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Economia

Elvas, Campo Maior e Badajoz querem abertura de fronteiras.

Saúde pública de Espanha já disse que recusa a reabertura de fronteiras entre Portugal e Espanha.

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Autarcas querem reabertura de fronteiras para ‘recuperar a economia local’

“Elvas, Campo Maior e Badajoz querem abertura de fronteiras quanto antes”

Elvas, Badajoz e Campo maior assinaram um manifesto conjunto para a reabertura da fronteira.

Em causa está o que dizem ser o ‘renascimento da economia’.

O manifesto conjunto exige que os governos de Espanha e Portugal reabram com urgência a fronteira.

Segundo o documento o actual encerramento de fronteiras ‘afeta sectores estratégicos, como o turismo e o comércio’ das regiões transfronteiriças dos dois lados.

Economia

Central de Sines encerrou. As imagens que ficam para a história.

Veja na TDS as imagens de uma Central que já encerrou os portões.

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A decisão da EDP de antecipar o encerramento das suas centrais a carvão na Península Ibérica vai abrir espaço para a central termoelétrica de Sines se afirmar na produção de hidrogénio verde

“Central de Sines já está de portas fechadas”

As estimativas iniciais apontavam para que a produção da central de Sines cessasse em setembro de 2023.

No caso da central de Sines (1.180 MW), que não produz energia desde janeiro de 2020, a elétrica entregou à Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG) uma “declaração de renúncia” à licença de produção, para encerramento em janeiro de 2021.

Os motivos da antecipação

A justificação dada pela EDP para o fecho deve-se à “continuada deterioração das condições de mercado para estas centrais durante o primeiro semestre de 2020”.

Pormenoriza a EDP que a a decisão de fechar Sines foi tomada “num contexto em que a produção de energia depende cada vez mais de fontes renováveis. Além disso, com o crescente aumento dos custos da produção a carvão, aliado a um agravamento da carga fiscal, e com a maior competitividade do gás natural, as perspetivas de viabilidade das centrais a carvão diminuíram drasticamente”.

O antecipar do encerramento da central termoelétrica de Sines representará um custo extraordinário de cerca de 100 milhões de euros (antes de impostos) em 2020, segundo a empresa.

Projetos de reconversão

Em relação às outras unidades de produção de energia, a EDP também possui projetos para a sua reconversão. Para a central Soto de Ribera 3 (346 MW – megawatts), nas Astúrias (Espanha), que não produz energia “há mais de um ano”, será solicitado o encerramento com prazo previsto em 2021. Para aí, a energética diz estar a desenvolver estudos prévios para a implementação de “um projeto inovador” de armazenamento de energia.Na central de Aboño (Astúrias), a EDP informa que prossegue o processo de licenciamento de conversão de carvão para gases siderúrgicos, através da modificação do Grupo 1 (342 MW), prevista para 2022, mantendo-se o Grupo 2 (562 MW) como apoio a indisponibilidades, contribuindo assim para uma economia mais circular.

Nos referidos processos de encerramento e reconversão a EDP refere que “respeitará integralmente todas as responsabilidades de índole laboral”.

O ministro do ambiente considera a decisão uma boa notícia.

Todavia, Matos Fernandes entende que o ideal seria que o fecho da central de Sines acontecesse já com as barragens do Alto Tâmega em funcionamento e com a construção da linha de 400 quilovolt (kV) que vai ligar Ferreira do Alentejo a Tavira concluída. Ainda assim, o ministro garante que o sistema elétrico nacional “dispõe de redundâncias” para garantir o normal abastecimento de eletricidade ao sul do país.

Câmara de Sines reuniu com EDP Produção

Nuno Mascarenhas, reuniu-se já com a EDP Produção para encontrar soluções que minimizem os impactos que o encerramento da central termoelétrica de Sines, anunciada para janeiro de 2021, poderão vir a ter na região.

Nessa reunião estiveram presentes Miguel Mateus, administrador da EDP Produção, João Amaral, diretor da Central de Sines, e Adília Pereira, diretora de Recursos Humanos da empresa.

Durante o encontro, o presidente do município teve ainda a oportunidade de falar com o CEO da EDP Produção, Miguel Setas, que demonstrou total abertura por parte da empresa na procura de soluções.

Medidas de mitigação dos impactos

Nuno Mascarenhas tem estado em contacto com diversas entidades, nomeadamente sindicatos, Instituto de Emprego e Formação Profissional, Instituto de Segurança Social, Secretaria de Estado da Energia, com o objetivo de serem discutidas as medidas de mitigação dos impactos do encerramento da central termoelétrica.

