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Cemitério da Aldeia da Luz tem direitos de autor. – TDS Radio e Televisão do Sul
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Autarquias

Cemitério da Aldeia da Luz tem direitos de autor.

Museu da Luz e Igreja também tem direitos de autor.

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Tem apenas 19 anos mas está longe de ser uma aldeia sem problemas.

“Cemitério com direitos de autor”

O cemitério da Aldeia da Luz, no concelho de Mourão, foi projectado para 30 anos mas aos 12 percebeu-se que não tinha capacidade. 

O espaço tem hoje apenas uma sepultura disponível depois de um funeral realizado ontem na aldeia.

A Junta de Freguesia da Luz e a Câmara de Mourão tem tentado evitar ‘problemas’ de falta de espaço e andam num processo nos últimos 3 anos para prolongarem o cemitério.

O problema é que o arquitecto responsável pela obra, quando a aldeia foi construída, tem direitos de autor sobre a obra.

As obras de alargamento estão a decorrer, finalmente, mas só foram possíveis após ser o próprio arquitecto a desenvolver o projeto.

Mas surgiu outra dificuldade.

O preço inicial da obra era de 72 mil euros mas ‘derrapou’ e o valor já vai nos 120 mil euros.

A junta não tem meios para liquidar a conta, a EDIA paga apenas metade do valor inicial (36 mil euros) e a autarquia diz ‘existir um verdadeiro problema’.

Não tem verba para o pagamento.

Junta de Freguesia e Câmara Municipal tentaram a construção do alargamento do Cemitério mas devido aos direitos adquiridos pelo arquitecto teve que ser este a desenvolver a obra mas a um custo mais elevado.

Para além do cemitério também o museu e a igreja da nova aldeia da luz tem direitos de autor.

Artes

Câmara e Grupo Pró-Évora avançam com projeto de preservação e valorização do Cromeleque e Menir dos Almendres.

Prazo de execução previsto de 5 anos.

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 Cromeleque e Menir dos Almendres

“O sítio arqueológico dos Almendres, que integra o Cromeleque e o Menir, vai beneficiar de um projeto paisagístico para a sua salvaguarda e conservação.”

A intervenção resulta de um protocolo de cooperação assinado no dia 05 de março entre a Câmara Municipal de Évora e o Grupo Pró-Évora, com prazo de execução previsto de 5 anos. 

O acordo assinado entre as duas partes acontece no espírito de cooperação entre as duas entidades, com o propósito de “instituir e consolidar uma colaboração mútua no âmbito de preocupações comuns, no domínio do património cultural, designadamente quanto a imóveis classificados.”

O protocolo assinado por Carlos Pinto de Sá, Presidente da Autarquia, e por Marcial Rodrigues, em representação do Pró-Évora, associação centenária de defesa do património deste concelho, prevê a disponibilização por parte do município de elementos técnicos e científicos para a elaboração do projeto, bem como da sua futura execução no terreno.

Ao Grupo Pró-Évora compete conceber, gratuitamente, o mencionado projeto de arquitetura paisagista, a cargo do arquiteto Nuno Lecoq, também presente na cerimónia de assinatura, tal como Eduardo Luciano, vereador com os pelouros da Cultura e Património. 

Recorde-se que a gestão pública municipal do Cromeleque dos Almendres, situado na União das Freguesias de Tourega e Guadalupe, foi assegurada em 2019 após assinatura de contrato de comodato entre a Câmara e o proprietário da Herdade dos Almendres.

Desta forma, a autarquia passou a ter a possibilidade de proceder a intervenções com vista à salvaguarda e manutenção do seu estado de conservação, como é agora o caso. De referir que este importante monumento megalítico está classificado como monumento nacional desde 2015. Anteriormente, desde 1975, detinha o estatuto de imóvel de interesse público. Em 2020 o Governo fixou a zona especial de proteção (ZEP) do cromeleque e sua envolvente. 

O Cromeleque dos Almendres, também popularmente conhecido como “Monte das Pedras Talhas”, foi descoberto pelo investigador Henrique Leonor Pina, em 1964, quando se procedia ao levantamento da Carta Geológica de Portugal. Trata-se do mais notável exemplo das primeiras arquiteturas megalíticas, remontando provavelmente ao neolítico médio e correspondendo às mais antigas construções coletivas sagradas deste período e apresentando possível significado astronómico.

Destacam-se a sua dimensão, ainda com 95 monólitos, a presença de gravuras em alguns deles, o seu bom estado de conservação e o facto de se tratar do maior conjunto de menires estruturados de toda a Península Ibérica e um dos mais relevantes do Megalitismo Europeu.

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