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Encontro de Culturas no Musibéria em Serpa

O Festival Musibéria – Encontro de Culturas termina com a atuação de um músico que dispensa apresentações, Pedro Abrunhosa, acompanhado pelos Comité Caviar, traz a Serpa o álbum “Espiritual”.

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O ano de 2019 é um ano de viragem no Encontro de Culturas, realizado em Serpa desde 2004. Este ano, o evento que marcará o fim de semana de 7 e 9 de junho, adquire o nome de Festival Musibéria – Encontro de Culturas, em que a grande marca distintiva do evento é o mundo ibérico e a sua influência.

Vão ser três dias de festival, em que a cidade de Serpa terá vários palcos espalhados por locais emblemáticos, onde a música de vários países se fará ouvir.

O grande objetivo desta 16.ª edição do Musibéria – Encontro de Culturas é retornar o conceito de festa cultural, com enfoque na diversidade cultural ibérica, promovendo a inclusão das comunidades migrantes. 

A dinamização do Centro Histórico de Serpa tem norteado a realização deste evento, que este ano, ao palco principal instalado na Praça da República, juntam-se as Escadas de Santa Maria, Castelo, Musibéria, Jardim Municipal, Nora e Casa do Cante.

Espaço Musibéria

No primeiro dia do evento, dia 7 de junho, os cinco espetáculos realizam-se exclusivamente no espaço do Musibéria, a partir das 18.00 horas.

Todos os artistas que atuam neste dia têm uma relação com o Musibéria, através do seu programa de residências artísticas (RAM), da sua programação de espetáculos anual ou do seu estúdio de som e de publicações pela sua editora Respirar de Ouvido.

As propostas incluem o argentino Santiago Arias, que apresenta “Bandoneón Criollo”, José Valente, com o CD “Serpente Infinita”, Paulo Ribeiro & Os Camponeses de Pias lançam o CD “É assim… uma espécie de cante”, o brasileiro Luiz Gabriel Lopes apresenta “Mana” e a Orquestra Latinidade, com músicos de várias nacionalidades, lança o CD homónimo.

Palcos na cidade

No segundo dia de Festival, o Jardim Municipal acolhe pelas 11.00 horas um espetáculo de marionetas. Às 16.00 horas, na Casa do Cante, é inaugurada a exposição de desenho e pintura “Terra Sagrada do Pão”, de Flávio Costa. Segue-se a apresentação dos espanhóis Charanga Si o Ké, com animação circulante pelas ruas do centro da cidade.

O espanhol Óscar Ibáñez e Tribo sobem ao palco das Escadas de Santa Maria, pelas 19.00 horas, e pelas 20.00 horas o Palco do Castelo, recebe a Companhia de Canto Popular que apresenta, pela primeira vez ao vivo, o trabalho gravado em Serpa. 

A noite termina da melhor forma, com um espetáculo de Dino d’Santiago, que arrecadou as distinções para “Melhor Álbum”, “Melhor Artista Solo” e “Prémio da Crítica” dos prémios Play (Música Portuguesa). Trabalhando a tradição cabo-verdiana com o peso contemporâneo da eletrónica com cunho de Lisboa, Dino D` Santiago tem recebido as mais elogiosas críticas ao seu álbum de “Mundu Nôbu” (SONY). Além do Festival Musibéria – Encontro de Culturas, estão já anunciados espetáculos deste artista no Super Bock Super Rock, NOS Primavera Sound (Porto), MED (Loulé) e FMM (Sines).

Animação variada

O último dia do festival inicia-se com um workshop intitulado “Do Lixo se Faz Música”, que visa a construção de instrumentos musicais com materiais recicláveis. 

Pelas 16.00 horas, o espaço Nora recebe o Projeto Interculturalidades, onde as comunidades migrantes terão espaço para divulgar alguns aspetos das suas culturas de origem.

A partir das 18.00 horas, a Praça da República recebe “Entre Mundos”, uma performance de teatro físico, objetos e formas animadas, envolvendo marionetas de grande dimensão, que, cruzando técnicas de construção e manipulação, convida a redescobrir e relembrar as perspetivas, formas e dimensões da visão de uma criança.

Os brasileiros Jhon Douglas e Jungle Boys vão dar vida ao palco das Escadas de Santa Maria, pelas 19.00 horas, seguido da galega Uxía, acompanhada pelo Grupo Coral e Etnográfico da Casa do Povo de Serpa, no Palco do Castelo, pelas 22.00 horas.

O Festival Musibéria – Encontro de Culturas termina com a atuação de um músico que dispensa apresentações, Pedro Abrunhosa, acompanhado pelos Comité Caviar, traz a Serpa o álbum “Espiritual”.

Estão aqui reunidos os novos ingredientes para que o Festival Musibéria – Encontro de Culturas encha de gente Serpa e estes novos palcos.

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 ‘Sons com História’ sucede ao ‘Andanças’

A organização quer criar um Festival de Música que se torne referência nacional e até mesmo internacional, na promoção e divulgação de intérpretes, que sirva de plataforma interdisciplinar de cultura musical

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O sonho de divulgar e projetar cantores, músicos e performers da região e de todo o país trazendo-os ao interior, onde as populações assumem a cultura enquanto pilar decisivo para o desenvolvimento local. 

Do encontro das almas sonhadoras de Nuno Velez, Ana Paula Russo e do Presidente da Câmara Municipal de Castelo de Vide, António Pita, tomou vida aquela que será́ a primeira edição do Sons com História. 

Queremos criar um Festival de Música que se torne referência nacional e até mesmo internacional, na promoção e divulgação de intérpretes, que sirva de plataforma interdisciplinar de cultura musical e, ainda, na qualificação da oferta cultural do Município. 

A abertura do Festival, dia 27 de junho às 21h30, ficará a cargo das Vozes Alfonsinas com o espetáculo de música medieval e sefardita intitulado “De amores e devoções”, que poderá́ ser desfrutado no auditório da Fundação Nossa Senhora da Esperança, no Convento de São Francisco. 

No dia 28 de junho, também às 21h30, o nosso postal de visita que é o Largo da Fonte da Vila irá ser o palco que receberá o filho da terra professor António Eustáquio com o seu grupo Guitolão World Project acompanhados pela voz da cantora convidada (castelo-vidense) Vera Soldado e focado na música baseada na literatura musical ibérica. 

Os Voice’n’Combo vão trazer-nos ao Cine-teatro Mouzinho da Silveira, no Sábado dia 29 de junho às 21h30, uma viagem pelos standards do jazz vocal e instrumental do séc. XX, evidenciando as diferenças entre as várias épocas. 

Para o último dia desta primeira edição do Sons com História, dia 30 de junho, reservámos para a liturgia de domingo a Grande Missa Cantada, XIII Domingo do Tempo Comum – Ano C, a cargo do Ensamble São Tomás de Aquino na Igreja Matriz de Santa Maria da Devesa às 12h00.

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