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Saúde

Covid 19: Surto da Póvoa de S.Miguel com mais 3 casos.

Neste momento o concelho tem 47 casos ativos de COVID-19.

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O Serviço Municipal de Proteção Civil de Moura informa que, dos 99 testes realizados à COVID-19 em Póvoa de São Miguel na última terça-feira, dia 28 de julho, resultaram 4 casos positivos confirmados de infeção pelo novo Coronavírus SARS-CoV-2, designadamente 3 em Póvoa de São Miguel e 1 em Moura.

“Póvoa de S.Miguel chega aos 31 casos ativos”

De acordo com a informação disponibilizada pela Autoridade de Saúde Pública da ULSBA há também a registar um caso recuperado em Santo Aleixo da Restauração.

Neste momento o concelho tem 47 casos ativos de COVID-19, verificando-se 6 em Moura, 10 em Amareleja e 31 em Póvoa de São Miguel.

O Serviço Municipal de Proteção Civil recomenda a toda a população que cumpra de forma rigorosa as orientações emanadas pela Direção Geral da Saúde, nomeadamente a higienização frequente das mãos, utilização de máscara e o cumprimento do distanciamento social.

Saúde

Lar de Reguengos não cumpria orientações da DGS diz auditoria da Ordem dos Médicos.

Relatório afirma que doentes foram mantidos “em circunstâncias penosas”, facilitando o crescimento do surto.

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Relatório afirma que doentes foram mantidos “em circunstâncias penosas”, facilitando o crescimento do surto.

“Morreram 18 pessoas do lar de Reguenguos de Monsaraz”

O lar não cumpria as orientações da Direção-Geral da Saúde (DGS), conclui uma auditoria da Ordem dos Médicos, que aponta responsabilidades à administração.

O relatório já foi enviado ao Ministério Público, Ministério da Saúde, Direção-Geral da Saúde e à Ordem dos Advogados

A comissão de inquérito da Ordem dos Médicos diz que não era possível cumprir “o isolamento diferenciado para os infetados ou sequer o distanciamento social para os casos suspeitos”.

“Não existia, por exemplo, definição de circuitos de limpos e de sujos, o que foi feito apenas a 26 de junho, nove dias depois de ter sido confirmado o primeiro caso”, sublinha o relatório da auditoria.

A comissão conclui que “os recursos humanos foram insuficientes para a prestação de cuidados adequados no lar, mesmo antes da crise de covid-19, uma situação que se agravou com os testes positivos entre os funcionários, que os impediram de trabalhar”.

O Ministério Público tem vindo a fazer averiguações devendo abrir um inquérito ao caso.

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