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Economia

Centro Cultural de Poceirão e Biblioteca de Pinhal Novo com energia solar fotovoltaica

Para instalação de duas centrais fotovoltaicas em Poceirão, a empresa SmartEnergy recebeu recentemente, por parte do Município, a emissão de Declaração de Interesse Económico e Social.

Rádio e Televisão do Sul | TDS

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O Município de Palmela e a empresa SmartEnergy celebraram, dois protocolos de colaboração que visam a oferta da instalação de duas unidades fotovoltaicas de eletricidade, para produção de energia para autoconsumo, em dois equipamentos municipais: o Centro Cultural de Poceirão e a Biblioteca Municipal de Pinhal Novo.

Em complemento a outras medidas, entretanto adotadas pela Autarquia, estas doações vão ajudar o Município a reduzir os consumos de energia, provenientes de fontes não limpas, e, consequemente, a responder aos objetivos do PAESP – Plano de Ação para a Energia Sustentável de Palmela e ao PNEC 2030 – Plano Nacional de Energia e Clima.

 A concretização de investimentos no território que sejam “sustentados e sustentáveis do ponto de vista ambiental” tem sido uma preocupação para o Município de Palmela.

Recordando que o concelho conta já com duas centrais fotovoltaicas em funcionamento, Álvaro Balseiro Amaro salientou que estas empresas criam sinergias no território e potenciam o desenvolvimento económico entre projetos, ao facultar energia limpa para benefício de outras empresas consumidoras de energia.

O representante da empresa SmartEnergy, João Cunha, reforçou igualmente o “interesse económico e social para o concelho” deste investimento que terá um impacto positivo no consumo energético do território.

 

Economia

Sindicato acusa empresas de despedimento ilegal de 16 trabalhadores na refinaria de Sines.

100 trabalhadores estiveram reunidos em plenário junto à porta da Petrogal

Rádio e Televisão do Sul | TDS

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O Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Transformadoras, Energia e Atividades do Ambiente do Sul (SITE-Sul) acusou as empresas Martifer e CMN de querer “despedir de forma ilegal” 16 trabalhadores que prestam serviço na refinaria da Petrogal em Sines.

O contrato de manutenção desta empresa com a Galp envolve 180 trabalhadores, que prestam serviço de manutenção, mecânica, serralharia, instrumentação e eletricidade, com um vínculo precário embora tenham trabalho permanente e crucial nesta refinaria”, explicou Pedro Carvalho.

Segundo o representante dos trabalhadores, que estiveram hoje reunidos em plenário, junto à porta da Petrogal, em Sines,”de tempos a tempos, a empresa decide unilateralmente despedir os trabalhadores e agravar mais a precariedade que já existe na refinaria”.

“Atualmente, são 16 despedimentos de trabalhadores da CMN que cede pessoal à Martifer, mas fala-se em mais despedimentos. Por isso, estamos em luta”, indicou o dirigente, contestando a legalidade destas ações com base no Código do Trabalho.

O plenário, que reuniu cerca de 100 trabalhadores de manutenção na refinaria da Petrogal, apelidados pelos dirigentes como “o coração da refinaria” de Sines, serviu para combater a precariedade e “travar as comunicações do consórcio sobre o fim da relação de trabalho” e a caducidade do contrato.

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