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Educação

Escolas de Évora recolheram 6 toneladas de pilhas, lâmpadas e equipamentos eléctricos usados

11ª edição da Escola Electrão envolveu 321 escolas de todo o país

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Escolas de Évora recolheram 6 toneladas de pilhas, lâmpadas e equipamentos eléctricos usados

11ª edição da Escola Electrão envolveu 321 escolas de todo o país

As 3 escolas do distrito de Évora que participaram activamente na 11ª edição da “Escola Electrão” recolheram 6 toneladas de pilhas, lâmpadas e equipamentos eléctricos usados.

Estas escolas conquistaram, globalmente, 450 euros em cheques-prenda que poderão ser trocados por novos equipamentos eléctricos.

Évora

4 Escolas inscritas

3 Escolas encaminharam 6 toneladas de resíduos para reciclagem

REEE (kg) Lâmpadas (kg) Pilhas (kg) Prémio Pontos (€)
Escola Secundária Rainha Santa Isabel, Estremoz 2411 21 3 150
Escola Secundária Severim de Faria, Évora 1445 4 3 150
Escola Secundária Conde de Monsaraz, Reguengos de Monsaraz 1832 24 150
Total 5688 49 6 450

Em termos globais, a nível nacional, foram recolhidas mais de 269 toneladas de pilhas, lâmpadas e equipamentos eléctricos usados no âmbito da campanha que decorreu entre Setembro de 2021 e Junho deste ano.

Esta campanha, promovida pelo Electrão e que sensibiliza para a necessidade de entregar os equipamentos eléctricos usados para reciclagem, permitiu recolher, mais concretamente, 8,5 toneladas de pilhas, 5,3 toneladas de lâmpadas e 255 toneladas de outros equipamentos eléctricos usados, como torradeiras, telemóveis ou computadores. São resultados que representam um aumento face à edição anterior, relativa ao ano lectivo de 2020/2021, em que foram recolhidas 262 toneladas.

A 11ª edição envolveu, no total, 321 escolas de norte a sul do país, incluindo Açores e Madeira. O número de escolas inscritas que participam activamente está a aumentar de ano para ano. Nesta edição dois terços das escolas reuniram equipamentos suficientes para solicitar recolhas. Na edição de 2020/2021 apenas metade das escolas participou de forma activa e no ano anterior só um terço conseguiu dar um contributo efectivo.

As escolas participantes vão receber um prémio em função da quantidade recolhida. Cada 10 quilos de pilhas, 10 quilos de lâmpadas e 100 quilos de equipamentos eléctricos usados vale um ponto. Cada escola recebe um cheque-prenda no valor de 75 euros por cada 10 pontos acumulados. Este ano o valor global a atribuir ultrapassa os 24 mil euros em cheques-prenda que podem ser trocados por novos equipamentos eléctricos.

“As quantidades de equipamentos recolhidos nas escolas têm aumentado gradualmente nos últimos anos, o que demonstra que esta é uma iniciativa vencedora que envolve toda a comunidade escolar neste desígnio da reciclagem”, sublinha o Director-Geral Adjunto do Electrão, Ricardo Furtado.

Ao longo de 11 edições esta campanha já permitiu a recolha de mais de seis mil toneladas de resíduos nas escolas aderentes.

azão foram escolhidos dois vídeos nesta categoria. Um deles foi o vídeo elaborado pelo Agrupamento de Escolas Severim de Faria, Évora.

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Educação

Dia da Universidade de Évora

Ministra da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Elvira Fortunato, vai estar presente.

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Dia da Universidade de Évora

Na próxima terça-feira, dia 1 de novembro, tem lugar na Universidade de Évora a habitual sessão solene que marca o início do ano letivo. A data, que representa um dos momentos mais relevantes do ano para a academia eborense, assinala a fundação da Universidade Jesuíta, em 1559.

À semelhança de anos anteriores, têm lugar os tradicionais discursos da Reitora, do Presidente do Conselho Geral, do Presidente da Associação Académica e representante do Funcionário Não Docente, cabendo este ano ao Professor Doutor Manuel Lopes a Lição inaugural e a sessão de encerramento a cargo da Ministra da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Professora Doutora Elvira Fortunato.

Durante a sessão lugar ainda para a imposição das insígnias doutorais aos mais recentes doutores.

Após o encerramento da cerimónia, que termina com o Cortejo Académico, é tempo para a atuação de Grupos Académicos no Claustro do Colégio.