Foi igualmente acordada uma reunião, a realizar com carácter de urgência, entre todas as entidades que possam contribuir para a elaboração de medidas de política pública que minimizem os impactos sociais e económicos desta decisão.

“Os trabalhadores da EDP e os sinienses sabem o empenho que a Câmara Municipal tem colocado na defesa dos seus interesses e da estabilidade económica e social desta comunidade.

É necessário salvaguardar o futuro de centenas de trabalhadores, não só dos que operam diretamente na central, mas também de muitos outros, que trabalham nos setores de atividade que lhe estão associados”, referiu o autarca.

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Economia

EvoraHotel encerra e manda 100 trabalhadores para ‘lay off’

Confinamento obriga a encerramento

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Evora Hotel encerra devido a pandemia

” 100 trabalhadores em ‘lay-off “

Cerca de 100 funcionários do Évora Hotel vão ser colocados no novo regime de “lay-off” simplificado após o encerramento daquela que é uma das maiores unidades hoteleiras do distrito, revelou o diretor da empresa.

“Não temos clientes, as reservas foram todas canceladas.

Assim sendo fechamos”, disse Miguel Breyner, responsável pela unidade, aos jornalistas.

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Economia

Manutenção de aviões já começou em Beja

Hangar está instalado no aeroporto de Beja

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Entrou ontem o primeiro avião – para manutenção

” É um A-321 da empresa-mãe “Hi Fly”

“Obtidos os licenciamentos necessários, na sequência dos testes realizados na primavera e no verão de 2020, por parte das entidades aeronáuticas competentes, o dia 12.01.2021 fica assinalado no calendário como aquele em entrou no hangar a primeira aeronave para manutenção”, quem o afirma é Paulo Arsénio,  presidente da Câmara Municipal de Beja.

O hangar emprega 40 pessoas entre pessoal mecânico, secretariado, engenharia, coordenação, prevendo a empresa o preenchimento de mais sensivelmente 10 postos de trabalho em fevereiro/março.

A “Mesa” prevê ultimar durante o mês de fevereiro os projetos de arquitetura e especialidades da 2.fase do hangar, a estar concluída em 2023, altura em que o empreendimento deverá ter um total de 150 postos de trabalho diretos.

O valor de investimento totalizará 30 milhões de euros quando terminar a segunda fase do investimento.

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Economia

Governo aprova medidas restritivas na quarta-feira

Só escolas ficam de portas abertas. Medidas entram em vigor na quinta-feira.

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Pandemia Covid-19

“Novas medidas serão idênticas às de março” 

O Governo vai aprovar e anunciar as novas medidas restritivas na quarta-feira.

Sabe a TDS que deverão ser semelhantes às de março e abril de 2020.

Normas de um confinamento que entrará em vigor logo no dia seguinte à meia noite.

O novo confinamento entrará em vigor às zero horas de quinta-feira, 14 de janeiro, antecipando em dois dias a data que estava prevista para a entrada em vigor do novo estado de emergência.

A ideia é manter as escolas abertas, sendo este o fator que diferencia este do primeiro confinamento.

O Governo defende que na escola alunos estão em maior segurança sanitária, bem como não prejudicam o seu processo de aprendizagem.

A estas razões soma-se uma terceira adiantada por Siza Vieira na sexta-feira: o rombo na economia que significa um dos pais ter de ficar em casa para acompanhar os filhos, como aconteceu entre março e abril.

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Economia

Começou a ‘abertura de instrução’ no caso de Borba.

Testemunhas começaram a ser ouvidas

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Foto: TDS

A fase de instrução do processo relativo à derrocada da estrada em Borba começou esta quinta feira, no edifício do Parque do Alentejo de Ciência e Tecnologia, em Évora

“… caso chega a tribunal 2 anos após a tragédia”

A fase de instrução do processo relativo à derrocada da estrada em Borba decorre a partir desta quinta feira no edifício do Parque do Alentejo de Ciência e Tecnologia (PACT), em Évora.

António Anselmo e Joaquim Espanhol, presidente e vice-presidente do município de borba, respetivamente, pediram a abertura de instrução com o objectivo de evitar o julgamento.

O Ministério Público imputa ‘cinco crimes de homicídio’ aos dois autarcas.

