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Educação

Ciência da Universidade de Évora reconhecida como excelente

Com mais de 180 investigadores, o MED é uma Unidade recém-formada dedicada à Agricultura e ao Ambiente no Mediterrâneo que resulta da fusão entre o ICAAM (Universidade de Évora), Cebal (Beja), Cibio – Pólo de Évora e MeditBio (Universidade do Algarve).

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Oito das dezoito Unidades de Investigação integradas por equipas da Universidade de Évora (UÉvora), duas das quais lideradas pela instituição, classificadas com “Excelente” pela Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT).

Com nota máxima, o MED – Instituto Mediterrâneo para a Agricultura, Ambiente e Desenvolvimento e o Laboratório HERCULES – Herança Cultural, Estudos e Salvaguarda vão receber um financiamento de aproximadamente 5 M€ para os próximos cinco anos para implementar os seus programas de investigação, nas áreas dos Estudos Mediterrânicos e das Ciências do Património, áreas- âncora da Universidade de Évora.

O relatório da Avaliação das Unidades de I&D da FCT reconhece assim a qualidade da investigação da UÉvora, resultando num financiamento global de 35 000 M€ atribuído às 18 Unidades de I&D lideradas ou integradas pela UÉvora, onde se incluem, ainda, quatro com classificação de “Muito Bom” e cinco com “Bom”.

Com apenas uma década e mais de 60 investigadores em atividade, o HERCULES manteve a classificação de “Excelente” tendo sido considerado pelo Painel de Avaliação como “uma infraestrutura de investigação única em Portugal e um marco na Europa”.

Na avaliação do MED é valorizada “a reflexão altamente sofisticada do conceito “Mediterrâneo” e a forte ligação entre a investigação e a prática, respondendo a questões formuladas por agricultores e empresas agro-alimentares. É nesta perspetiva que o Painel de avaliação desafia o MED a consolidar-se como uma referência nacional e internacional no campo da interface entre Sociedade e Ciência, no âmbito dos Estudos Mediterrânicos.

Com mais de 180 investigadores, o MED é uma Unidade recém-formada dedicada à Agricultura e ao Ambiente no Mediterrâneo que resulta da fusão entre o ICAAM (Universidade de Évora), Cebal (Beja), Cibio – Pólo de Évora e MeditBio (Universidade do Algarve). Será a única unidade de investigação na integração entre agricultura, alimentação, desenvolvimento rural e ambiente no Sul do País, reforçando-se a capacidade de produzir conhecimento integrado, com maior impacte societal.

Estes resultados são, para Ana Costa Freitas, Reitora da Universidade de Évora, “o reconhecimento do elevado nível da Ciência que se faz na UÉvora, fruto do trabalho que tem sido desenvolvido no sentido de capacitar estrategicamente a instituição em áreas que respondem simultaneamente às políticas de Investigação e Inovação (I&I) ao nível supra nacional e à estratégia de especialização inteligente, com forte enfoque nas especificidades do Alentejo”. A recente “criação do MED e a coordenação da ERIHS.PT- Plataforma Portuguesa da Infraestrutura Europeia de Investigação em Ciências do Património, demonstram o importante trabalho desenvolvido nestas áreas”.

Educação

Acesso ao Ensino Superior: Instituto Politécnico de Beja perde 15 vagas em relação a 2018

Portalegre e Évora sobem número de vagas enquanto Algarve e Setúbal continuam com os mesmos números

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Beja perde 15 vagas, Évora ganha 25, Portalegre ganha 13 enquanto Algarve e Setúbal mantêm

O Ministério do Ensino Superior tem vindo a criar vários mecanismos para fomentar as instituições com menor procura ou em zonas com menos densidade populacional, mas Beja, acaba de perder 15 vagas em relação a 2018. ( veja MAPA )

Um número só ultrapassado por Santarém que teve um corte de 70 vagas para este ano letivo.

O Instituto Politécnico de Beja tem um resultado ‘negativo’ quanto à variação do número de vagas do regime geral de acesso comparando 2018 e 2019.

O estabelecimento de ensino superior perde 15 vagas descendo de 531 em 2018 para 516 em 2019. No Alentejo é o único a perder alunos.

Em Portalegre o resultado foi inverso. No norte Alentejo registou-se um aumento de 13 vagas passando de 537 para 550.

Idêntica tendência aconteceu em Évora. Na Universidade de Évora, onde se regista este ano a abertura do Curso de Enologia (10 vagas) registou-se um aumento de 25 vagas. Em 2018 registaram-se 1221 e em 2019 subiu para 1246.

Em Setúbal e no Algarve os valores mantiveram-se idênticos comparando 2018 a 2019.

 

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