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É desta que reconquistamos Olivença. História chega ao teatro.

A Reconquista de Olivenza, uma criação de Ricardo Neves-Neves e Filipe Raposo, estreia a 6 de Fevereiro no São Luiz Teatro Municipal

Rádio e Televisão do Sul | TDS

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A Reconquista de Olivenza é o novo espetáculo que junta o dramaturgo e encenador Ricardo Neves-Neves e o pianista e compositor Filipe Raposo, depois de Banda Sonora.

A história de Olivenza, parcela alentejana do território português ocupada em 1801 por Espanha, conta-se em palco num exercício fantasioso sobre o Poder e a Política, com muito muito humor e muito muito pouco nacionalismo…

Uma comédia, comandada por sete bolas de cristal e onde não faltam uma Rainha Mãe de Portugal materialista-reducionista, um dragão voador profético, gémeos herdeiros, bolas de Berlim do Califa, infantes espanhóis, uma enviada especial chinesa, Mary Poppins e até Nossas Senhoras que leem tarot. Como se diz em cena, “tragam os canhões, as baionetas, as bestas e as catapultas. Estamos de partida! Todos pela Ponte 25 de Abril, seguindo pelo Alentejo até Olivenza.”

Com Ana Valentim, Bruno Huca, David Mesquita, David Pereira Bastos, Diana Vaz, Joana Campelo, Márcia Cardoso, Rafael Gomes, Rita Cruz, Ruben Madureira, Sandra Faleiro, Samuel Alves, Sílvia Figueiredo, Sílvia Filipe, Sissi Martins, Susana Madeira, Tadeu Faustino, Tânia Alves, Teresa Coutinho, Teresa Faria, Tiago da Cruz e Vítor Oliveira

MÚSICOS Nelson Nogueira, Malu Santos, Eurico Cardoso, Abel Gomes, Romeu Santos, Tânia Mendes, Cristiano Rios, Natália Grossmanová, Filipe Freitas, Marta Xavier, Gonçalo Pereira, Ricardo Alves, Pedro Pereira, Óscar Carmo, Hélder Rodrigues, Jenny Silvestre

MAESTRO Cesário Costa

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Primeiros nomes para o FMM de Sines

A 22.ª edição do FMM Sines – Festival Músicas do Mundo realiza-se de 18 a 25 de julho de 2020. De 18 a 20 de julho, o festival estará sedeado na aldeia de Porto Covo. No dia 21, transita para a cidade de Sines, onde permanece até dia 25.

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O FMM Sines – Festival Músicas do Mundo, o festival da “música com espírito de aventura”, regressa a Sines e Porto Covo de 18 a 25 de julho de 2020.

As primeiras confirmações do programa de concertos desta 22.ª edição são Amadou & Mariam with Blind Boys of Alabama (Mali / EUA), Ava Rocha (Brasil), Mon Laferte (Chile), Niño de Elche (Espanha), Nitin Sawhney (Reino Unido), Rasha Nahas & Band (Palestina), Rhiannon Giddens with Francesco Turrisi (EUA / Itália) e Third World (Jamaica).

Amadou & Mariam with Blind Boys of Alabama junta a dupla de maior projeção da música do Mali a uma formação lendária da música gospel. No FMM Sines, passam para o palco o seu álbum de 2019, “From Bamako to Birmingham”.

Amadou & Mariam deram os primeiros passos na música há mais de 40 anos, num instituto para jovens cegos, em Bamako. Aí aprenderam os blues do Mali que dariam consistência ao seu percurso. Descobertos pelo público internacional nos anos 90, Amadou Bagayoko (guitarra e voz) e Mariam Doumbia (voz) tornaram-se um fenómeno da pop africana, colaborando com artistas como Manu Chao e Damon Albarn.

As raízes dos Blind Boys of Alabama remontam ao final dos anos 30 do século XX. Ao longo de 70 anos, têm sido um nome essencial da música gospel, da luta pelos direitos civis e da cultura afroamericana em geral. Venceram cinco Grammy e receberam alguns dos maiores reconhecimentos culturais concedidos nos EUA. Do repertório clássico a composições de autores como Eric Clapton, Prince e Tom Waits, unem a história e a modernidade da música gospel.