O antigo diretor regional de Economia do Alentejo João Filipe de Jesus, a funcionária da Direção-Geral de Energia e Geologia Maria João Figueira e Paulo Alves, responsável técnico da empresa que possui a licença de exploração da pedreira, foram outros dos acusados que requereram abertura da instrução.

Os restantes arguidos são a sociedade Ala de Almeida Limitada, que possui a licença de exploração da pedreira, e outros dois funcionários da DGEG, José Pereira e Bernardino Piteira.

O tribunal quer perceber as circunstâncias que rodearam o colapso” da Estrada Municipal (EM) 255, ocorrido em novembro de 2018.

O MP, “requerendo o julgamento por tribunal coletivo”, imputa aos oito arguidos “a prática de vários crimes de homicídio e de violação de regras de segurança”.

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Economia

Embraer alvo de ataque informático

Ataque “resultou na divulgação de dados supostamente atribuídos à companhia na madrugada de 30 de novembro de 2020

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Em tempos de pandemia, os ataques informáticos têm-se multiplicado.

“… ataque sem grandes consequências”

É verdade que os “estragos” não têm sido muitos, mas também não se sabe como decorrem as negociações entre atacantes e vítimas.

O mais recente ataque informático foi à fabricante aeronáutica brasileira Embraer segundo comunicado emitido hoje.

Numa declaração feita aos acionistas, a Embraer revelou que o ataque “resultou na divulgação de dados supostamente atribuídos à companhia na madrugada de 30 de novembro de 2020”.

O referido ataque informático foi identificado em 25 de novembro de 2020, o qual indisponibilizou o acesso a apenas um único ambiente de arquivos da companhia.

Para controlar o ataque, a empresa referiu que colocou em prática os procedimentos de investigação e resposta ao incidente e isolou alguns dos seus sistemas informáticos para proteção.

A Embraer adiantou que continua a operar com o uso de alguns sistemas em regime de contingência, mas sem impactos importantes nas suas atividades.

A empresa brasileira referiu que está a colocar “todos os seus esforços para investigar as circunstâncias do ataque, avaliar se existem impactos sobre os seus negócios e de terceiros, e determinar as medidas a serem tomadas”.

Em Portugal, no Parque Indústrial Aeronáutica de Évora, funcionam duas fábricas da Embraer.

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Economia

Exportações de mármore próximas dos 270 milhões de 2018.

Assimagra divulgou hoje resultados.

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Exportações de pedra natural portuguesa

” Valores na ordem dos 270 milhões de euros “

As exportações de pedra natural portuguesa registadas este ano, até setembro, continuam abaixo dos valores de 2019, mas estão muito próximas dos 270 milhões de euros registados em 2018, revelou a Assimagra.

Em comunicado a Associação das Empresas Portuguesas de Recursos Minerais refere que 2019 foi um ano recorde, com o valor agregado de exportações a ultrapassar ligeiramente os 320 milhões de euros, mas considera que os valores deste ano refletem uma recuperação “muito positiva” face às “expectativas de quebra” no início da pandemia de covid-19.

O principal destino das exportações de pedra natural portuguesa continua a ser a Europa, com um total de exportações de 1,3 milhões de toneladas até setembro, a um preço médio de 201,23 euros por tonelada, refere ainda o documento.

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Economia

Mota Engil e Etermar vão construir alargamento do Porto de Sines.

Fase da ampliação compreende a construção de mais 204 metros de cais

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A PSA SINES, concessionária do Terminal de Contentores do Porto de Sines (Terminal XXI), adjudicou a primeira fase de expansão desta infraestrutura portuária.

“Fase da ampliação compreende a construção de mais 204 metros de cais”

A PSA SINES, concessionária do Terminal de Contentores do Porto de Sines (Terminal XXI), adjudicou a primeira fase de expansão desta infraestrutura portuária ao agrupamento concorrente MOTA-ENGIL, ENGENHARIA E CONSTRUÇÃO, S.A. / ETERMAR – ENGENHARIA E CONSTRUÇÃO, S.A. na sequência do concurso lançado em agosto passado.

Esta fase da ampliação compreende a construção de mais 204 metros de cais de forma a dotar o terminal de um cais corrido com 1.150 metros até ao final de 2021, representando um investimento privado de 16,5 milhões de euros.

Esta é a primeira fase de expansão após processo de renegociação da concessão do Terminal XXI que, na sua configuração final, apresentará um cais com 1.750 metros a serem construídos de forma faseada.

