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‘Comissões dos direitos das crianças não podem evitar todos os casos’, diz responsável.

Rosário Farmhouse não quiz comentar caso de Setúbal. Encontro a decorrer em Reguengos de Monsaraz.

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Pavilhão Multiusos do Parque de Feiras e Exposições

Encontro Nacional das Comissões de Proteção de Crianças e Jovens

O Encontro Nacional de Avaliação da Atividade das Comissões de Proteção de Crianças e Jovens está a decorrer até 24 de junho no Pavilhão Multiusos do Parque de Feiras e Exposições de Reguengos de Monsaraz.

O encontro tem como tema “Crianças em contexto de crise” e é organizado pela Comissão Nacional de Promoção dos Direitos e Proteção das Crianças e Jovens, em articulação com a Câmara Municipal de Reguengos de Monsaraz e com a Comissão de Proteção de Crianças e Jovens do concelho.

Durante os três dias são esperadas mais de 400 pessoas, nomeadamente membros das Comissões de Proteção de Crianças e Jovens de todo o país, docentes do ensino superior e investigadores na área da infância e da juventude, magistrados judiciais e do ministério público, psicólogos, assistentes sociais, sociólogos, educadores e professores, médicos, enfermeiros, terapeutas, entre outros.

O programa do segundo dia, esta quinta feira, inicia-se às 9h30 com a sessão temática “Crianças e Saúde Mental”, que terá a participação de Rute Agulhas, psicóloga clínica e forense e de Teresa Goldschmidt, pedopsiquiatra e membro cooptado do Conselho Nacional da Comissão Nacional de Promoção dos Direitos e Proteção das Crianças e Jovens, com moderação de Paulo Guerra, Juiz Desembargador.

Pelas 11h30 vai ser apresentado o “Projeto Bem-Estar no Sistema de Proteção em Portugal” por André Tavares Rodrigues, autor e coordenador científico do projeto, seguindo-se meia hora depois a participação de membros de Comissões de Proteção de Crianças e Jovens envolvidas no projeto, nomeadamente de Matosinhos, Santa Maria da Feira, Beja, Elvas e Loulé. Às 12h30 realiza-se o debate desta temática com moderação de Maria João Leote de Carvalho, investigadora e membro cooptado do Conselho Nacional da Comissão Nacional de Promoção dos Direitos e Proteção das Crianças e Jovens.

Da parte da tarde, pelas 14h30, decorre a sessão sobre “Crianças – Violência e Conflitualidade”, com Fernanda Alves, Procuradora da República, os testemunhos de vida em contexto de violência doméstica por Luís Fernandes, psicólogo de Centro de Apoio Familiar e Aconselhamento Parental e de Cátia Silva, autora do livro “Sai da cama em que te deitas”, com moderação de António Castanho, psicoterapeuta e representante do Ministério da Administração Interna no Conselho Nacional da Comissão Nacional de Promoção dos Direitos e Proteção das Crianças e Jovens.

Às 16h30 realiza-se a sessão “Crianças – Processos de Promoção e Proteção e Lei Tutelar Educativa”, com intervenções de Maria João Fernandes, Vice-presidente da Comissão Nacional de Promoção dos Direitos e Proteção das Crianças e Jovens, Catarina Pral, representante do Ministério da Justiça no Conselho Nacional da Comissão Nacional de Promoção dos Direitos e Proteção das Crianças e Jovens e José Amaro, Diretor do Centro Educativo Navarro de Paiva, com moderação de Helena Gonçalves, Procuradora-Geral Regional de Lisboa. A fechar o dia, pelas 17h30 vai desfilar a Marcha Infantil da Associação Ani+.

Na sexta-feira, dia 24 de junho, os trabalhos abrem às 9h30 com a sessão “Crianças deslocadas da Ucrânia”, que terá a participação de Márcio Gagliato, consultor internacional da UNICEF e especialista em saúde mental e apoio psicossocial em emergências humanitárias, Sónia Almeida, Coordenadora Nacional da Garantia para a Infância, Hugo Monteiro, Inspetor do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, Ana Teresa Leal, Coordenadora do Gabinete da Família, da Criança e do Jovem da Procuradoria Geral da República, Inês Amaro, Diretora do Departamento de Desenvolvimento Social do Instituto da Segurança Social e Rita Gonçalves, Coordenadora do Núcleo de Assessoria do Apoio ao Conselho Diretivo do Alto Comissariado para as Migrações.

Pelas 11h decorre o debate com moderação de Rosário Farmhouse e meia hora depois vai atuar a Academia de Dança e Artes Performativas da Sociedade Artística Reguenguense.

A sessão de encerramento do Encontro Nacional de Avaliação da Atividade das Comissões de Proteção de Crianças e Jovens realiza-se às 11h40 com intervenções de Marta Prates, de Rosário Farmhouse e de Jorge Costa, Secretário de Estado Adjunto e da Justiça.

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Crime

Arguidos chegam ao Tribunal de Beja

Fortes medidas de segurança em Beja

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Foto: TDS (direitos reservados)

Tráfico de estupefacientes. Julgamento começou esta segunda-feira.

Início do julgamento

Mais de um milhão e duzentos mil euros em notas e 908 embalagens de canábis, com o peso global de 91,5 quilogramas, foram encontrados na manhã de 20 de maio de 2021, pelos inspetores da Unidade Nacional de Combate ao Tráfico de Estupefacientes (UNCTE) da Polícia Judiciária (PJ) quando entraram num armazém localizado na Aldeia do Ronquenho, em Ferreira do Alentejo.

