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Política

Conheça o nome dos deputados que vão levar a vacina ignorando os mais necessitados.

João Oliveira, deputado por Évora, é um dos que recusou ser vacinado.

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A nova lista deverá definir como prioritários 26 deputados do PS, 7 do PSD, 2 do PCP, 1 do CDS, 1 do PEV e a deputada não inscrita Joacine Katar Moreira.

“Deputado dp PCP de Évora recusa passar à frente dos prioritários”

O Presidente da Assembleia da República, Eduardo Ferro Rodrigues, aceitou tomar a vacina, mas entre os quatro vice-presidentes apenas metade aceitaram passar à frente de outros grupos prioritários: António Filipe, do PCP, e Edite Estrela, do PS. Fernando Negrão, do PSD, e José Manuel Pureza, do Bloco de Esquerda entenderam que não deviam estar nesta lista.

No critério de presidentes dos grupos parlamentares são três os que vão tomar a vacina: Ana Catarina Mendes (PS), Telmo Correia (CDS) e José Luís Ferreira (PEV) estão entre os que aceitaram ser prioritários.

Já Inês Sousa Real (PAN), Pedro Filipe Soares (BE) e João Oliveira (PCP) abdicaram de tomar já a vacina, tal como Adão Silva, do PSD (apesar de constar na primeira lista enviada a Costa).

Os critérios e o método de escolha foi, aliás, diverso entre as várias bancadas.

Não houve qualquer critério científico na escolha.

A antiga líder da JS, Maria Begonha, por exemplo, tem 32 anos e faz parte da lista apenas por ser membro da comissão permanente.

Autarquias

Cabrita promete mais militares da GNR para Reguengos de Monsaraz

Promessa foi feita ao presidente da autarquia numa reunião a que assistiram o Comandante Operacional da GNR e o Comandante Territorial de Évora.

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Reunião com ‘balanço bastante positivo’, segundo José Calixto

” Audiência esteve agendada durante dois anos”

A audiência foi pedida em 2019 mas só agora, após os acontecimentos recentes, teve lugar.

Eduardo Cabrita ‘prometeu’ ao autarca que após a saída dos novos militares, que estão em formação, em Portalegre, haverá um ‘reforço significativo’ do posto de Reguengos de Monsaraz.

Uma das matérias abordadas foi o número de efectivos em Reguengos ( 24 operacionais ) e o envelhecimento dos efectivos (média etária de 49 anos).

“… tem-se registado um envelhecimento dos efectivos e em populações dispersas é mais grave quando é necessária a ajuda de outros militares”, frisou José Calixto, em declarações após a reunião com o MAI.

O número de militares em formação, segundo o autarca, aumentou significativamente. Passou de 1000 para 1400 militares o que vai promover uma maior distribuição de meios humanos.

Obras no Posto da GNR

A velha ambição de uma ‘nova’ casa para a GNR, em Reguengos de Monsaraz, também foi debatida.

” O posto territorial de Reguengos e do Destacamento são ambições antigas… foi-nos prometido que neste quadro de programação vai ser consignada essa obra”, referiu José Calixto.

O autarca ficou ainda que saiu com a garantia de uma maior presença do Corpo de Intervenção da GNR em Reguengos.

Um dos argumentos utilizados pelo autarca junto do Ministro e dos Comandos da GNR foi o crescimento claro do concelho.

Só Monsaraz recebe 100 mil habitantes por ano e o crescimento das unidades turísticas foi numa escala de 11 para 159 unidades.

Reguengos de Monsaraz tem 12 mil habitantes e ‘quer ter uma sensação de segurança’, referiu.

A reunião decorreu no Ministério da Administração Interna e contou com o Comandante Operacional da GNR, o Comandante Territorial da GNR de Évora, Coronel Joaquim Vivas, o Ministro Eduardo Cabrita e o presidente da autarquia de Reguengos de Monsaraz, José Calixto.

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