O projeto de expansão do Terminal XXI é o resultado do aditamento ao contrato de concessão celebrado entre a Administração dos Portos de Sines e do Algarve (APS) e a PSA Sines, permitindo agora a realização de novos investimentos referentes à ampliação do cais e modernização do terminal, projetando o aumento da capacidade de movimentação anual de 2,3 para 4,1 milhões de TEU (contentores de 20 pés).

O Terminal XXI é atualmente um importante HUB de transhipment e representa já uma importante porta de entrada e saída no hinterland ibérico, sendo parte integrante das principais rotas marítimas internacionais nas quais estão alocados os maiores navios de contentores do mundo em operação.

Este investimento vem reforçar a capacidade do terminal em receber vários navios megacarriers em simultâneo, aumentando assim a sua oferta operacional ao mesmo tempo que reforça a sua importância para o desenvolvimento económico da região e do país.

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Economia

Quebras de 60% na Restauração e 90% no Alojamento em outubro.

Na Restauração e Bebidas, 41% das empresas ponderam avançar para insolvência.

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Inquérito AHRESP

“Outubro com quebras dramáticas de faturação: 60% na Restauração e 90% no Alojamento”

A persistente e agravada situação pandémica tem provocado uma inibição do consumo e drástica redução da faturação. O inquérito mensal da AHRESP, relativo ao mês de outubro, vem revelar uma intenção de requerer insolvência de 41% das empresas de restauração e 19% das empresas de alojamento.

Ao nível do emprego, 47% das empresas de restauração e 27% das empresas de alojamento indicaram que já efetuaram despedimentos desde o início da pandemia.

Lisboa, 05 de novembro de 2020 – Os resultados de mais um Inquérito Mensal da AHRESP –  Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal à atividade turística, confirmam o desespero das empresas e demonstram enormes dificuldades em conseguir manter os negócios e os postos de trabalho, caso não surjam apoios imediatos. A insolvência e os despedimentos são inevitáveis.

Na Restauração e Bebidas, 41% das empresas ponderam avançar para insolvência, dado que as receitas realizadas e previstas não permitirão suportar todos os encargos que decorrem do normal funcionamento da sua atividade.

Para as empresas inquiridas, a faturação do mês de outubro foi devastadora, com mais de 43% das empresas a registarem quebras homólogas de faturação acima dos 60%.

Como consequência da forte redução de faturação, cerca de 14% das empresas não conseguiram efetuar o pagamento dos salários em outubro e 11% só o fez parcialmente.

Com esta realidade, 47% das empresas já efetuaram despedimentos desde o início da pandemia. Destas, 27% reduziram o quadro de pessoal entre 25% e 50%, e 14% reduziram em mais de 50% os postos de trabalho a seu cargo. Cerca de 23% das empresas assumem que não vão conseguir manter todos os postos de trabalho até ao final do ano.

No Alojamento Turístico, 23% das empresas não registaram qualquer ocupação no mês de outubro e 30% indicou uma ocupação máxima de 10%. Para o mês de novembro, cerca de 50% das empresas estimam uma taxa de ocupação zero, e mais de 24% das empresas perspetivam uma ocupação máxima de 10%. Para os meses de dezembro e janeiro a estimativa de ocupação zero agrava-se, sendo referida por mais de 57% das empresas.

Para as empresas inquiridas, a faturação do mês de outubro foi devastadora, com mais de 36% das empresas a registarem quebras homólogas de faturação acima dos 90%.

Com estas perdas, cerca de 19% das empresas ponderam avançar para insolvência por não conseguirem suportar todos os normais encargos da sua atividade.

Como consequência da forte redução de faturação, cerca de 21% das empresas não conseguiram efetuar o pagamento dos salários em outubro e 9% só o fez parcialmente.

Com esta realidade, 27% das empresas já efetuaram despedimentos desde o início da pandemia. Destas, 24% reduziram o quadro de pessoal entre 25% e 50%, e cerca de 30% reduziram em mais de 50% os postos de trabalho a seu cargo. Mais de 15% das empresas assumem que não vão conseguir manter todos os postos de trabalho até ao final do ano.

A AHRESP considera que, com as novas restrições em grande parte do território português, o funcionamento das atividades económicas será necessariamente agravado, sendo por isso ainda mais urgente a disponibilização de medidas para estes setores.

Exemplo desse agravamento são os dados publicados pelo INE referentes ao 3º trimestre de 2020 (período normal de maior empregabilidade), revelando que a restauração e o alojamento perderam 49.200 postos de trabalho face ao mesmo período de 2019.

