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Campanha “A saúde do coração não tira férias”

A Associação Portuguesa de Intervenção Cardiovascular tem por finalidade o estudo, investigação e promoção de atividades científicas no âmbito dos aspetos médicos, cirúrgicos, tecnológicos e organizacionais da Intervenção Cardiovascular

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A Associação Portuguesa de Intervenção Cardiovascular (APIC) está a promover uma campanha de consciencialização com o mote “A saúde do coração não tira férias”.

Estilo de vida saudável previne doença coronária

Esta iniciativa tem como objetivo alertar para a importância de manter um estilo de vida saudável também no período de férias, como forma de prevenção da doença coronária.

“Hipertensão, dislipidemia, colesterol, diabetes, tabagismo, consumo de álcool em excesso, stress e sedentarismo, que leva ao excesso de peso e a alterações metabólicas, são alguns dos fatores de risco para a doença coronária.

É importante consciencializar a população de que deve adotar um estilo de vida saudável como forma de prevenção”, afirma João Brum Silveira, presidente da APIC.

E acrescenta: “Mesmo em tempo de férias, é preciso manter os cuidados regulares com o coração: pratique exercício físico, mesmo que apenas 10 minutos por dia; evite o álcool; não fume; e controle a alimentação, optando por não consumir em excesso alimentos ricos em açúcar e gordura. Lembre-se que a Saúde do Coração não tira férias”.

A doença coronária carateriza-se pela acumulação de depósitos de gordura no interior das artérias que fornecem sangue ao coração. Esses depósitos causam um estreitamento ou obstrução das artérias o que provoca uma diminuição dos níveis de oxigénio e nutrientes que chegam às células do músculo cardíaco. As principais doenças coronárias são a angina de peito e o enfarte agudo do miocárdio.

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Novo hospital do Alentejo não deve ‘afundar’ os outros hospitais da região.(vídeo)

O recado foi dado pelo secretário de estado adjunto e da saúde, Francisco Ramos.

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Novo hospital de Évora não deve ‘matar’ os restantes hospitais da região.

O secretario de estado adjunto e da Saúde, Francisco Ramos, afirmou que o novo Hospital de Évora não pode ‘afundar’ os outros hospitais da região.

Em Évora, afirmou ainda que os Hospitais de Beja, Portalegre e Litoral Alentejo tem que sobreviver com a nova unidade hospitalar que vai nascer.

O governante afirma que ‘esses hospitais tem que continuar a ser capazes de prestar os seus serviços’. Francisco Ramos diz que ‘não se deve dar cabo daquilo que temos à nossa volta’, concluiu.

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