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Crime

Campo da Silveirinha do Lusitano SAD volta a ser vandalizado

Complexo serviu para o estágio da selecção nacional de futebol em 2006 mas nunca foi utilizado de forma regular pelo Lusitano de Évora

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O Campo da Silveirinha, da responsabilidade do Lusitano SAD, voltou a ser vandalizado na última noite. Depois da casa de banho para utentes com mobilidade reduzida ter sido destruída a algum tempo agora foi a vez  da casa de banho das senhoras e dos homens(ver imagens).

A porta de acesso ao espaço foi igualmente forçado provocando danos elevados para o clube eborense.

No local esteve uma brigada da PSP de Évora para recolher os indícios que poderão levar aos responsáveis pelo roubo e destruição.

O clube apresentou queixa na PSP contra desconhecidos.

Em publicação no facebook oficial do Lusitano SAD os responsáveis afirmam que ‘ confiamos nas autoridades para identificar os autores rapidamente’.

O Lusitano SAD tem vindo a valorizar o espaço tentando inverter o estado de abandono dos últimos anos.

O Lusitano SAD lidera, isolado, o Campeonato maior do distrito de Évora tendo como objectivo a subida aos campeonatos nacionais de futebol.

O projecto do complexo desportivo da Herdade da Silveirinha foi da iniciativa de uma empresa privada, da qual o Lusitano de Évora é(ou era) sócio, e envolvia, além da valência desportiva, outros equipamentos sociais e turísticos.

O complexo serviu para o estágio da selecção nacional de futebol, antiga equipa de Scolari, em 2006.

Crime

ASAE fiscaliza Apoios de Praia em todo o país

Foram fiscalizados cerca de 210 operadores económicos, de norte a sul do país, tendo sido instaurados 2 processos crime por usurpação e venda ou ocultação de produtos contrafeitos e 65 processos de contraordenação

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A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) realizou uma operação de fiscalização a nível nacional, no âmbito das suas competências, dirigida aos estabelecimentos e/ou bancas de venda ambulante que se encontram junto a praias oceânicas e fluviais, vulgarmente designados por Apoios de Praia.

Na época estival verifica-se um aumento substancial da afluência de turistas, nacionais e estrangeiros, às zonas balneares, pelo que importa assegurar o cumprimento, nesse locais, das regras de higiene, segurança alimentar qualidade dos géneros alimentícios bem como das regras de concorrência e preços.

Como resultado da ação foram fiscalizados cerca de 210 operadores económicos, de norte a sul do país, tendo sido instaurados 2 processos crime por usurpação e venda ou ocultação de produtos contrafeitos e 65 processos de contraordenação, destacando-se como principais infrações a inexistência ou incumprimento de  processo(s) baseados nos princípios do HACCP, ausência de mera comunicação prévia, violação dos deveres gerais da entidade exploradora do estabelecimento de restauração e bebidas, incumprimento de obrigações no âmbito do Livro de Reclamações, irregularidades relativas a afixação de preços, entre outras.

Foram apreendidos cerca 110 artigos de vestuário contrafeito, 10 Kg de moluscos bivalves vivos e 1 instrumento de pesagem num valor global que ronda os € 1 400,00.

A ASAE afirma que “continuará a desenvolver ações de fiscalização, no âmbito das suas competências, em todo o território nacional em prol de uma sã e leal concorrência entre operadores económicos e de forma a garantir a Segurança Alimentar dos produtos”.

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