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Justiça

Cinco militares da GNR acusados de ‘espancarem’ trabalhadores agrícolas indianos.

Julgamento inicia-se hoje no Tribunal de Beja.

Rádio e Televisão do Sul | TDS

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Militares, na altura dos factos, estavam nos postos da GNR de Vila Nova de Milfontes e Odemira

“Militares são acusados pelo Ministério Publico de Odemira”

Os cinco militares são acusados em co-autoria material de 2 crimes de sequestro, 4 de ofensas à integridade física qualificada e 2 de violação de domicilio.

Um dos arguidos é ainda acusado de ter ‘forjado um relatório de serviço e o auto de inquirição de uma testemunha”.

Os factos remontam a um jantar realizado num restaurante em Almograve, a 30 de setembro de 2018, quando os militares da GNR terão, segundo a acusação, ‘espancado’ durante 15 minutos um trabalhador agrícola indiano.

O trabalhador entrou durante um jantar em confronto verbal com o seu angariador profissional que terá ‘ficado a dever dinheiro a vários trabalhadores’.

Um dos militares, que tinha uma relação próxima com o angariador, chamou duas patrulhas da GNR e os cinco militares terão ‘desferido murros, pontapés, chapadas e golpes com cassetete’ contra várias vítimas.

O trabalhador mais atingido acabou por ser hospitalizado com lesões no crânio, face, pescoço e tórax para além de outras escoriações.

Os militares estão ‘suspensos do exercício de funções da GNR’ por ordem do Tribunal de Odemira.

O julgamento dos 5 militares conta com pelo menos 10 testemunhas entre vítimas, testemunhas das agressões e um capitão da GNR.

Crime

Grândola – Prisão preventiva por violência doméstica

Homem tem 59 anos de idade

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O Comando Territorial de Setúbal, através do Posto Territorial de Grândola, deteve um homem de 59 anos, no âmbito de um processo por violência doméstica, em Grândola.

“…prisão preventiva para agressor “

Na sequência de uma denúncia, os militares da Guarda deslocaram-se à morada da vítima, uma mulher de 53 anos, e verificaram que o agressor se encontrava à porta do referido local, que ao aperceber-se da presença da GNR iniciou a fuga, tendo sido alcançado pelos militares da Guarda que imediatamente realizaram a sua detenção.

O suspeito em questão já tinha sido julgado anteriormente pelo crime de violência doméstica, onde lhe havia sido decretada, por ordem judicial, a proibição de permanecer no concelho de Grândola e a utilização de pulseira eletrónica.

Após a detenção foi encaminhado para as instalações da GNR, tendo sido presente ao Tribunal Judicial de Grândola onde lhe foi decretada a medida de coação de prisão preventiva.

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