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COVID-19: Recuperados aumentam no Alentejo.

Do interior ao litoral não faltam histórias bem sucedidas

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Números são otimistas e nalguns concelhos os recuperados já são quase tantos como os doentes.

“… casos de sucesso na região que menos casos tem conhecido no continente. “

São cada vez mais os casos de sucesso na região Alentejo. Do interior ao Litoral acumulam-se as recuperações. Em Évora já se registam pelo menos 5 doentes recuperados. Pelo menos um esteve na Unidade de cuidados Intensivos.

Em Reguengos de Monsaraz já se regista um recuperado dos 8 doentes que chegaram a registar-se.

Em Montemor o Novo também existe uma pessoa que recuperou da COVID-19.

No litoral alentejano o destaque vai para Santiago do Cacem já com 5 doentes recuperados enquanto em Grândola se registam 4 ‘histórias’ bem sucedidas.

Em Odemira e Alcácer do Sal com duas recuperações por concelho. Sines tem um doente recuperado.

No baixo Alentejo em Vila Verde de Ficalho, concelho de Serpa, já recuperaram duas pessoas.

A nível nacional já recuperaram 1143 pessoas.

Vizinhos espanhóis ajudam Vila Verde de Ficalho

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Passadiços no Pulo do Lobo custam quase meio milhão de euros e alteram a imagem da encosta.

A obra é financiada por fundos comunitários. Veja imagens de drone.

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foto e vídeo: TDS (direitos reservados)

Câmara de Serpa investe mais de 460 mil euros na construção dos passadiços no Pulo do Lobo.

“Passadiços estão quase prontos”

A obra vai permitir descer a encosta e observar as várias espécies de flora e fauna em pleno Parque Natural do Vale do Guadiana.

“A criação dos passadiços do Pulo do Lobo decorre da estratégia de desenvolvimento traçada pela Câmara de Serpa, onde a salvaguarda e valorização do património são determinantes, neste caso do património natural”, referiu Tomé Pires, presidente da autarquia, acrescentando que os passadiços que estão a ser construídos pela encosta da margem esquerda do Guadiana e que se estendem até à queda de água vão “valorizar a paisagem, permitindo a circulação e acesso à margem do Rio Guadiana, nas imediações da cascata, através de estruturas [em madeira] de acesso exclusivamente pedonal e integradas no meio natural”.

Os 50 metros, íngremes, até à margem do rio vão poder ser feitos em segurança, através de uma escadaria em madeira, com cerca de 300 degraus.

Ao longo das escadas, a cada 18 degraus, existem patamares para descanso dos visitantes e que servem também como miradouros.

Os passadiços oferecem uma vista privilegiada para a cascata do Pulo do Lobo, uma queda de água situada no Rio Guadiana.

Formada pelas águas do Rio Guadiana, a cascata tem “águas claras e cristalinas” que formam “um mar de espuma pelo meio de umas montanhas rochosas”, desaguando depois num lago com águas calmas.

O Pulo do Lobo é também um lugar de lendas e histórias.

A mais conhecida dá conta de um “homem audaz ou um lobo acossado que poderiam transpor só com um salto o desnível estreito e natural”.

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