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COVID-19: Foco de Moura teve origem em Espanha. Elemento da comunidade foi o transmissor. – TDS Radio e Televisão do Sul
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COVID-19: Foco de Moura teve origem em Espanha. Elemento da comunidade foi o transmissor.

Bairro está cercado pela GNR. Resultados de novos testes deverão ser conhecidos nas próximas horas.

Foto: Bruno Baltazar | TDS
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O filho do homem de 54 anos que está internado no Hospital de Beja com COVID 19, terá sido o agente transmissor e que deu origem ao foco de Moura.

O homem terá estado, segundo o pai confidenciou, em Espanha em trabalho.

Terá sido ele o agente transmissor que terá vindo a infectar grande parte da comunidade cigana constituída por cerca de 150 pessoas.

O vírus terá a circular por toda a comunidade.

Nesta altura já estão confirmados 35 casos de COVID 19, todos da comunidade cigana de Moura, e é aguardado o resultado de dezenas de testes entretanto realizados.

Para já estão infectados 18 adultos e 17 crianças.

As autoridades mantém-se no terreno. O bairro do Espadanal está cercado por militares da GNR.

São proibidas as entradas e saídas. É apenas permitido o acesso a viaturas de assistência médica ou alimentar.

COVID-19: Foco de Moura afecta Hemodiálise de Beja. Uma funcionária e 2 utentes infectados.

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Passadiços no Pulo do Lobo custam quase meio milhão de euros e alteram a imagem da encosta.

A obra é financiada por fundos comunitários. Veja imagens de drone.

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foto e vídeo: TDS (direitos reservados)

Câmara de Serpa investe mais de 460 mil euros na construção dos passadiços no Pulo do Lobo.

“Passadiços estão quase prontos”

A obra vai permitir descer a encosta e observar as várias espécies de flora e fauna em pleno Parque Natural do Vale do Guadiana.

“A criação dos passadiços do Pulo do Lobo decorre da estratégia de desenvolvimento traçada pela Câmara de Serpa, onde a salvaguarda e valorização do património são determinantes, neste caso do património natural”, referiu Tomé Pires, presidente da autarquia, acrescentando que os passadiços que estão a ser construídos pela encosta da margem esquerda do Guadiana e que se estendem até à queda de água vão “valorizar a paisagem, permitindo a circulação e acesso à margem do Rio Guadiana, nas imediações da cascata, através de estruturas [em madeira] de acesso exclusivamente pedonal e integradas no meio natural”.

Os 50 metros, íngremes, até à margem do rio vão poder ser feitos em segurança, através de uma escadaria em madeira, com cerca de 300 degraus.

Ao longo das escadas, a cada 18 degraus, existem patamares para descanso dos visitantes e que servem também como miradouros.

Os passadiços oferecem uma vista privilegiada para a cascata do Pulo do Lobo, uma queda de água situada no Rio Guadiana.

Formada pelas águas do Rio Guadiana, a cascata tem “águas claras e cristalinas” que formam “um mar de espuma pelo meio de umas montanhas rochosas”, desaguando depois num lago com águas calmas.

O Pulo do Lobo é também um lugar de lendas e histórias.

A mais conhecida dá conta de um “homem audaz ou um lobo acossado que poderiam transpor só com um salto o desnível estreito e natural”.

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