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Economia

Dona do Pingo Doce e Recheio paga Unidade de Cuidados Intensivos no Hospital de Évora.

O Grupo Jerónimo Martins vai viabilizar, com um investimento superior a 320 mil euros, a conclusão da montagem de uma segunda unidade de cuidados intensivos.

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O Grupo Jerónimo Martins vai viabilizar, com um investimento superior a 320 mil euros, a conclusão da montagem de uma segunda unidade de cuidados intensivos no Hospital do Espírito Santo de Évora, o Hospital Central do Alentejo.

Investimento da Jerónimo Martins viabiliza segunda unidade de cuidados intensivos do Hospital Central do Alentejo

Entre os equipamentos doados pelo Grupo Jerónimo Martins encontram-se um RX Portátil, uma central de monitorização, 14 monitores e 14 módulos de capnografia (tecnologia que permite avaliar o estado ventilatório de um doente), um capnógrafo para ventilador G5, um adaptador para capnógrafo e 60 seringas SPACE.

A nova unidade aumenta significativamente a capacidade de resposta da região ao que puder ainda vir a ser a evolução da pandemia COVID-19, já que permitirá tratar 12 doentes em fase aguda da doença, isto é, com insuficiência respiratória e necessidade de suporte de ventilação.

Apesar de o Alentejo ser, à data e a grande distância, a região de Portugal Continental com o menor número de infectados (85) e a única sem qualquer registo de morte resultante da pandemia COVID-19, o muito elevado índice de envelhecimento populacional constitui ali um factor de preocupação adicional.

Com o financiamento garantido pelo Grupo Jerónimo Martins, o Hospital do Espírito Santo de Évora já colocou todas as encomendas junto das empresas fabricantes e espera começar a receber os equipamentos ainda este mês.

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Economia

Alcácer do Sal vai produzir 300 toneladas anuais de cevada para a Central de Cervejas 

Central de Cervejas vai criar uma fileira de produção de cevada dística

Rádio e Televisão do Sul | TDS

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O projeto começou a ser desenhado em 2019 em conjunto com a empresa Agri Marketplace e vai ser implementado pelos produtores de arroz da região do Vale do Sado com garantia de aquisição dessa produção pela Central de Cervejas.

“Central de Cervejas vai criar uma fileira de produção de cevada dística no concelho de Alcácer do Sal”

Com o objetivo de potenciar a inovação na cadeia de valor e de promover a agricultura nacional, a Central de Cervejas vai criar uma fileira de produção de cevada dística no concelho de Alcácer do Sal com a implantação de uma área total de 100 hectares de produção de cevada, distribuídos por três produtores agrícolas e com uma estimativa de produção anual total de 300 toneladas de cevada dística.

Esta iniciativa conjunta surge como resposta ao problema de escassez de água que a região do Vale do Sado tem sofrido nos últimos anos, acrescido dos constrangimentos de acesso a água em 2020, como consequência de obras a decorrer nos canais de rega, o que afetou negativamente a produção de arroz.

A criação desta nova fileira de cevada em Alcácer do Sal é também uma oportunidade para os produtores agrícolas desta região mitigarem efeitos da situação de crise dos últimos anos, através deste rendimento alternativo e, simultaneamente, uma diversificação agrícola a longo prazo, através da implementação de uma cultura de sequeiro.

Também foi possível dinamizar outras entidades da região, como a APARROZ – Agrupamento de Produtores de Arroz do Vale do Sado, através da sua prestação de serviços de beneficiação e armazenamento do cereal.

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