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Consumidores fizeram 20 mil reclamações durante o estado de emergência.

Foram registadas pelos consumidores portugueses perto de 20 mil reclamações (19.772), um aumento de 90% face ao período homólogo (10.367).

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O Portal da Queixa analisou as reclamações recebidas durante os 45 dias em que vigorou o estado de emergência em Portugal. Foram registadas pelos consumidores portugueses perto de 20 mil reclamações (19.772), um aumento de 90% face ao período homólogo (10.367).

“Deste total de reclamações recebidas no período em análise, 25% (5.122) estão relacionadas com a pandemia de Covid-19 e 5% (999) referem-se a queixas sobre burlas e fraudes online, um ritmo de 22 reclamações por dia.

“Foram registadas pelos consumidores portugueses perto de 20 mil reclamações (19.772), um aumento de 90% face ao período homólogo (10.367).”

Só em abril, a maior rede social de consumidores de Portugal, bateu qualquer recorde, ao registar um ritmo de 450 reclamações por dia, num total mensal de 13.439 queixas.

Segundo dados disponíveis publicamente, o Portal da Queixa registou, no mês passado, o triplo das reclamações efetuadas no Livro de Reclamações Eletrónico (4.625) e mais de quatro vezes as efetuadas nas plataformas das associações de consumidores.

Com o objetivo de identificar as alterações comportamentais dos consumidores durante os três períodos do estado de emergência que vigorou em Portugal, a equipa do Portal da Queixa decidiu analisar à lupa os dados estatísticos gerados na sua plataforma pelos portugueses no âmbito das suas práticas de consumo.

Ao longo dos 45 dias, destacaram-se no ranking das categorias com maior número de reclamações: Comércio eletrónico (2643); Correio, Transporte e Logística (2533); Operadoras de TV, Net e Telefone (1563); Reservas de viagens e estadias de férias (1000) e Serviços e Administração Pública (988).

De acordo com o Portal da Queixa, face às reclamações apresentadas durante o primeiro período do estado de emergência – de 22 de março a 2 de abril -, o comportamento dos consumidores refletiu: inúmeros pedidos de reembolso de viagens e estadias de férias, uma forte adesão aos supermercados online e o exponencial aumento da utilização de tecnologia de comunicação (internet).

No top 25 das marcas mais reclamadas pelos portugueses, os cinco primeiros lugares pertenceram à: eDreams; CTT e CTT Expresso; MEO; Uber Eats e NOS.

Reclamações relativas ao período do estado de emergência em Portugal (22 março – 2 de maio)
Comércio eletrónico 2643
Correio, Transporte e Logística 2533
Operadoras de TV, Net e Telefone 1563
Reservas de viagens e estadias de férias 1000
Serviços e Administração Pública 988
Bancos e Financeiras 828
Entregas de alimentação ao domicílio 783
Hiper e Supermercados 732
Água, Eletricidade e Gás 622
Seguros Vida, Auto e Planos de saúde 375
Saúde – Hospitais e Farmácias 374
Transportes Públicos 361
Companhias Aéreas 335
Mobiliário, Decoração e Eletrodomésticos 294
Produtos e Equipamentos de Beleza 268
Desporto, Ginásios e Clubes 265
Casa, Alarmes e Limpeza 246
Empresas, Serviços e Associações 202
Casinos e Casas de Apostas 174
Imprensa, TV e Media 161
Automóveis, Motas e Bicicletas 158
Cultura, Lazer e Diversão 110
Animais 84
Educação, Formação e Emprego 33
Reclamações não aprovadas 4640
TOTAL 19772

Sociedade

Ventos fortes fazem estragos em Beja

Árvores partidas e carros destruidos em minutos

Rádio e Televisão do Sul | TDS

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Fotos: TDS

Ventos fortes

“Zona da Escola Mário Beirão com rasto de destruição “

Foram ventos fortes durante poucos minutos que deixaram um rasto de destruição.

Árvores partidas e carros destruídos foram as principais ocorrências.

Os danos serão contabilizados durante o dia segundo referiu Paulo Arsénio, presidente da Câmara Municipal de Beja.

 

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