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Câmara de Setúbal avança com medidas para fazer face à crise energética

O coordenador do Serviço Municipal de Proteção Civil e Bombeiros de Setúbal, José Luís Bucho, adiantou que está em curso uma “monitorização dos cinco postos de abastecimento da Rede Nacional de Emergência existentes no concelho”.

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O vereador Carlos Rabaçal deu conta, em reunião da Comissão Municipal de Proteção Civil, das medidas adotadas internamente para se garantir os serviços básicos à comunidade perante a Declaração de Situação de Crise Energética emitida pelo Conselho de Ministros a 9 de agosto e do Despacho Conjunto n.º 63, de dia 7, de prestação de serviços mínimos para o período da greve.

Assim, as viaturas municipais que possuam cartão de abastecimento devem recorrer aos postos da GALP.

Haverá redução de serviços de obras municipais, bem como daqueles que não sejam de socorro e manutenção da higiene urbana e saúde pública, e ainda das deslocações para fora do concelho.

Já as viagens de autocarros municipais para visitas e excursões fora do concelho, com exceção das quatro já assumidas, são suspensas.

O autarca anunciou ainda que as viaturas da Companhia de Bombeiros Sapadores de Setúbal e do Serviço Municipal de Proteção Civil e Bombeiros abastecem-se em postos da Rede Nacional de Emergência, utilizando os cartões existentes para o efeito.

Estas medidas são extensivas às juntas de freguesia, em concreto para os veículos que utilizam o posto de abastecimento do Parque Municipal de Poçoilos, o qual dispõe de uma capacidade para cerca de 15 dias.

“Preferia, por razões óbvias, não utilizar estas reservas do município”, indicou o vereador Carlos Rabaçal, que detém o pelouro da Proteção Civil.

A Câmara Municipal de Setúbal pretende ainda que o seu veículo de transporte de combustíveis se mantenha com os depósitos cheios, em situação de reserva exclusiva para apoio a operações de proteção civil.

Com as medidas adotadas, a autarquia terá uma capacidade de resposta de cerca de um mês, o que confere algum otimismo em face da crise energética resultante da greve dos motoristas de matérias perigosas e de mercadorias.

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Comerciantes em Évora limpam canalinas e sarjetas com medo de inundações

Falta de civismo e de manutenção na origem desta ação dos próprios comerciantes

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Comerciantes limpam canalinas em rua histórica de Évora

Após as primeiras chuvas e a falta de limpeza são os próprios comerciantes da Rua Alcárcova de Baixo que limpam as canalinas. A sujidade que se vai acumulando provocam o seu entupimento impedindo a água das chuvas de fluir como se pretende. Com medo de eventuais inundações, que dificultam o acesso às lojas, são os comerciantes que fazem a própria limpeza.

O medo é igualmente pela entrada da água nas próprias lojas.

A Rua Alcárcova de Baixo, que ganhou uma nova vida nos últimos anos, está situada a poucos metros da Praça do Geraldo em pleno Centro Histórico de Évora.

A ‘falta de civismo’ de uns e a ‘falta de manutenção’ por parte da autarquia são apontadas como as causas que obrigam a esta ação de manutenção.

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