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Política

Eleições para a Comissão de Coordenação da Região Alentejo a decorrer.

Roberto Grilo e Ceia da Silva são os dois candidatos a presidente

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As eleições para os presidentes e um vice-presidente (o outro é nomeado pelo governo) estão a decorrer

“Roberto Grilo e Ceia da Silva são os dois candidatos”

O ato eleitoral decorre nas assembleias municipais de todo o País, convocadas expressamente para o efeito.

O universo eleitoral é constituído pelos membros das assembleias municipais (incluindo os presidentes das juntas de freguesia que ali têm assento por inerência) e os membros eleitos das câmaras municipais (presidente e vereadores).

Em todas as regiões excepto o Alentejo houve um acordo entre o PS  o PSD, baseado na representatividade autárquica de cada partido.

O Alentejo ficou de fora do acordo porque o PSD tem uma representatividade reduzida (154 autarcas em 1288) e o PS tem a maioria (615 em 1288, 47,7% ) mas apenas relativa.

O fiel da balança aqui é o PCP/CDU, que tem 406 eleitos.

O actual presidente da CCDRA desde há cinco anos é Roberto Grilo, economista, 48 anos, militante do PSD mas afastado do partido, que foi nomeado pelo governo de Passos Coelho, sucedendo ao presidente de então, António Dieb, de quem era vice, que saiu para a ADC – Agência para o Desenvolvimento e Coesão.

O outro candidato é o actual presidente do Turismo do Alentejo, o socialista António Ceia da Silva, acalentava há muito o sonho de ser presidente da CCDRA.

Na região Alentejo a tendência de voto dos autarcas comunistas deverá ditar a vitória.

Autarquias

Cabrita promete mais militares da GNR para Reguengos de Monsaraz

Promessa foi feita ao presidente da autarquia numa reunião a que assistiram o Comandante Operacional da GNR e o Comandante Territorial de Évora.

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Reunião com ‘balanço bastante positivo’, segundo José Calixto

” Audiência esteve agendada durante dois anos”

A audiência foi pedida em 2019 mas só agora, após os acontecimentos recentes, teve lugar.

Eduardo Cabrita ‘prometeu’ ao autarca que após a saída dos novos militares, que estão em formação, em Portalegre, haverá um ‘reforço significativo’ do posto de Reguengos de Monsaraz.

Uma das matérias abordadas foi o número de efectivos em Reguengos ( 24 operacionais ) e o envelhecimento dos efectivos (média etária de 49 anos).

“… tem-se registado um envelhecimento dos efectivos e em populações dispersas é mais grave quando é necessária a ajuda de outros militares”, frisou José Calixto, em declarações após a reunião com o MAI.

O número de militares em formação, segundo o autarca, aumentou significativamente. Passou de 1000 para 1400 militares o que vai promover uma maior distribuição de meios humanos.

Obras no Posto da GNR

A velha ambição de uma ‘nova’ casa para a GNR, em Reguengos de Monsaraz, também foi debatida.

” O posto territorial de Reguengos e do Destacamento são ambições antigas… foi-nos prometido que neste quadro de programação vai ser consignada essa obra”, referiu José Calixto.

O autarca ficou ainda que saiu com a garantia de uma maior presença do Corpo de Intervenção da GNR em Reguengos.

Um dos argumentos utilizados pelo autarca junto do Ministro e dos Comandos da GNR foi o crescimento claro do concelho.

Só Monsaraz recebe 100 mil habitantes por ano e o crescimento das unidades turísticas foi numa escala de 11 para 159 unidades.

Reguengos de Monsaraz tem 12 mil habitantes e ‘quer ter uma sensação de segurança’, referiu.

A reunião decorreu no Ministério da Administração Interna e contou com o Comandante Operacional da GNR, o Comandante Territorial da GNR de Évora, Coronel Joaquim Vivas, o Ministro Eduardo Cabrita e o presidente da autarquia de Reguengos de Monsaraz, José Calixto.

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