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Agricultura

Canadianos vão produzir canábis medicinal em Reguengos de Monsaraz.

A plantação neste novo local de cultivo ao ar livre foi realizada com sucesso em julho e a colheita está prevista para o outono.

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A Tilray, empresa canadiana, e a Herdade do Esporão alcançaram um acordo para a produção de canábis medicinal na Herdade do Esporão, em Reguengos de Monsaraz.

Em maio de 2019, a Tilray Portugal recebeu a sua licença de fabricação e certificação inicial de GMP, permitindo que a empresa fabricasse e exportasse canábis seca com certificação GMP como substância ativa para produtos médicos.

“O Esporão fornecerá no local suporte operacional e técnico a uma equipa de especialistas da Tilray, incluindo horticultores, produtores e gestores de qualidade”, segundo a nota divulgada esta quarta-feira.

Neste novo local de cultivo serão realizados o crescimento, a colheita e a secagem de materiais de canábis medicinal que depois serão transportados para Cantanhede para processamento, produção e distribuição em toda a Europa e outros mercados internacionais.

Agricultura

Ministra da Agriculta diz que as estufas de Odemira não aumentam (vídeo)

“as áreas ocupadas por estufas, túneis elevados, túneis e estufins fiquem limitadas a um máximo de 40% da área total do perímetro, sendo que a área de estufas não pode ultrapassar os 30%”

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Maria do Céu Albuquerque fez, esta quarta-feira, a primeira intervenção pública enquanto ministra da Agricultura, no Encontro Regadio 2019 – XII Jornadas FENAREG, em Odemira.

A nova ministra referiu que a resolução do Conselho de Ministros, aprovada a 18 de outubro, veio “contribuir para a compatibilização dos valores naturais presentes no Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina e nos sítios e zonas da Rede Natura 2000 com a produção agrícola”

Ou seja, para estes territórios propõe-se que “as áreas ocupadas por estufas, túneis elevados, túneis e estufins fiquem limitadas a um máximo de 40% da área total do perímetro, sendo que a área de estufas não pode ultrapassar os 30%”. Isto é, a área alocada a estufas não aumenta. Oiça as declarações da governante na TDS.

…mas ninguém sabe quantos hectares de estufas existem.

A associação Zero alertou esta sexta-feira para o aumento da agricultura intensiva na área do Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina (PNSACV) e para a falta de controlo desta actividade, o que tem originado “reclamações e conflitos”.

Num comunicado divulgado com o título “agricultura intensiva sem controlo no Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina”, a Zero – Associação Sistema Terrestre Sustentável disse ter recebido “muitas denúncias” relativamente à actividade agrícola nesta área protegida, que abrange concelhos do Alentejo e Algarve.

A Zero diz ter solicitado esclarecimentos ao Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) “sobre a execução de medidas e o cumprimento das normas ambientais previstas no Plano de Ordenamento” do PNSACV e que “o ICNF reconhece que existe, actualmente, um forte incremento da actividade agrícola intensiva, com instalação de novas estufas”.

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