As 10 medidas propostas pela AHRESP, que acolhem alguns exemplos de outros países europeus, procuram contribuir para a sobrevivência de muitas das 119 mil empresas e dos 400 mil postos de trabalho diretos.

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Economia

Porto de Sines cresceu quanto a carga contentorizada.

Com um total acumulado de janeiro a setembro de 1,17 milhões de TEU (contentores de 20 pés), Sines alcançou um aumento de 8,3% em relação ao mesmo período homólogo.

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Os resultados alcançados no terceiro trimestre de 2020 voltaram a colocar o Porto de Sines na trajetória de crescimento no que respeita à carga contentorizada.

“Com um total acumulado de janeiro a setembro de 1,17 milhões de TEU (contentores de 20 pés), Sines alcançou um aumento de 8,3% em relação ao mesmo período homólogo.”

No que respeita à movimentação total do porto, apesar do 3º trimestre assinalar um crescimento de 32,7% comparativamente ao trimestre anterior, o Porto de Sines registou uma diminuição de 2,5% na movimentação acumulada, permitindo, ainda assim, ultrapassar os 30 milhões de toneladas movimentadas até setembro.

Os granéis sólidos contribuíram decisivamente para esta quebra, com uma redução de mais de dois milhões de toneladas de carvão, motivado pelo encerramento das centrais termoelétricas a carvão no âmbito da descarbonização energética em curso no nosso país.

Relativamente aos granéis líquidos, registou-se a manutenção dos volumes de movimentação do mesmo período do ano anterior (-0,9%), com o gás natural liquefeito a manter-se também nos mais de 3,1 milhões de toneladas movimentadas no período em análise.

Por outro lado, o segmento da carga geral demonstrou um comportamento bem positivo, onde se inclui a carga contentorizada, que registou mais 12,1% em termos de tonelagem, em referência ao mesmo período do ano anterior.

A trajetória apresentada até ao final do mês de setembro permite perspetivar um fecho de ano com sinal positivo, apesar do contexto pandémico em que vivemos.

Todos os agentes económicos e autoridades com atividade em Sines têm contribuído decisivamente para colocar o Porto de Sines num patamar de excelência, garantindo o normal funcionamento da economia e o completo funcionamento das cadeias logísticas.

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Economia

Novo plano estratégico aposta num Porto de Sines aberto ao mundo

Documento faz a transição da estratégia para a ação, identificando oito programas operacionais e três eixos estratégicos fundamentais

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Documento faz a transição da estratégia para a ação, identificando oito programas operacionais e três eixos estratégicos fundamentais

“Abrir o Porto de Sines para o mundo”

Abrir o Porto de Sines para o mundo, enquanto o prepara para um futuro cada vez mais moderno, inovador, digital e eficiente. É este um dos grandes objetivos do novo plano estratégico do Porto de Sines, documento que resulta de um estudo encomendado pela Administração do Porto de Sines ao Centro de Estudos de Gestão e Economia Aplicada (CEGEA) da Católica Porto Business School.

O plano, que estará em vigor até 2030, consiste numa reflexão sobre o posicionamento e o desempenho do Porto de Sines e, ainda, no desenho de um conjunto de opções quanto ao desenvolvimento futuro.

Coordenado por Álvaro Nascimento e por uma equipa composta por Luís Marques e Fernando Santos, docentes da Católica Porto Business School – em colaboração com uma equipa do próprio Porto de Sines –, o documento faz a transição da estratégia para a ação, identificando oito programas operacionais e, ainda, três eixos estratégicos fundamentais: o reforço da centralidade e da conectividade, assentes num modelo de gestão de rede ou de coordenação do sistema, e um compromisso firme com a sustentabilidade ambiental e social.

Desta forma, o plano estratégico conseguirá abrir o Porto de Sines para o mundo, preparando para dar resposta aos desafios futuros.

Recorde-se que o estudo foi apresentado no final de setembro, numa cerimónia que contou com a presença de Pedro Nuno Santos, ministro das Infraestruturas e da Habitação.

Acrescente-se, ainda, que o Porto de Sines tem despertado grande interesse de potenciais investidores norte-americanos e chineses, nomeadamente no que respeita à construção e concessão de terminais de GPL – Gás Propano Liquefeito e de hidrogénio verde para navios.

Estes projetos na área da Energia, do novo terminal de contentores e do desenvolvimento da vasta área/plataforma logística do Porto estão também incluídos no novo plano estratégico do Porto de Sines.

