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Esporão vai andar ‘mais devagar’

‘Mais. Devagar.’ vem cimentar o percurso que o Esporão tem feito para construir uma empresa melhor e mais sustentável. É igualmente uma reflexão sobre o propósito da empresa e uma contribuição para mitigar os problemas que afectam o mundo, cada vez mais apressado e menos humano.

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A nova campanha do Esporão inicia um novo ciclo na comunicação da empresa e das suas marcas. Desenvolvida pela agência holandesa KesselsKramer, a campanha é protagonizada por colaboradores do Esporão e pretende promover o debate na sociedade sobre a necessidade de abrandar nos dias de hoje.

Catarina Santos, Directora de Marketing do Esporão, explica que “Esta campanha é um desafio a todos nós, questionando a obsessão da sociedade moderna em querer fazer tudo mais depressa.

Quando, pelo contrário, abrandar traz-nos mais felicidade. No Esporão seguir o ritmo da natureza na nossa produção é algo que já nos guia. Para nós, devagar é melhor”. Este desafio fica explicito no Manifesto da marca e é resumido na sua  nova assinatura: ‘Slow Forward’, em inglês e ‘Mais. Devagar.’ em português.

Catarina Santos, acrescenta ainda que: “é uma campanha genuína na sua mensagem e na sua forma. Os colaboradores do Esporão deram literalmente a cara e a agência KesselsKramer ajudou-nos a contar a nossa história.”

Esta campanha surge no seguimento de um estudo realizado pela Universidade Católica Portuguesa sobre o ‘Slow Lifestyle em Portugal’, que foi apresentado no CCB a par de uma TALK com a voz mundial do Slow, Carl Honoré. A campanha, internacional e multimeios, é complementada com relações públicas e produção de conteúdos em diversas plataformas – redes sociais e até um site próprio www.maisdevagar.com

Mais. Devagar.’ vem cimentar o percurso que o Esporão tem feito para construir uma empresa melhor e mais sustentável. É igualmente uma reflexão sobre o propósito da empresa e uma contribuição para mitigar os problemas que afectam o mundo, cada vez mais apressado e menos humano.

Gijs van Den Berg, Director criativo da KesselsKramer, releva que para eles “é muito importante que a história que contamos seja genuína. Precisa de ser baseada no verdadeiro carácter da marca. ‘Mais. Devagar.’ não é um sentimento vazio, é uma filosofia que sustenta tudo o que o Esporão faz. Quisemos inspirar os outros a acreditar no poder do Slow, tanto quanto o Esporão acredita.”

MANIFESTO

Vivemos no tempo da pressa. Crescemos depressa. Trabalhamos depressa.

Comemos, bebemos, dormimos depressa.

Esquecemos depressa o que vemos depressa. E quando lemos, lemos depressa.

Amamos depressa. Fartamos depressa. E quando não enviamos emojis, escrevemos dprs.

Depressa não é para a frente. É só… urgente.

Depressa é à pressa.

Nós somos da terra do devagar.

Devagar tem outro sabor. Devagar é melhor.

Devagar tem respeito.

Devagar é um talento, e vai longe.

Sim, vivemos no tempo da pressa. Mas se tudo o que fizermos for para ontem, o que acontece a hoje e ao amanhã?

Há várias maneiras de andar para a frente. Esta é a nossa.

Esporão.

Mais. Devagar.

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Agricultura

Foto de trator a pulverizar campo está a indignar nas redes sociais

As monoculturas tem sido criticadas após o aumento de zona cultivada de Olival, Amendoal, entre outras culturas.

TDS noticias

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Foto: (Facebook-Jorge Campaniço)

Campos a serem pulverizados levanta indignação nas redes sociais

A foto foi tirada entre Moura e Sobral da Adiça, segundo o autor.

No texto que a acompanha pode ler-se: ‘Com este “tipo de agricultura” baseada no uso abusivo de pesticidas, herbicidas e outros, os campo tornar-se-ão inférteis , os aquíferos contaminados o ar que respiramos poluído.

Se nada for “feito” de novo na legislação portuguesa, por quem de direito, no sentido de restringir o uso de produtos tóxicos, o Alentejo corre o rico de ver as suas terras improdutivas e a saúde, dos que nele habitam, seriamente ameaçada’.

A grande maioria dos internautas subscreve o texto e avança com outras críticas. ‘O pior é que os espanhois alugaram as terras por 25/30 anos que é o tempo útil das arvores plantadas, acabado o praso, dão á sola com o produto no bolso deixam as arvores mortas e os terrenos inférteis. Quem ca estiver ira ver que é assim, mas será tarde,’ refere um dos comentários.

O debate já não é novo mas está mais aceso do que nunca.

Foto: (Facebook-Jorge Campaniço)

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