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CIMAC entrega tablets a Proteção Civil, Forças de Segurança e ICNF

O recurso aos tablets e à aplicação SIG permitirá a visualização e consulta de informação geográfica operacional e contextual do território, assim como o registo georreferenciado de eventos e ocorrências no terreno

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A CIMAC procedeu ontem à entrega de tablets aos elementos da Proteção Civil e Entidades do Distrito de Évora (SMPC, CDOS-Évora, Corporações de Bombeiros, GNR, PSP, ICNF) para produção de informação geográfica de apoio à adaptação às alterações climáticas e operações de socorro.

Foi feita a apresentação Pública da Plataforma SIG-GO (Sistema de Informação Geográfica de apoio à Adaptação às Alterações Climáticas e Gestão de Operações).

Nesta apresentação, presidida pelo Vice-Presidente da CIMAC, José Calixto, estiveram presentes elementos dos Serviços Municipais de Proteção Civil (SMPC), do Comando Distrital de Operações de Socorro de Évora (CDOS Évora), das Associações Humanitárias de Bombeiros Voluntários do Distrito, da Guarda Nacional Republicana (GNR), da Polícia de Segurança Pública (PSP) e do Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF).

No sentido de operacionalizar os objetivos do Plano Intermunicipal de Adaptação às Alterações Climáticas do Alentejo Central (PIAAC-AC), o objetivo central inscrito para o SIG-GO, desenvolvido em parceria com o Comando Distrital de Operações de Socorro de Évora, consiste na produção de uma aplicação de Sistema de Informação Geográfica para dispositivos móveis, acessível via web, de apoio aos processos de adaptação às alterações climáticas e à gestão de operações, que reúna e compatibilize todos os dados e informações essenciais para suporte à monitorização e avaliação das ocorrências.

Nesta sessão pública, foram entregues duas tipologias de tablets, sendo que os equipamentos atribuídos às Associações Humanitárias de Bombeiros Voluntários e CDOS de Évora têm características de robustez específicas para operações no terreno, tais como resistência ao choque, à prova de água e poeira e tolerância às radiações eletromagnéticas.

O recurso aos tablets e à aplicação SIG permitirá aos operacionais da proteção civil e das restantes entidades a visualização e consulta de informação geográfica operacional e contextual do território, permitirá o registo georreferenciado de eventos e ocorrências no terreno (precipitação excessiva, incêndios, deslizamentos, ondas de calor, etc.), sendo que a informação é atualizada em tempo real e disponibilizada para todos. A plataforma compreenderá ainda um módulo de divulgação destinado ao público em geral.

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Plataforma Alentejo quer reunir com Marcelo e Costa com carácter de urgência

“Convenção do Alentejo” que se irá realizar no  dia 12 de Setembro, em Évora, vai discutir os temas abordados no documento

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A Plataforma Alentejo acaba de enviar ao Presidente da República, Primeiro Ministro e partidos uma nova exposição sobre acessibilidade.

Plataforma solicita audiencias com carácter de urgência

O Secretariado da Plataforma Alentejo, dando cumprimento às decisões da sua última reunião, enviou ao Presidente da República, Primeiro Ministro e Partidos Políticos uma “Exposição sobre as acessibilidades no Alentejo”, solicitando com caráter de urgência a marcação de audiências atendendo a novos conhecimentos resultantes das suas últimas diligências e do acesso a “Estudo Técnico” da REFER sobre a Linha do Alentejo, que vem “confirmar a justeza dos trabalhos apresentados ao longo do ano pelos técnicos que apoiam a Plataforma Alentejo”, segundo refere a estrutura em comunicado.

Na “Exposição” enviada a Plataforma Alentejo quer ver abordadas e resolvidas as principais preocupações de sempre:

  1. Rede Ferroviária como base do modelo de ordenamento e gestão do território;
  2. Rede Rodoviária a concluir no Alentejo como complementar à Rede Ferroviária;
  3. Porto de Sines e a urgência de acessibilidades terrestres, sobretudo ferroviárias que lhe garanta segurança e fiabilidade junto dos operadores que a ele recorram;
  4. Aeroporto de Beja, as acessibilidades ao mesmo e o fim da sua operação intermitente;
  5. Empreendimento de Fins Múltiplos do Alqueva e a necessidade de acessibilidades para aumentar o seu potencial produtivo, atrair para o território as agro-indústrias de que carece para a sua valorização e a criação de emprego qualificado e permanente;
  6. Coutos mineiros de Neves Corvo e Aljustrel e a indústria extrativa de rochas ornamentais e a necessidade do transporte ferroviário;
  7. Turismo do Alentejo e a necessidade de resposta ao nível das acessibilidades que sustentem e permitam desenvolver o seu potencial de crescimento exponencial;
  8. Alentejo território de “objetivo 1”, logo passível de obter financiamentos da União Europeia a fundo perdido superiores a 85%, uma oportunidade que não pode ser perdida;

Segundo o documento, “É preciso e urgente que outras mudanças se verifiquem.”

A “Exposição”, irá agora ser difundida entre os primeiros subscritores da Plataforma Alentejo, instituições, organizações e associações representativas da sociedade alentejana, constituindo um  importante contributo para o aprofundamento da reflexão que se pretende fazer com a realização da “Convenção do Alentejo” que se irá realizar no  dia 12 de Setembro de 2019, em Évora, em local, horário e com agenda definitiva a comunicar brevemente.

A “Convenção do Alentejo”, aberta a todos os interessados, contará para a introdução das questões fundamentais constantes na “Exposição” com técnicos que apoiam a Plataforma Alentejo e, assim o esperamos e desejamos, com outros especialistas das diferentes áreas a quem irão ser endereçados convites.

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