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COVID-19: Foco de Moura afecta Hemodiálise de Beja. Uma funcionária e 2 utentes infectados. – TDS Radio e Televisão do Sul
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COVID-19: Foco de Moura afecta Hemodiálise de Beja. Uma funcionária e 2 utentes infectados.

Homem da comunidade cigana que faz hemodiálise em Beja terá transmitido o vírus a pelo menos duas pessoas fora da comunidade.

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O elemento da comunidade cigana de Moura, que faz hemodiálise em Beja, terá infectado pelo menos duas pessoas. A notícia foi confirmada à TDS por fonte próxima dos serviços.

O homem de 54 anos está agora internado no Hospital de Beja e é um dos utentes infectados.

A outra pessoa é uma mulher também ela utente do serviço de hemodiálise de Beja. O homem e a mulher foram transportados na mesma ambulância para fazer o tratamento antes de saberem que o homem estava com a COVID 19.

A TDS sabe também que uma funcionária administrativa dos serviços da Hemodiálise de Beja está com COVID 19. A mulher terá sido infectada igualmente pelo utente proveniente da comunidade cigana de Moura.

Todos os médicos e enfermeiros do serviço já realizaram testes mas todos tiveram o resultado negativo. Serão agora feitos testes a todos os utentes da hemodiálise.

Um grupo de funcionários está nesta altura a cumprir um período de quarentena.

Os doentes em programa regular de hemodiálise constituem grupo de risco, pela debilidade ao nível do sistema imunitário decorrente da Doença Renal Crónica.

Recorde-se que os veículos de transportes de doentes não urgentes, por transportarem várias pessoas ao longo de um dia, podem inadvertidamente contribuir para a transmissão indireta do vírus SARS-CoV-2, causador da doença COVID-19.

O vírus pode permanecer ativo em diversas superfícies à temperatura ambiente por longos períodos, desde horas a dias.

COVID-19: Foco de Moura teve origem em Espanha. Elemento da comunidade foi o transmissor.

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Passadiços no Pulo do Lobo custam quase meio milhão de euros e alteram a imagem da encosta.

A obra é financiada por fundos comunitários. Veja imagens de drone.

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foto e vídeo: TDS (direitos reservados)

Câmara de Serpa investe mais de 460 mil euros na construção dos passadiços no Pulo do Lobo.

“Passadiços estão quase prontos”

A obra vai permitir descer a encosta e observar as várias espécies de flora e fauna em pleno Parque Natural do Vale do Guadiana.

“A criação dos passadiços do Pulo do Lobo decorre da estratégia de desenvolvimento traçada pela Câmara de Serpa, onde a salvaguarda e valorização do património são determinantes, neste caso do património natural”, referiu Tomé Pires, presidente da autarquia, acrescentando que os passadiços que estão a ser construídos pela encosta da margem esquerda do Guadiana e que se estendem até à queda de água vão “valorizar a paisagem, permitindo a circulação e acesso à margem do Rio Guadiana, nas imediações da cascata, através de estruturas [em madeira] de acesso exclusivamente pedonal e integradas no meio natural”.

Os 50 metros, íngremes, até à margem do rio vão poder ser feitos em segurança, através de uma escadaria em madeira, com cerca de 300 degraus.

Ao longo das escadas, a cada 18 degraus, existem patamares para descanso dos visitantes e que servem também como miradouros.

Os passadiços oferecem uma vista privilegiada para a cascata do Pulo do Lobo, uma queda de água situada no Rio Guadiana.

Formada pelas águas do Rio Guadiana, a cascata tem “águas claras e cristalinas” que formam “um mar de espuma pelo meio de umas montanhas rochosas”, desaguando depois num lago com águas calmas.

O Pulo do Lobo é também um lugar de lendas e histórias.

A mais conhecida dá conta de um “homem audaz ou um lobo acossado que poderiam transpor só com um salto o desnível estreito e natural”.

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