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Agricultura

EDIA com capitais positivos de 40 milhões € em 2019

A EDIA pertence ao setor empresarial do Estado, sob a tutela do Ministério da Agricultura, e tem a missão de conceber, construir, explorar e promover o Empreendimento de Fins Múltiplos de Alqueva.

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A EDIA – Empresa de Desenvolvimento e Infra-estruturas do Alqueva fechou o ano de 2019 com capitais próprios positivos em cerca de 40 milhões de euros, revela o comunicado da empresa enviado à CMVM – Comissão do Mercado de Valores Mobiliários.

De acordo com esse documento, além deste reforço da situação patrimonial, a gestora do projeto de regadio do Alqueva assinala que os resultados financeiros da empresa apresentaram no ano passado uma melhoria de dois milhões de euros.

“O resultado líquido do exercício seguiu a mesma tendência, melhorando cerca de 1,3 milhões de euros, mantendo, contudo, ainda um valor negativo de 2,7 milhões de euros em virtude do peso dos resultados financeiros, imparidades do investimento e amortizações”, avança o referido comunicado.

A administração da EDIA explica esta situação com “a subida dos encargos com fornecimentos e serviços externos para 25 milhões de euros”, que “está relacionada essencialmente com as maiores necessidades energéticas associada ao grande aumento do volume de água bombeado pelas estações elevatórias do sistema”.

“A redução dos encargos financeiros continuou a trajetória positiva, fruto das baixas taxas de juro e da redução da dívida com aumentos de capital pelo acionista”, destaca a empresa liderada por José Pedro Salema.

O presidente do conselho de administração da empresa revela, em nota incluída no referido relatório e contas, que “o sucesso da componente hidroagrícola do projeto Alqueva é hoje completamente inequívoco”.

Agricultura

Quercus e GNR falam em abate ilegal de 3 mil árvores em Monforte.

Veja as declarações do dirigente da Quercus.

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ICNF ordenou a paragem imediata dos trabalhos de limpeza na herdade de Monforte

“3 mil árvores abatidas em Monforte”

O Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas ordenou “a paragem imediata” dos trabalhos de limpeza na herdade de Monforte que abateu azinheiras.

O ICNF foi informado pelo Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente da GNR sobre a identificação do abate de azinheiras.

A Direção Regional de Conservação da Natureza e Florestas do Alentejo esteve igualmente no local e testemunhou o abate de azinheiras jovens por excesso de densidade, sem autorização, realização de podas de formação e podas de manutenção executadas de forma excessiva”.

Entretanto a Quercus solicitou ao Serviço de Proteção da Natureza e Ambiente da GNR, para fiscalizar com regularidade no sentido de impedir a continuação do corte de azinheiras, assim com das podas abusivas.

A Quercus exige que sejam apuradas responsabilidades sobre a poda e corte ilegal de azinheiras, relembrando que fica proibida a alteração do uso do solo durante 25 anos, o estabelecimento de quaisquer novas atividades, designadamente agrícolas, industriais ou turísticas, conforme legislação aplicável.

Veja as declarações de José Janela da Quercus.

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