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Economia

Corredor Internacional Sul avança com o subtroço Évora-Évora Norte.

Mais de 86 milhões de euros na nova consignação.

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Corredor Internacional Sul – Consignação da empreitada de construção do subtroço Évora – Évora Norte

“Nova Linha de Évora já está integralmente em fase de obra”

A Infraestruturas de Portugal consignou a empreitada de Via e Catenária entre Évora e Elvas/fronteira e de construção do subtroço entre Évora e Évora Norte, que integrará o Corredor Internacional Sul, criado no âmbito do programa de investimentos na expansão e modernização da Rede Ferroviária Nacional, Ferrovia2020.

Numa cerimónia realizada ao início da tarde de hoje na sede da IP, foi assinado o auto de consignação da obra, que foi adjudicada ao consórcio Somafel – Engenharia e Obras Ferroviárias, S.A., Teixeira Duarte – Engenharia e Construções S.A., MOTA-ENGIL, Engenharia e Construção, S.A. e MOTA-ENGIL Railway Engineering, S.A., pelo valor de 86.989.263,98 euros.

A assinatura do auto de consignação marca o início da empreitada que tem um prazo de execução de 935 dias.

O subtroço Évora – Évora Norte integra o traçado da nova Linha de Évora, com cerca de 100 quilómetros de extensão, dos quais 90 quilómetros são totalmente novos, entre esta cidade e a Linha do Leste.

Um empreendimento que, com o início desta empreitada, está agora integralmente em execução no terreno.

A empreitada consiste na construção das superestruturas de via e catenária entre Évora e Elvas/Fronteira, e construção civil (obra geral) do subtroço Évora – Évora Norte, na nova Linha de Évora, incluindo os seguintes trabalhos:

No troço Évora –Évora Norte:

Construção de um novo canal ferroviário, em variante à Linha de Évora, entre Évora (exclusive) e o quilómetro 121;

Modernização do atual traçado da Linha de Évora, entre o quilómetro 121 e Évora Norte;

Construção das instalações fixas de tração elétrica necessárias à eletrificação;

Construção das pontes ferroviárias de Xarrama, Degebe e Vale Figueira;

Construção de passagens desniveladas rodoviárias;

Instalação de infraestruturas necessárias à sinalização eletrónica, telecomunicações e GSM-R;

Instalação de torres/sites de GSM-R;

Instalação do sistema de retorno de corrente de tração e terras de proteção.

No troço Évora – Elvas/Fronteira:

Assentamento da superestrutura de via-férrea (balastro, travessas, carril, AMV), em via única, bitola ibérica (1668) entre Évora (exclusive) e a Linha do Leste, incluindo a designada Concordância de Elvas;

Assentamento da superestrutura de IFTE, entre Évora (exclusive), Elvas e a fronteira com Espanha, incluindo a designada Concordância de Elvas;

Construção de três estações técnicas.

O troço integra o novo canal ferroviário em construção entre Évora e a Linha do Leste, na ligação com a fronteira, criado numa lógica de desenvolvimento evolutivo das ligações ferroviárias a Espanha, no quadro da Rede Transeuropeias de Transportes (RTE-T) e da ligação ferroviária de mercadorias entre os portos portugueses e o resto da Europa, assegurando desde logo uma ligação de passageiros.

Serão igualmente criadas condições para a compatibilidade técnica e operacional na ligação aos troços adjacentes, e o cumprimento das disposições técnicas de interoperabilidade.

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Cimeira das Regiões Europeias a decorrer em Évora(Vídeo)

Até ao próximo dia 14 de maio.

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Cimeira das Regiões Europeias para Comunidades Inteligentes

A decorrer em Évora

Esta a decorrer em Évora até ao próximo dia 14 de maio do corrente ano, a segunda cimeira das “Regiões Europeias para Comunidades Inteligentes”.

Nesta Cimeira estão reunidos líderes locais e regionais de toda a Europa, que vão discutir formas de envolver os cidadãos e as partes interessadas na co-promoção de pequenas cidades, vilas, aldeias e regiões mais inteligentes para um amanhã melhor, bem como oradores-chave de instituições europeias.

A programação da Cimeira está dividida em fóruns, diálogos, workshops, laboratórios, momentos culturais e atividades destinadas a aprimorar o papel dos polos regionais e urbanos das Comunidades Inteligentes na realização da transformação digital verde, azul e brilhante.

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Portugueses ficam com menos de 10% do seu rendimento após pagamento das contas

70% dos portugueses afirma estar preocupado que as taxas de juro elevadas do seu país possam ter um impacto negativo no seu bem-estar financeiro. Veja outros dados.

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Portugueses ficam com menos de 10% do seu rendimento após pagamento das contas

Estudo da Intrum revela que em Portugal, 40% está nesta situação e a média europeia é de 23%

  • 10% dos portugueses afirma não ter controlo sobre o seu endividamento;
  • 70% receia que taxas de juro elevadas possam ter impacto negativo no seu bem-estar financeiro;
  • 25% dos portugueses inquiridos afirma pedir dinheiro emprestado mensalmente;

Para celebrar o Dia da Europa, a Intrum procurou perceber a vida quotidiana dos consumidores europeus assim como os seus hábitos de consumo e a capacidade para gerirem as suas finanças domésticas numa base mensal. De acordo com o estudo European Consumer Payment Report, relatório anual baseado num inquérito externo realizado simultaneamente em 24 países na Europa, totalizando mais de 24 mil participantes, os consumidores portugueses estão entre os que sentem maiores dificuldades para gerir o pagamento das suas dívidas.

À medida que a recuperação da economia acelera, o aumento da inflação em toda a Europa está a fazer com que alguns consumidores vejam as suas finanças a degradar-se. Este crescimento da inflação na Europa, causado em grande parte pelo aumento dos preços da energia e cadeias de abastecimento interrompidas, já está afazer disparar a ansiedade financeira entre os consumidores. Há, no entanto, incerteza sobre o que a inflação significaria para as famílias. De acordo com o estudo da Intrum, apenas 64% dos inquiridos entendem como o seu dinheiro seria afetado se a inflação fosse maior do que a taxa de juros sobre a poupança, por exemplo, o que realça a necessidade de uma educação financeira mais sólida.

Neste contexto de crescimento da inflação, o ECPR revela que 40% dos portugueses afirmam que após o pagamento das contas lhes sobra menos de 10% do seu rendimento, sendo provável que muitos tenham dificuldades em suportar um aumento geral nos preços. A média europeia situa-se nos 23%.

De acordo com o estudo da Intrum um em cada sete (16%) dos inquiridos afirma que não tem controlo sobre o seu endividamento. Em Portugal, 10% afirma não saber quanto deve.

Analisando por grupos etários, verificamos que as gerações mais jovens são as que revelam menos interesse em saber o valor total das suas obrigações financeiras. Dos inquiridos portugueses, a geração Z (18-21 anos) destaca-se com 23%, praticamente o dobro do grupo etário dos 22 aos 37 anos, com 12%. Também de acordo com o estudo, os Homens afirmam ter menos interesse no conhecimento das suas obrigações financeiras (13%) do que as Mulheres (7%).

Para além disso, 70% dos portugueses afirma estar preocupado que as taxas de juro elevadas do seu país possam ter um impacto negativo no seu bem-estar financeiro. Valor este significativamente superior quando comparado com a média europeia (48%).

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