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Agricultura

EDIA garante nova campanha de rega

Serviços da EDIA estão encerradas mas fica a garantia da prestação de serviços aos agricultores

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A EDIA continua a garantir o fornecimento de água aos seus clientes bem como o apoio que até aqui tem vindo a prestar, fazendo de Alqueva o exemplo de uma agricultura solidária.

A EDIA tem a seu cargo o fornecimento de água para rega bem como para o reforço do abastecimento público e industrial.

No âmbito da evolução a situação em Portugal do Coronavírus, nomeadamente com o prolongamento do Estado de Emergência, decretado pelo Presidente da República, a EDIA mantém encerrados todos os espaços de acesso público bem como a suspensão do atendimento presencial na sua sede e nos edifícios de apoio à exploração, de acordo com o Plano de Contingência da EDIA.

Assim, aconselha-se os agricultores clientes da EDIA a utilizarem o email e o telefone para todos os contactos.

Agricultura

Quercus e GNR falam em abate ilegal de 3 mil árvores em Monforte.

Veja as declarações do dirigente da Quercus.

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ICNF ordenou a paragem imediata dos trabalhos de limpeza na herdade de Monforte

“3 mil árvores abatidas em Monforte”

O Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas ordenou “a paragem imediata” dos trabalhos de limpeza na herdade de Monforte que abateu azinheiras.

O ICNF foi informado pelo Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente da GNR sobre a identificação do abate de azinheiras.

A Direção Regional de Conservação da Natureza e Florestas do Alentejo esteve igualmente no local e testemunhou o abate de azinheiras jovens por excesso de densidade, sem autorização, realização de podas de formação e podas de manutenção executadas de forma excessiva”.

Entretanto a Quercus solicitou ao Serviço de Proteção da Natureza e Ambiente da GNR, para fiscalizar com regularidade no sentido de impedir a continuação do corte de azinheiras, assim com das podas abusivas.

A Quercus exige que sejam apuradas responsabilidades sobre a poda e corte ilegal de azinheiras, relembrando que fica proibida a alteração do uso do solo durante 25 anos, o estabelecimento de quaisquer novas atividades, designadamente agrícolas, industriais ou turísticas, conforme legislação aplicável.

Veja as declarações de José Janela da Quercus.

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