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Autarquias

Câmara vai requalificar Jardim Público da Azaruja

O Jardim Público na Praça Morgado Torres, da Azaruja, terá sido alvo de recuperação e criação de espaços verdes; recuperação do pavimento; recuperação e melhoramento do sistema de drenagem; melhoramento do sistema de rega; melhoramento da iluminação pública e de instalação de mobiliário urbano.

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A Câmara Municipal de Évora irá iniciar dentro em breve a obra de requalificação do Jardim Público da Azaruja, cujo projeto foi aprovado na última Reunião Pública.

Projeto aprovado na última Reunião Pública

Com um orçamento base de 45 mil euros a que acresce o IVA, esta obra, um anseio de longa data da população local, pretende dar resposta aos vários pedidos da população e da Junta de Freguesia, efetuados aquando da visita da vereação no âmbito da iniciativa “pelos Caminhos do Concelho”. O objectivo é intervir e requalificar um espaço com cerca de 45 anos e que, desde a sua execução/inauguração, não teve qualquer intervenção de reabilitação e atualização: desde mobiliário urbano, pavimentos, a vegetação e iluminação.

A proposta agora aprovada pela Câmara Municipal propõe a conservação da tipologia de Jardim Público, mas requalificando, valorizando e reforçando-o enquanto “espaço verde”, pois é a única área verde existente na vila.

Assim, após a conclusão da intervenção, o Jardim Público na Praça Morgado Torres, da Azaruja, terá sido alvo de recuperação e criação de espaços verdes; recuperação do pavimento; recuperação e melhoramento do sistema de drenagem; melhoramento do sistema de rega; melhoramento da iluminação pública e de instalação de mobiliário urbano.

Plano Local de Habitação de Évora

Na última Reunião Pública de Câmara (RPC) foi apresentado o processo, em curso, de elaboração do Plano Local de Habitação de Évora (PLHE), um instrumento estratégico para responder às necessidades de habitação, que propõe uma ativa participação dos cidadãos e instituições para a construção do Plano Local de Habitação, no sentido de quantificar, definir e programar localmente as intervenções necessárias, tendo em conta os instrumentos e recursos nacionais, para as áreas de habitação e reabilitação urbana para o concelho de Évora.

Com o objetivo de atender às necessidades habitacionais, de acordo com as especificidades das comunidades, dos edifícios e dos territórios no concelho, o documento agora dado a conhecer propõe desenvolver uma metodologia participativa, porque não existem modelos nem metodologias pré-definidas para a sua construção.

A partir da metodologia participativa, pretende-se promover uma governança criativa com o envolvimento, a participação e a cooperação de todos.

O Plano Local de Habitação de Évora dirige-se a todas as pessoas e famílias que residem em grave carência habitacional assim como às pessoas e famílias que não têm acesso ao mercado habitacional.

A elaboração do PLHE, cuja fase de levantamento da realidade está praticamente concluída, segue agora para o período de recolha de sugestões e opiniões findo o qual começará a ser implementado.

Autarquias

Évora vai recuperar Poços e Nascentes do Aqueduto

A implementação deste sistema permitirá uma redução da quantidade de água tratada usada para rega na ordem dos 140.000m3/por ano. O custo dos trabalhos é estimado em 653.100 euros+IVA.

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O Executivo da Câmara Municipal de Évora aprovou por unanimidade a Abertura de Concurso para Reabilitação de Poços e Nascentes do Aqueduto, Execução de Reservatório e Rede de Distribuição de Água para Rega.

Uma medida aplaudida por toda a Vereação, uma vez que permitirá uma grande poupança financeira à autarquia, além da importância que tem no plano ecológico.

Esta candidatura, elaborada e aprovada ainda no anterior mandato no âmbito do Projecto LIFE – Água da Prata, beneficia de apoio financeiro da Comissão Europeia a 60%.

Visa dar uso à água proveniente do Aqueduto da Água da Prata, tendo em conta que não se prevê a sua utilização para consumo humano no âmbito do contrato entre a Câmara e a Águas de Vale do Tejo.

Procura-se, assim, reduzir os gastos municipais relativamente ao consumo de água da rede pública para rega dos espaços verdes e diminuir a dependência que a rega de espaços verdes tem na rede pública de água tratada.

Os trabalhos incluem a reparação de nascentes e condutas do Aqueduto e reequipamento das estações de bombagem nos poços da Graça do Divor; construção de um reservatório de água em S. Bento; e construção de rede de distribuição de água exclusivamente para rega.

Com esta decisão, pretende-se reforçar o caudal de água captado na Graça do Divor, criar um armazenamento de água exclusivamente para rega e fazer distribuição de água por cerca de 20,3ha, aproximadamente metade das áreas verdes regadas da cidade. Está previsto ainda um futuro alargamento da rede a eventuais jardins no Bairro da Casinha e à expansão do jardim do Bairro do Moinho.

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