As comemorações prolongam-se durante o dia, com a inauguração pelas 15h da Exposição itinerante intitulada “Arquimedes da Silva Santos: onde vai a minha voz?” patente no Corredor da Sala da Bellas Artes do Colégio do Espírito Santo (CES), a apresentação do livro “Arquimedes da Silva Santos: um homem (fora) do seu tempo” pelas 15h30 na Sala das Bellas Artes do CES,  terminando o dia com um concerto pela Orquestra de Sopros da Escola de Artes, no Auditório Christopher Bochmann, Colégio Mateus D`Aranda, pelas 16h30.

A Universidade de Évora foi a segunda universidade a ser fundada em Portugal. Metrópole eclesiástica e residência temporária da Corte, Évora surgiu desde logo como a cidade mais indicada.

Ainda que a ideia original de criação da segunda universidade do Reino tenha pertencido a D. João III, coube ao Cardeal D. Henrique a sua concretização.

Interessado nas questões de ensino, começou por fundar o Colégio do Espírito Santo, confiando-o à então recentemente fundada Companhia de Jesus.

Ainda as obras do edifício decorriam e já o Cardeal solicitava de Roma a transformação do Colégio em Universidade plena.

Com a anuência do Papa Paulo IV, expressa na bula Cum a nobis de abril de 1559, foi criada a nova Universidade, com direito a lecionar todas as matérias, exceto Medicina, Direito Civil e a parte contenciosa do Direito Canónico.

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Agenda

A importância da brincadeira na infância

Prof Carlos Neto dá palestra em Grândola

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Professor e investigador Carlos Neto dá palestra sobre a importância da brincadeira na infância

“Do Brincar ao Desporto” é a temática da palestra que o Professor Catedrático Jubilado Carlos Neto vai apresentar em Grândola no dia 19 de novembro, pelas 17h00, no Cine Granadeiro Auditório Municipal.

Carlos Neto é um dos maiores especialistas mundiais em desenvolvimento motor e uma referência mundial na área da brincadeira e do jogo e da importância de ambos para as crianças. Para este professor Catedrático da Faculdade de Motricidade Humana (FMH) da Universidade de Lisboa (UL), as crianças brincam e mexem-se cada vez menos e por esse
motivo, o analfabetismo motor tornou-se um problema gravíssimo.

Já não se vêm crianças a brincar na rua. Por essa razão, o trabalho de investigação académica que tem vindo a desenvolver há quase cinco décadas centra-se sobretudo no papel do brincar e do jogo no desenvolvimento da criança, na independência de mobilidade em crianças e jovens, e no bullying nas escolas.

Participante assíduo em seminários, congressos e ações de formação sobre o desenvolvimento motor e o ensino da educação física nos primeiros níveis de escolaridade, orienta igualmente diversos projetos de investigação e interação comunitária e é autor de quatro livros, o mais recente, publicado em 2020, “LIBERTEM as crianças: a urgência de brincar e ser ativo”.

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Educação

Cabrela voltou a ter escola

Oito anos depois, a Escola Básica de Cabrela reabre as suas portas.

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Reabertura da EB1 de Cabrela

Oito anos depois, a Escola Básica de Cabrela reabre as suas portas. São 9 os alunos que frequentam este estabelecimento de ensino e, a partir de segunda-feira, 24 de outubro, iniciaram ou continuam o percurso escolar na sua terra.

O Edifício da Escola Básica, sofreu nos últimos anos, algumas obras de manutenção/requalificação, que permitem a utilização de uma sala para ATL e de outra para sala de aulas.

O Presidente da Câmara Municipal de Montemor-o-Novo, Olímpio Galvão, o Vice-Presidente Henrique Lopes, e a Vereadora Sílvia Santos, estiveram presentes neste momento tão especial para a Vila de Cabrela e para o nosso Concelho.

Esta reabertura, conseguida com os esforços conjuntos da Câmara Municipal com a Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares, do Agrupamento de Escolas de Montemor-o-Novo e da Junta de Freguesia de Cabrela, e com o apoio da Casa do Povo de Cabrela e da Associação dos Pequenos Alentejanitos de Cabrela, permite a rentabilização de um espaço, e, essencialmente, a inter-relação família/escola/comunidade em ordem a uma valorização, aproveitamento e valorização dos recursos do meio.

De salientar que, o facto de estudarem na sua terra, melhora a qualidade de vida das crianças e ajuda a promover a intergeracionalidade, assim como criar maiores dinâmicas de identidade e de afeto com o território onde vivem.

Estiveram ainda presentes, o Diretor do Agrupamento de Escolas de Montemor-o-Novo, a Chefe de Divisão de Educação, Saúde e Ação Social da Câmara Municipal e a Presidente e Secretário da Junta de Freguesia de Cabrela.

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