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Saúde

COVID-19: Número de doentes activos é insignificante no Alentejo.

Apesar do aumento de casos na região.

Rádio e Televisão do Sul | TDS

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Números da DGS referem total de doentes desde o início da pandemia

“DGS não refere número de doentes recuperados em termos regionais”

Alentejo com mais um caso de COVID 19 no entanto o número actual de doentes activos é insignificante na região. A título de exemplo no distrito de Évora registaram-se até hoje 58 pessoas doentes com covid 19 mas 55 já recuperaram.

O que quer dizer que no total dos 14 concelhos do Alentejo Central existem nesta altura apenas 3 doentes activos.

Saúde

Luís Simão está indignado com a Autoridade de Saúde do Alentejo

Presidente da Câmara de Mora já lamentou situação ao governo.

Rádio e Televisão do Sul | TDS

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Delegado de Saúde Coordenador – Augusto Santana Brito (Unidade de Saúde Pública do Agrupamento de Centros de Saúde do Alentejo Central )

O Presidente da Câmara Municipal de Mora, Luís Simão Matos, mostrou-se indignado com as Autoridades de Saúde Pública do Alentejo.

“A ARS Alentejo está há quase duas semanas sem reportar dados a grande parte das autarquias.”

Em causa está o facto de não conseguirem dar resposta ao reporte de dados da pandemia, que colocou o concelho de Mora com risco muito elevado de transmissão da Covid-19, com medidas mais restritivas para os munícipes, comércio e restauração, que o que realmente acontece no concelho.

Segundo o Presidente, além dos casos afectos ao lar de Cabeção, existem na comunidade cerca de uma dúzia de casos, o que faria com que o concelho ficasse fora dos concelhos de risco elevado, e com as medidas menos penalizadoras para a comunidade, sobretudo para o comércio do concelho.

Luís Simão Matos em declarações ao ‘Notícias do Sorraia’ refere que já alertou as autoridades, nomeadamente o Secretário de Estado Jorge Seguro Sanches, responsável por gerir a situação da pandemia no Alentejo, que lhe referiu que a Direcção Geral de Saúde poderá ter colocado os casos afectos ao surto do Lar de Cabeção como casos da comunidade, por estes eventualmente continuarem a ter as suas moradas de residência, o que acabou por agravar a situação.

O autarca irá tentar ainda assim sensibilizar as autoridades de saúde, inclusive o Primeiro-ministro, para que revejam quanto antes a situação, de modo a que possam reverter o estado de emergência decretado para o concelho, facto que continua a ser agravado pela falta de informação prestada às autarquias por parte da ARS Alentejo.

A Administração Regional de Saúde do Alentejo está há quase duas semanas sem reportar dados a grande parte das autarquias.

O autarca lamenta a situação, que não só prima os munícipes da sua liberdade, como prejudica o comércio e restauração do concelho.

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