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Economia

Programa Valorizar com 24 projetos apoiados no Ribatejo e no Alentejo

Investimento supera os 6,8 milhões de euros

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Investimento supera os 6,8 milhões de euros

“A lista inclui 8 projetos da rede de Turismo Literário do Alentejo, com um investimento total de 2 milhões de euros e um financiamento de 1,3 milhões de euros.”

 No dia dedicado ao investimento e promoção na Semana do Turismo 2020, foram oficializados os apoios, no âmbito do Programa Valorizar, a 24 projetos localizados no Ribatejo e no Alentejo, num investimento superior a 6,8 milhões de euros.

Os projetos que abrangem as áreas do Autocaravanismo, Turismo Literário, Praias Fluviais Estações Náuticas, Enoturismo e Recursos endógenos envolvem um incentivo de aproximadamente 4,3 milhões de euros.

A lista inclui 8 projetos da rede de Turismo Literário do Alentejo, com um investimento total de 2 milhões de euros e um financiamento de 1,3 milhões de euros.

São registados também 4 novos projetos da região do Alentejo dedicados à rede das Áreas de Serviço de Autocaravanas (ASA), com um investimento de 650 mil euros e um financiamento de 365 mil euros.

Destaca-se ainda o projeto dedicado à valorização, promoção e projeção do património nacional e internacional da Tapeçaria de Portalegre, com a implementação do plano estratégico contemplando a dimensão académica, artística, patrimonial e comercial das Tapeçarias. Este projeto desenvolvido pela Câmara Municipal de Portalegre tem um investimento de 420 mil euros e um apoio de 294 mil euros.

Também se assinala o projeto integrado Casa Museu/Prémio Literário/Bolsa de Investigação – Ruy Belo, em Rio Maior, envolvendo um investimento de 525 mil euros e um incentivo de 300 mil euros.

O 2.º aviso do Programa Valorizar recebeu 352 candidaturas, num total de 100 milhões de euros de investimento. Regista-se a aprovação de 85 candidaturas, num total de 14 milhões de euros.

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Economia

Roberto Grilo formaliza candidatura à presidência da CCDRA

Economista é o actual presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo.

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Roberto Grilo formaliza candidatura à presidência da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo

“Roberto Grilo não contou com qualquer estrutura partidária para a recolha das subscrições”

Roberto Grilo, 48 anos, economista, formalizou, dentro do prazo legal definido, a sua candidatura independente à presidência da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo (CCDRA).

O atual presidente da CCDRA entregou mais 25% de subscrições da sua candidatura do que estipulava o regulamento eleitoral. As propostas são subscritas por autarcas de praticamente todos os partidos com eleitos no Alentejo e vários movimentos independentes.

“Decidi candidatar-me, como independente, quando percebi que posso unir o Alentejo em torno de um projeto comum, que há um grande reconhecimento pelo trabalho que desenvolvi nos últimos cincos anos e porque tenho que ser sensível ao apelo da região para que não me fosse embora nesta situação de crise em que vivemos”, considera Roberto Grilo.

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Economia

Fronteiras podem voltar a fechar devido à Covid 19 em Espanha

Ministros vão reunir nas próximas semanas. Só hoje Espanha registou mais 9437 novos casos.

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O ministro dos Negócios Estrangeiros português afirmou que um encerramento das fronteiras com Espanha devido à covid-19 é sempre uma decisão conjunta

“…ministro irá analisar essa possibilidade com a sua homóloga espanhola”

Augusto Santos sublinhou que as decisões recaem sobre os ministros da Administração Interna de Portugal e do Interior de Espanha e que o assunto será debatido nas próximas semanas.

Em causa está o aumento de casos em Espanha e a consequente necessidade de limitação da mobilidade entre os dois países.

Durante o dia de hoje, Espanha anunciou 9.437 novos casos de covid-19, ultrapassando os 600.000 casos desde o início da pandemia.

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Economia

Évora volta a ter escola de formação de pilotos.

Processo está a decorrer e merece o ‘impulso’ da autarquia.

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Autarquia aprovou por unanimidade a abertura de concurso público para atribuição de licença de utilização do domínio público aeroportuário para uma escola de formação de pilotos e similares no Aeródromo Municipal.

” Évora volta a ter escola de formação de pilotos”

Este Concurso que permitirá à autarquia, após a atribuição da referida licença, ceder ao novo titular as instalações do Hangar 5 (edifício da escola de pilotos), por um período de 15 anos, renovável por períodos de cinco anos, mediante o pagamento mensal de uma taxa de ocupação.