Ava Rocha, outra artista confirmada no FMM Sines 2020, é uma cantora, compositora e cineasta brasileira / colombiana. Conta com três álbuns gravados, o último dos quais “Trança”, com músicas em português e espanhol, onde combina referências encontradas no tropicalismo, new wave, pós-punk, samba, bossa nova e música afro-brasileira. Pelo segundo álbum, “Ave Patrya Yndia Yracema”, foi eleita uma das melhores artistas de 2015 pelo jornal New York Times e eleita artista revelação nos prémios Multishow e da Associação Paulista de Críticos de Arte.

Mon Laferte iniciou-se na música aos 13 anos, no Conservatório de Música de Viña del Mar, Chile. Mais tarde, ganhou experiência no circuito de bares de Valparaíso. Em pouco tempo, seria reconhecida como uma das principais cantautoras da sua geração, no Chile, mas também por toda a América Latina, EUA e Espanha. O seu álbum de estreia, “Vol. 1”, foi quádrupla platina no México e 16 vezes disco de platina no Chile. Venceu o prémio Gaviota de Oro no festival de Viña del Mar, em 2017. O seu terceiro álbum, “Norma”, conquistou a categoria de Melhor Álbum de Música Alternativa nos Grammy Latinos 2019.

Francisco Contreras Molinas, conhecido como Niño de Elche (nasceu em Elche, na Comunidade Valenciana), é um poeta e cantor que se tem dedicado a abrir novos caminhos para a mais universal das músicas de Espanha, o flamenco. Com sete álbuns a solo, estreia-se no FMM na sequência do lançamento de “Colombiana”, em 2019. Produzido por Eblis Álvarez, músico colombiano que já esteve em Sines várias vezes, este disco recupera para o flamenco a influência que a certa altura nele tiveram os ritmos africanos e ameríndios trazidos de volta dos países da América colonizada por Espanha.

Nitin Sawhney, vencedor do prémio Ivor Novello Lifetime Achievement Award, atribuído pela BASCA – Academia Britânica de Autores-Compositores, é um dos grandes músicos do nosso tempo. Um “homem do Renascimento”, desdobra-se nas facetas de produtor, autor de canções, DJ, multi-instrumentista e compositor para orquestra. Tem 20 álbuns de estúdio com o seu nome e participações musicais nas áreas do cinema, dos videojogos, da dança e do teatro. Em 2019, celebrou o 20.º aniversário do seu álbum seminal “Beyond Skin” e encontra-se a trabalhar num novo disco. Em Sines, deverá apresentar-se em formação de quinteto.

Rasha Nahas, 23 anos, é uma cantora, guitarrista, cantautora e performer, uma nova voz na música independente que faz a ligação entre o Médio Oriente e a Europa. Nascida numa família palestina de Haifa, atualmente vive em Berlim. Canta em árabe e inglês e habita uma sonoridade com ressonâncias da era rockabilly e ecos do free jazz. Já atuou em alguns dos principais festivais europeus, como Glastonbury e Sziget, e tem o lançamento do primeiro álbum marcado para os primeiros meses de 2020.

Rhiannon Giddens with Francesco Turrisi é o encontro de uma artista folk norte-americana, intérprete de rabeca e banjo, com um pianista e percussionista italiano experimentado no jazz, na música antiga e nas músicas do Mediterrâneo. Num contacto ocasional que mantiveram na Irlanda descobriram as afinidades entre as melodias de banjo dos trovadores da América do século XIX com os ritmos do “tamburello” (pandeireta) siciliano. Desse encontro partiram depois à procura de outros parentescos em músicas de África, Médio Oriente, Europa do Sul e Inglaterra. “There is no Other”, álbum de 2019, mapeia essas viagens.

Confirma-se ainda em Sines em 2020 a presença de Third World, um dos grupos de reggae com maior longevidade, ativo desde 1973. Ao longo de mais de quatro décadas, a sua fusão de reggae com elementos de R&B, funk, pop, rock, dancehall e rap valeu-lhes nove nomeações para os prémios Grammy, êxitos que marcaram épocas (incluindo “Now That We Found Love”, “96 Degrees in the Shade” e “Try Jah Love”) e casas cheias em palcos de seis continentes. O seu historial inclui outros momentos altos, como as gravações e digressões com Bob Marley, Stevie Wonder e Santana. Prova de que continuam em grande forma, o seu novo álbum, “More Work to Be Done”, esteve nomeado na categoria de Melhor Álbum Reggae dos Grammy 2020.

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