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COVID-19: Alentejo vive pior momento desde início da Pandemia. – TDS Radio e Televisão do Sul
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Saúde

COVID-19: Alentejo vive pior momento desde início da Pandemia.

Crescimento no Alentejo, de dia para dia, está agora a ser muito elevado.

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Alentejo com crescimento elevado dos números

“Alentejo foi ontem a 2ª região do país com mais casos registados”

Os números são oficiais. O aumento de números no Alentejo começa a preocupar as autoridades. Hoje registou-se um aumento de 11 casos e grande parte dos doentes de Reguengos de Monsaraz ainda não está contabilizado.

A DGS não informa o número de casos recuperados por concelho no entanto o número total de infectados no Alentejo já atinge os 374.

Contudo o Alentejo ainda é a região do país com menos casos registados.

O que preocupa é o crescimento diário.

Ontem mais de 50 casos hoje o crescimento foi de mais 11 doentes.

Saúde

Novo hospital Central, em Évora, vai contar com 11 blocos operatórios.

Foi assinada a consignação da obra do novo Hospital.

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Assinada consignação da obra do Hospital Central do Alentejo

“Hospital Central do Alentejo”

A consignação da obra do Hospital Central do Alentejo foi, hoje, assinada, numa cerimónia que contou com representantes da empresa Acciona e o Presidente do Conselho Diretivo da Administração Regional de Saúde do Alentejo.

O novo hospital irá localizar-se na periferia da cidade de Évora, prevendo-se que possa servir como um pólo de atração e desenvolvimento, melhorando, também, as condições de atratividade para profissionais de saúde na região.

Envolve um investimento total superior a 180 milhões de euros, mais de 30 milhões dos quais em equipamento de tecnologia de ponta.

Aqui, destacam-se as componentes de radioterapia, de medicina nuclear e de procedimentos angiográficos de diagnóstico e terapêutica.

Este nível de diferenciação permitirá responder às necessidades da população do Alentejo, na própria região, com benefícios óbvios de acesso e comodidade para os habitantes.

O edifício, cujo projeto conta com assinatura do arquiteto Souto de Moura, ocupará uma área de 1,9 hectares e terá uma lotação de 351 camas em quartos individuais, que pode ser aumentada, em caso de necessidade, até 487.

Contará, ainda, com 30 Camas de cuidados intensivos/intermédios e 15 de cuidados paliativos.

A infraestrutura contará com 11 blocos operatórios, três dos quais para atividade convencional, seis para atividade de ambulatório e dois para atividade de urgência, cinco postos de pré-operatório e 43 postos de recobro.

A futura unidade hospitalar vai, assim, dar resposta às necessidades de toda a população do Alentejo, com uma área de influência de primeira linha que abrange cerca de 200 mil pessoas e, numa segunda linha, mais de 500 mil pessoas, que, assim, poderão contar com acesso a cuidados de saúde diferenciados, com maior proximidade e acesso mais simples.

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