“É com grande regozijo que temos estas instalações municipais prontas a funcionar para o fim que foram criadas”, anunciou o Vereador Alexandre Varela, reconhecendo que este foi um processo negocial bastante intenso para libertar as instalações, desenvolvido pelo Município ao longo de vários anos.

A decisão foi tomada na reunião pública da autarquia já neste mês de setembro.

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Economia

Fundação que gere o lar de Reguengos recebeu mais de 1,2milhões de euros em 2019.

Mais 100 mil euros do que no ano anterior.

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Fundação Maria Inácia Vogado Perdigão Silva

“Apesar das quantias recebidas teve um prejuízo de 117 mil euros”

A Fundação Maria Inácia Vogado Perdigão Silva, que gere o lar de Reguengos de Monsaraz, onde morreram 16 utentes e uma funcionária, recebeu mais de 1,2 milhões de euros da Segurança Social e da ARS Alentejo.

Mais 100 mil euros do que no ano anterior.

O relatório e contas da Fundação Maria Inácia Vogado Perdigão Silva, a que a TDS teve acesso, revela que a instituição teve um saldo negativo de 117 mil euros no mesmo ano.

Durante o mesmo período a Fundação gastou mais de 1,4 milhões de euros em pessoal.

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Economia

Porto de Sines resiste em período de Pandemia

Registou uma diminuição acumulada de 2% nos primeiros seis meses deste ano.

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O Porto de Sines resistiu à tendência de quebras acentuadas na movimentação de contentores a nível global, registando uma diminuição acumulada de 2% nos primeiros seis meses deste ano.

“… registou uma diminuição acumulada de 2% nos primeiros seis meses deste ano. “

Se o primeiro trimestre foi até bastante positivo, o segundo foi afetado pelo impacto da pandemia na economia mundial. Recorde-se que o Terminal XXI do Porto de Sines está inserido nas cadeias logísticas globais, absorvendo parte das oscilações deste mercado a nível internacional.

As perspetivas para o segundo semestre passam pela manutenção dos volumes do ano anterior no segmento da carga geral, nomeadamente no que respeita à carga contentorizada, e da contínua redução de movimentação de combustíveis fósseis, contribuindo para um planeta mais sustentável.

O primeiro semestre de 2020 veio confirmar a tendência para a redução da movimentação de combustíveis fósseis no Porto de Sines, alinhando-se aos desafios colocados no “Pacto Ecológico Europeu”.

Enquanto principal porta nacional de entrada de produtos energéticos no país, o impacto da necessária descarbonização da economia é um processo consciente e cujos efeitos estão a ser minimizados através da promoção da atração de outros tipos de cargas.

Com efeito, com a paragem das centrais termoelétricas nacionais, o Porto de Sines deixou de movimentar quase dois milhões de toneladas de carvão, em comparação com o semestre homólogo anterior.

Por outro lado, a redução da movimentação de crude derivado à diminuição da procura de combustíveis (gasolina e gasóleo), no contexto do confinamento motivado pela Covid-19, teve um impacto de quase um milhão de toneladas na movimentação de granéis líquidos, com o Gás Natural Liquefeito manter os níveis de movimentação do semestre homólogo anterior.

Já a movimentação do segmento de carga geral, no qual se inclui a carga contentorizada, manteve-se praticamente inalterada.

Assim, o conjunto dos três segmentos de mercadorias registou no primeiro semestre de 2020 uma redução de 12,7% em relação ao mesmo período do ano anterior.

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Economia

 Évora volta a ter escola de pilotos de aviação 

A Air Dream College vai arrancar com quatro aviões de instrução, esperando terminar o ano com oito aeronaves no total 

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Com a chegada das duas primeiras aeronaves, foi oficialmente apresentada a nova escola de pilotos de Évora.

“O Presidente do Município eborense teve oportunidade de felicitar os responsáveis pela Air Dream College.”

Carlos Pinto de Sá, presidente do município eborense, transmitiu votos de sucesso para o novo empreendimento, assinalando a sua importância não só como fator de desenvolvimento para a cidade mas, também, como uma nova valência para o Aeródromo de Évora, bastante significativa no contexto da reestruturação de que este equipamento tem vindo a ser alvo no sentido de o tornar mais eficiente, moderno, e adaptado às novas exigências tecnológicas. 

