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Sociedade

COVID-19: GNR descontaminou cerca de 3000 ambulâncias e mais de 100 instalações

Esta estrutura, que integra cerca de 60 militares, altamente especializados em matérias perigosas e agentes NRBQ (nucleares, radiológicos, biológicos e químicos), tem sido empenhada diariamente para conter a propagação da pandemia.

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O núcleo de matérias perigosas da Unidade de Emergência de Proteção e Socorro (UEPS) da GNR procedeu à descontaminação de cerca de 3 000 ambulâncias e mais de 100 instalações, desde o início da pandemia COVID-19, até hoje.

“Esta estrutura, que integra cerca de 60 militares, altamente especializados em matérias perigosas e agentes NRBQ (nucleares, radiológicos, biológicos e químicos), tem sido empenhada diariamente para conter a propagação da pandemia.”

No âmbito da intervenção em instalações, este núcleo especial tem vindo a ser acionado diariamente, designadamente para a descontaminação de estabelecimentos hospitalares, IPSS, lares de idosos, creches, centros de dia, e outro tipo de infraestruturas, aqui se incluindo instalações e viaturas da própria Guarda.

Adicionalmente, destaca-se o empenho dos seus militares para garantir o funcionamento ininterrupto, o cuidado rigoroso e atenção redobrada que merecem, em Lisboa e no Porto, duas linhas de descontaminação exclusivas para ambulâncias e viaturas médicas de emergência e reanimação do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), da Cruz Vermelha Portuguesa e dos Bombeiros, oriundas de todo o país, registando-se uma descontaminação média diária de 50 viaturas.

Incêndios

Proteção Civil de Beja quer meio aéreo em Moura

Em causa as distâncias entre os corpos de bombeiros que coloca em causa o ataque inicial aos incêndios.

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A Comissão Distrital de Proteção Civil de Beja, emitiu uma tomada de posição sobre a não colocação do meio aéreo de ataque inicial de combate a incêndios rurais, no Centro de Meios Aéreos de Moura, em resultado da Diretiva Operacional n.2 – DECIR 2020. 

“Comando Distrital da Proteção Civil de Beja pretende que o meio aéreo seja posicionado em Moura “

No documento é referido que as distâncias entre Corpos de Bombeiros são elevadas, existindo entre eles uma distância média de 30 Km, o que em termos de ataque inicial aos incêndios e apoio dos meios em triangulação e reforço se torna muito moroso. 

Também a dificuldade em aceder, por meios terrestres, a algumas áreas do território que fica assim sem cobertura aérea de meio de ataque inicial de combate a incêndios, vem reforçar ainda mais a necessidade do seu posicionamento no Centro de Meios Aéreos de Moura por forma a dar cobertura aos concelhos de Moura, Barrancos, Mértola e Serpa. 

A Comissão Distrital de Proteção Civil de Beja recorda ainda que o C.M.A. de Moura está dotado de instalações capazes de receber o meio aéreo de ataque inicial e respetiva equipa, tendo sido alvo de obras de melhoramento no ano transato. 

Esta tomada de posição, reafirma a posição das autarquias de Moura, Barrancos, Mértola e Serpa, que solicitaram na semana passada, com carácter de urgência, uma reunião com o Ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, por forma a que esta situação seja ultrapassada. Veja AQUI notícia da TDS. 

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