Parte do dinheiro, 300 mil euros, estava guardado no interior de um veículo onde também estava o produto estupefaciente, e o resto das notas, mais de 900 mil euros estava escondido na parede do edifício, dissimulado com placas de madeira, situação que não iludiu os inspetores da PJ.

A PJ apreendeu 9,5 quilos de canábis a grupo, liderado por individuo do concelho de Aljustrel, que abastecia a Grande Lisboa e que vai ser julgado em Beja.

A operação teve como objetivo desmantelar um poderoso grupo de tráfico de estupefacientes, que operava às ordens de Joaquim F., conhecido por “Pópó”, morador em São João de Negrilhos, concelho de Aljustrel, responsável pela aquisição de grandes quantidades de canábis destinada a abastecer a região da Grande Lisboa. Foram ainda detidos de André G., morador na Aldeia do Rouquenho, próximo do armazém, ambos em prisão preventiva, e mais 10 arguidos, todos os idades compreendidas entre os 27 e os 44 anos, sendo quatro do Alentejo e os restantes da Quinta do Conde, de Setúbal, Almada e Lisboa.

A PJ seguia o grupo desde o início de 2020 e em abril desse ano teve oportunidade de deter o cabecilha da rede quando se preparava para fazer uma transação de 97 quilos de canábis, em Carnide, mas a chegada de agentes da PSP que seguiam os compradores, levou a que os “vendedores” conseguissem fugir, mas não levar consigo a droga.

Em 4 de março do ano passado, três dos arguidos deslocaram-se da Amadora a Faro para adquirirem canábis, transportando consigo 40.900 euros, mas, por motivos não apurados, o trio regressou do Algarve “de mãos vazias”, tendo sido intersetados pela PJ na A2, tendo sido apreendido o dinheiro. Um dos arguidos tentou fugir de carro, tendo por duas vezes abalroada uma das viaturas da polícia, causando danos superiores a 3.100 euros.

c/ Teixeira Correia, em Beja

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Justiça

Tribunal de Beja com fortes medidas de segurança.

Caso de grupo de tráfico de estupefacientes tem hoje o início do julgamento. Chefe do grupo tinha 900 mil € escondidos numa parede.

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Tráfico de estupefacientes. Julgamento começa esta segunda-feira.

Início do julgamento

Mais de um milhão e duzentos mil euros em notas e 908 embalagens de canábis, com o peso global de 91,5 quilogramas, foram encontrados na manhã de 20 de maio de 2021, pelos inspetores da Unidade Nacional de Combate ao Tráfico de Estupefacientes (UNCTE) da Polícia Judiciária (PJ) quando entraram num armazém localizado na Aldeia do Ronquenho, em Ferreira do Alentejo.

Parte do dinheiro, 300 mil euros, estava guardado no interior de um veículo onde também estava o produto estupefaciente, e o resto das notas, mais de 900 mil euros estava escondido na parede do edifício, dissimulado com placas de madeira, situação que não iludiu os inspetores da PJ.

A PJ apreendeu 9,5 quilos de canábis a grupo, liderado por individuo do concelho de Aljustrel, que abastecia a Grande Lisboa e que vai ser julgado em Beja.

A operação teve como objetivo desmantelar um poderoso grupo de tráfico de estupefacientes, que operava às ordens de Joaquim F., conhecido por “Pópó”, morador em São João de Negrilhos, concelho de Aljustrel, responsável pela aquisição de grandes quantidades de canábis destinada a abastecer a região da Grande Lisboa. Foram ainda detidos de André G., morador na Aldeia do Rouquenho, próximo do armazém, ambos em prisão preventiva, e mais 10 arguidos, todos os idades compreendidas entre os 27 e os 44 anos, sendo quatro do Alentejo e os restantes da Quinta do Conde, de Setúbal, Almada e Lisboa.

A PJ seguia o grupo desde o início de 2020 e em abril desse ano teve oportunidade de deter o cabecilha da rede quando se preparava para fazer uma transação de 97 quilos de canábis, em Carnide, mas a chegada de agentes da PSP que seguiam os compradores, levou a que os “vendedores” conseguissem fugir, mas não levar consigo a droga.

Em 4 de março do ano passado, três dos arguidos deslocaram-se da Amadora a Faro para adquirirem canábis, transportando consigo 40.900 euros, mas, por motivos não apurados, o trio regressou do Algarve “de mãos vazias”, tendo sido intersetados pela PJ na A2, tendo sido apreendido o dinheiro. Um dos arguidos tentou fugir de carro, tendo por duas vezes abalroada uma das viaturas da polícia, causando danos superiores a 3.100 euros.

c/ Teixeira Correia, em Beja

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Crime

Presos que recolheram droga na prisão de Beja conhecem pena quinta-feira

Homens recolheram droga enviada do exterior

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Foto: TDS (direitos reservados) Estabelecimento Prisional de Beja

Reclusos do Estabelecimento Prisional de Beja

“Droga enviada do exterior”

Os dois detidos foram ouvidos no Tribunal de Beja, esta manhã.

O Tribunal marcou já para o próximo dia 9 a leitura do acórdão.

O mesmo deverá acontecer pelas 14h00 sabe a TDS.

Os dois homens terão recolhido no pátio da cadeia droga enviada do exterior.

Os dois homens de 38 e 40 anos cumprem pena por tráfico de estupefacientes.

Os guardas prisionais detetaram o envio de sacos de droga para o interior e apanharam os dois indivíduos com parte da mesma.

Um deles com mais de 62 gramas equivalente a 298 doses e o outro com 21gramas suficientes para 87 doses.

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