Air Dream College, a empresa que aposta no sucesso deste empreendimento, é uma startup portuguesa constituída por uma equipa liderada por três especialistas: Nuno Anjos, gestor responsável, e Aurélio Almeida e Ivan Duarte, ambos diretores de instrução.

Os três prometem máximo empenho na concretização do que afirmaram ser um sonho que veio a transformar-se em realidade em Évora, cidade que sublinharam estar dotada de um aeródromo com as condições técnicas e logísticas ideais para este tipo de investimento.

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Economia

Odemira cria fundos de emergência para famílias e empresas

Fundo criado pela autarquia é na ordem dos 1,25 milhões de euros

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Com o objetivo de minimizar o impacto da crise social e económica nas famílias e empresas do concelho de Odemira e para fazer face à diminuição dos rendimentos, como consequência da pandemia do Covid-19, o Município de Odemira constituiu o Fundo de Emergência a Famílias, no valor de 500 mil euros, e o Fundo de Emergência Empresarial, no valor de 750 mil euros, no valor global de 1,25 milhões de euros.

“Odemira constituiu o Fundo de Emergência a Famílias, no valor de 500 mil euros, e o Fundo de Emergência Empresarial, no valor de 750 mil euros”

O Fundo Municipal de Emergência Odemira Apoia + é dirigido aos munícipes recenseados e residentes no concelho há mais de 1 ano, como indivíduos isolados ou agregados familiares, em carência e/ou vulnerabilidade social por diminuição de rendimentos desde abril de 2020, com um rendimento mensal ilíquido per capita igual ou inferior a 438,81€ (após a diminuição do rendimento) e que não usufruam de outros apoios para o mesmo fim.

O Fundo Municipal de Emergência Odemira Empreende + é dirigido aos empresários em nome individual e sociedades comerciais das áreas da restauração e similares, comércio de bens a retalho ou de prestação de serviços que, cumulativamente, estejam sediados no concelho há mais de seis meses.

Não deverão ter dívidas à Autoridade Tributária e Aduaneira, à Segurança Social e ao Município, os estabelecimentos tenham encerrado por força de lei ou de ato administrativo e/ou que tenham tido uma redução de faturação superior a 40% nos meses de março e abril de 2020 (comparativamente com o mesmo período em 2019) decorrente da atual pandemia, bem como o exercício da atividade durante pelo menos 6 meses em 2019.

Será concedido um apoio financeiro por empresário e por estabelecimento até ao limite de 1.500,00€.

Os Fundos Municipais de Emergência inserem-se no conjunto de medidas extraordinárias de apoio às famílias, às instituições, às empresas e ao emprego, aprovadas no início de abril, em estreita articulação entre os órgãos autárquicos do concelho – Câmara Municipal, Assembleia Municipal e Juntas de Freguesia.

Serão também tidas em conta as listagens enviadas pelas 13 Juntas de Freguesia, com a informação dos estabelecimentos encerrados devido à pandemia.

O Município de Odemira definiu um conjunto de 15 medidas, que no seu total ascendem ao valor de 2 milhões de euros, para fazer face às dificuldades vividas devido à doença provocada pelo Covid-19, com o objetivo de contribuir para a salvaguarda da economia familiar, da preservação do tecido empresarial e do emprego e ajudar as instituições de apoio social.

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Economia

Abril foi o pior mês para o Alojamento Local.

No último mês, foram registadas apenas 189 novas unidades de alojamento local. Este número corresponde a pouco mais de 10% dos registos verificados no mesmo mês de 2019: 1750 registos.

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Abril de 2020 foi o mês com menos novos registos de alojamento local desde setembro de 2014.

O interesse pelo alojamento local praticamente desapareceu no último mês e tornou-se um ativo “quase tóxico”, segundo os dados divulgados esta segunda-feira pela consultora Imovendo.

“Os investidores nesta área já estão mesmo a apostar na venda de ativa ou no arrendamento de longa duração.”

No último mês, foram registadas apenas 189 novas unidades de alojamento local. Este número corresponde a pouco mais de 10% dos registos verificados no mesmo mês de 2019: 1750 registos.

“Esta é apenas uma evidência da falta de confiança que os investidores atualmente sentem e que revela também que as expectativas futuras para o turismo, em geral, e para o alojamento local em particular, são longe de animadoras, mesmo com os programas que algumas câmaras municipais já anunciaram, como é o caso de Porto e Lisboa”, assinala Manuel Braga, presidente executivo da Imovendo, citado em nota de imprensa.

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