela pandemia.

Portugal foi o primeiro país a ter o seu plano de recuperação e resiliência (PRR) aprovado pela Comissão Europeia, enquanto a diminuição das restrições de entrada para viajantes aumenta as esperanças de uma recuperação do turismo, setor vital para a economia.

Em linha com estes desenvolvimentos positivos, a pontualidade no pagamento dos consumidores portugueses melhorou, com mais de três quartos dos consumidores (76%) a afirmar que nos últimos 12 meses pagaram todas as suas contas dentro dos prazos, 6 pontos percentuais acima da média europeia, que se situou nos 70%.

Por outro lado, a pandemia permitiu aos consumidores colocar foco na sua segurança financeira.

O estudo da Intrum demonstra que 53% dos inquiridos afirma estar a poupar para proteger o seu bem-estar financeiro e 56% refere que definiu objetivos para gerir melhor as suas despesas e poupanças.

Para além disso, 34% vê na pandemia uma oportunidade para melhorar as suas finanças.

Aumento do consumo sustentável

Com o ano 2020 bastante instável, é possível verificar que o comportamento do consumidor mudou, colocando novos desafios para as empresas.

Durante um ano de eventos climáticos extremos, incluindo inundações devastadoras na Alemanha e incêndios florestais na Grécia, o mais recente estudo da Intrum mostra que os consumidores penalizam empresas sem preocupações ambientais.

Um sinal que os consumidores responsabilizam as empresas pelos seus compromissos de sustentabilidade, é o facto de mais de metade dos consumidores europeus (52%) afirmarem que não comprariam a uma empresa se soubessem que a sua atividade prejudica o ambiente.

O mesmo acontece em Portugal, onde 68% dos inquiridos afirmam o mesmo.

Para Luís Salvaterra, Diretor-Geral da Intrum Portugal “Na Intrum, sabemos que muitos consumidores estão a passar por uma situação financeira difícil desde 2020 e têm tido dificuldade em pagar as suas contas nos prazos. O nosso conselho aos consumidores é que procurem ajuda o mais cedo possível para resolver qualquer problema financeiro. Mais positivo é o indicador que revela uma maior preocupação com a economia doméstica, com os consumidores a gerir com mais cuidado despesas e poupanças.

Saúde

Médicos e Hospital de Portalegre em ‘guerra’ aberta

Medicos escrevem carta a queixarem-se . Hospital respondeu de imediato.

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Foto: TDS (direitos reservados)

Unidade Local de Saúde do Norte Alentejano

“Médicos dizem estar cansados”

Alguns médicos do hospital de Portalegre enviaram uma carta, através do Sindicato Independente dos Médicos, à Comunicação Social.

O hospital teve conhecimento do documento que refere que os médicos estão ‘cansados’ e respondeu.

A ULSNA confirma a receção de Carta Aberta dos médicos do Serviço de Medicina do Hospital Dr. José Maria Grande de Portalegre.

E responde:

‘Este Conselho de Administração etranha o conhecimento da mesma por parte da comunicação social, quando a Direção do Serviço garante o compromisso da resolução conjunta dos problemas aí existentes, nomeadamente questões internas, em concordância com este órgão de gestão.

Nesse sentido, são promovidas todas as diligências para reforço do mapa de pessoal com médicos desta especialidade, estando neste momento perspetivada o preenchimento de pelo menos uma vaga com médico recém-especialista formado nesta casa através do concurso nacional aberto pelo Ministério da Saúde. ‘

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Política

Moura vai agradecer a 70 entidades que estiveram no combate à pandemia.

Com a presença da Ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Ana Mendes Godinho.

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Ana Mendes Godinho | Ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social

Agradecimento a 70 entidades envolvidas na luta contra a covid 19

“Obrigado”

A Ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Ana Mendes Godinho, participa, no dia 24 de junho, na cerimónia de agradecimento a cerca de 70 entidades pelos serviços prestados no combate à pandemia Covid-19 à população do concelho de Moura, no âmbito das comemorações do Feriado Municipal.

A Ministra Ana Mendes Godinho irá, também, participar nas sessões de assinatura de 13 contratos PARES 3.0 em Beja e Évora, um investimento total superior a 11,3 milhões de euros para reforçar a rede de equipamentos sociais nos dois distritos.

PROGRAMA:

10h00 | Cerimónia de agradecimento pelos serviços prestados no âmbito do combate à pandemia Covid-19. Praça Sacadura Cabral, Moura

| Assinatura de contratos PARES 3.0 Beja. Praça Sacadura Cabral, Moura

14h00 | Assinatura de contratos PARES 3.0 Évora. Centro Distrital da Segurança Social, na Rua do Ferragial do Poço, 2, Évora

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Saúde

Dádiva de sangue prevista para Mora

Uma iniciativa aberta a toda a população que reúna as condições para efetuar a dádiva.

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Doar Sangue é dar vida

Doar Sangue é dar vida, e nesse sentido está previsto uma dádiva de sangue no próximo sábado, dia 25 de junho, no Quartel dos Bombeiros de Mora.

Uma iniciativa aberta a toda a população que reúna as condições para efetuar a dádiva.

Esta ação surge no âmbito do contínuo alerta lançado pelo Instituto Português do Sangue e da Transplantação, para a necessidade de aumentar urgentemente as reservas de sangue.

Nesse sentido, a empresa portuguesa ARQUILED com fábrica em Mora, decidiu juntar-se a esta causa, apoiando o Núcleo dos Dadores de Sangue do Concelho de Mora, na sensibilização e divulgação da recolha de sangue que acontecerá no próximo dia 25 de Junho.

As dádivas recolhidas destinam-se ao Hospital do Espírito Santo e aos doentes do Distrito de Évora.

Na dádiva de 27 de fevereiro foram colhidas 42 unidades.

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