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COVID 19 | EVORATECH já fez 800 viseiras e entrega mais 2 mil em breve.

Já entregaram mais de 800 viseiras de proteção individual, produzidas em apenas uma semana. Mais 2 mil unidades estarão prontas para entrega nos próximos dias.

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Os técnicos do Fablab (Laboratório de Fabricação) da Évoratech, reconhecendo possuir a capacidade e os meios técnicos adequados, tomaram a iniciativa de produzir viseiras de proteção individual com o objetivo de equipar as diversas instituições que estão na linha da frente no combate à pandemia COVID 19.

Em destaque a recente entrega de mais de 800 viseiras de proteção individual, produzidas em apenas uma semana. Mais 2 mil unidades estarão prontas para entrega nos próximos dias.

Esta iniciativa já permitiu a entrega deste equipamento, a título gratuito, a hospitais, forças de segurança, serviços operacionais da Câmara Municipal, lares de idosos, bombeiros voluntários e unidades de saúde ao nível regional e nacional. 

O Presidente da Câmara Municipal de Évora, Carlos Pinto de Sá, visitou as instalações da EVORATECH, infraestrutura da Câmara Municipal de Évora gerida pela ADRAL – Agência de Desenvolvimento Regional do Alentejo. Carlos Pinto de Sá fez questão de transmitir pessoalmente o apoio da Autarquia à iniciativa da Incubadora de Empresas de Base Tecnológica de Évora.

Na visita às instalações, o Presidente da CME congratulou os responsáveis, transmitindo em nome da Autarquia toda a disponibilidade para apoiar a iniciativa:

“A vossa ideia de produzir estas viseiras de proteção é um excelente exemplo de solidariedade e um importante contributo na luta que todos travamos contra esta pandemia”.

Daniel Janeiro, Coordenador do EVORATECH e João Marreiros, responsável pelo Fablab, referiram ter sido determinante o apoio em donativos recebidos por parte de empresas, nomeadamente na oferta de placas de acrílico, a matéria-prima base das viseiras de proteção.

“Já entregámos 800 viseiras em menos de uma semana graças às ofertas que recebemos, e ainda temos material para produzir mais 2 mil unidades nos próximos dias”, afirmaram estes responsáveis.

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Abril foi o pior mês para o Alojamento Local.

No último mês, foram registadas apenas 189 novas unidades de alojamento local. Este número corresponde a pouco mais de 10% dos registos verificados no mesmo mês de 2019: 1750 registos.

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Abril de 2020 foi o mês com menos novos registos de alojamento local desde setembro de 2014.

O interesse pelo alojamento local praticamente desapareceu no último mês e tornou-se um ativo “quase tóxico”, segundo os dados divulgados esta segunda-feira pela consultora Imovendo.

“Os investidores nesta área já estão mesmo a apostar na venda de ativa ou no arrendamento de longa duração.”

No último mês, foram registadas apenas 189 novas unidades de alojamento local. Este número corresponde a pouco mais de 10% dos registos verificados no mesmo mês de 2019: 1750 registos.

“Esta é apenas uma evidência da falta de confiança que os investidores atualmente sentem e que revela também que as expectativas futuras para o turismo, em geral, e para o alojamento local em particular, são longe de animadoras, mesmo com os programas que algumas câmaras municipais já anunciaram, como é o caso de Porto e Lisboa”, assinala Manuel Braga, presidente executivo da Imovendo, citado em nota de imprensa.

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