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Central fotovoltaica de Évora sem apoios do estado

Tem uma área de 55 hectares e uma capacidade total instalada de 28,8 megawatts

Rádio e Televisão do Sul | TDS

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A instalação de energia solar de Vale de Moura é das primeiras centrais fotovoltaicas na Península Ibérica a ser explorada sem ajudas públicas.

A central fotovoltaica de Vale de Moura, no concelho de Évora – uma das primeiras em toda a Península Ibérica a ser explorada sem qualquer tipo de subsídios públicos – entrou em funcionamento no passado dia 14 de Junho, anunciou o grupo energético Axpo.

Sobre a central solar fotovoltaica de Vale de Moura – Évora

  • A central tem uma capacidade total instalada de 28,8 megawatts e vai produzir anualmente mais de 52 gigawatts-hora, o equivalente ao consumo médio anual de 10 mil habitações.
  • A venda da energia produzida pela central será feita em regime de mercado, graças a um contrato pioneiro de compra de energia (PPA) a 10 anos, com a Axpo, que garante a comercialização de energia até 2029.
  • O projeto, desenvolvido e promovido pelo grupo Hyperion Renewables, conta com o fundo de investimento Mirova como acionista maioritário e permitirá evitar a emissão de mais de 110.000 toneladas de CO2 por ano.

Com uma área de 55 hectares e uma capacidade total instalada de 28,8 mw vai produzir mais de 52 gigawatts-hora de energia limpa por ano – o equivalente ao consumo médio anual de quase 10.000 habitações.

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Economia

Em Elvas, ministro lamenta que durante décadas os governos tenham desinvestido na ferrovia.

A TDS acompanhou o governante na viagem às obras do troço já concluído entre Elvas e Caia. Veja o vídeo.

Rádio e Televisão do Sul | TDS

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Foto e Imagens: TDS (direitos reservados)

O ministro das Infraestruturas, Pedro Nuno Santos, lamentou esta segunda-feira o desinvestimento na ferrovia por parte dos sucessivos governos.

O governante afirmou que “ Não tenhamos problemas em dizer as coisas como elas são, durante décadas os sucessivos governos desinvestiram na ferrovia e investiram no automóvel. Felizmente nós temos agora um Governo que está novamente a investir na ferrovia, nós temos de assumir as coisas como elas são”, disse.

O ministro falou aos jornalistas, em Elvas, após a assinatura do auto de consignação da empreitada de construção do novo troço ferroviário entre Alandroal (Évora) e Elvas (Portalegre), uma obra que conta com um investimento superior a 130 milhões de euros, inserida no Corredor Internacional Sul.

A nova Linha de Évora terá uma extensão total de cerca de 100 quilómetros, 80 dos quais de construção nova. Ao longo do troço serão construídas 52 passagens superiores e inferiores à via férrea, 29 pontes e viadutos ferroviários e três estações técnicas.

A linha é constituída pelos sub-troços: Évora Norte/Freixo com 20,5 quilómetros de extensão, Freixo/Alandroal com 20,5 quilómetros e Alandroal/Elvas com 38,4 quilómetros.

A futura linha entre Évora e Elvas representa um investimento de cerca de 500 milhões de euros, comparticipado por fundos europeus.

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