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Comunidade cigana ‘foge’ de Reguengos de Monsaraz

Foco preocupa e vírus está espalhado na comunidade.

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Pandemia no seu ponto mais preocupante em Reguengos de Monsaraz

“Comunidade cigana abandona acampamentos  e sai em direcção a Évora”

Os efeitos do novo foco de COVID 19, em Reguengos de Monsaraz, também estão a atingir a comunidade cigana residente no concelho.

Durante a manhã de sábado dezenas de homens e mulheres estão a sair dos acampamentos locais.

Uma das ‘caravanas’ ciganas está a dirigir-se em direção a Évora.

Não é conhecido nenhum caso entre pessoas desta comunidade em Reguengos de Monsaraz.

Reguengos de Monsaraz conta com 56 infectados e aguarda mais 50 resultados de análises realizadas.

Ponto de situação: 40 utentes infectados e 16 funcionários. Aguarda-se o resultado de mais 47 pessoas.

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Passadiços no Pulo do Lobo custam quase meio milhão de euros e alteram a imagem da encosta.

A obra é financiada por fundos comunitários. Veja imagens de drone.

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foto e vídeo: TDS (direitos reservados)

Câmara de Serpa investe mais de 460 mil euros na construção dos passadiços no Pulo do Lobo.

“Passadiços estão quase prontos”

A obra vai permitir descer a encosta e observar as várias espécies de flora e fauna em pleno Parque Natural do Vale do Guadiana.

“A criação dos passadiços do Pulo do Lobo decorre da estratégia de desenvolvimento traçada pela Câmara de Serpa, onde a salvaguarda e valorização do património são determinantes, neste caso do património natural”, referiu Tomé Pires, presidente da autarquia, acrescentando que os passadiços que estão a ser construídos pela encosta da margem esquerda do Guadiana e que se estendem até à queda de água vão “valorizar a paisagem, permitindo a circulação e acesso à margem do Rio Guadiana, nas imediações da cascata, através de estruturas [em madeira] de acesso exclusivamente pedonal e integradas no meio natural”.

Os 50 metros, íngremes, até à margem do rio vão poder ser feitos em segurança, através de uma escadaria em madeira, com cerca de 300 degraus.

Ao longo das escadas, a cada 18 degraus, existem patamares para descanso dos visitantes e que servem também como miradouros.

Os passadiços oferecem uma vista privilegiada para a cascata do Pulo do Lobo, uma queda de água situada no Rio Guadiana.

Formada pelas águas do Rio Guadiana, a cascata tem “águas claras e cristalinas” que formam “um mar de espuma pelo meio de umas montanhas rochosas”, desaguando depois num lago com águas calmas.

O Pulo do Lobo é também um lugar de lendas e histórias.

A mais conhecida dá conta de um “homem audaz ou um lobo acossado que poderiam transpor só com um salto o desnível estreito e natural”.

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