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Autarquias

Câmara ‘repudia veementemente’ desacatos e pede identificação dos autores.

Refere ainda que existem poucos militares e que a autarquia tem vindo sempre a exigir mais apoio da tutela.

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 Município de Reguengos de Monsaraz divulga comunicado

“Autarquia refere ser fundamental identificar os infratores”

“O Município de Reguengos de Monsaraz repudia veementemente os desacatos e a violência ocorridos no passado dia 16 de julho numa esplanada de um bar na cidade de Reguengos de Monsaraz, sendo fundamental que se identifiquem os infratores e sejam abertos os respetivos inquéritos, para se fazer justiça, manifestando, desde já, a total e profunda solidariedade para com todos aqueles que sofreram danos, quer na sua integridade física, quer com a perda de bens”, refere o comunicado emitido ao final datardes de hoje.

E adianta: “Apesar da extrema gravidade dos factos, os mesmos foram pontuais e fizeram transparecer, sem margem para quaisquer dúvidas, a falta de efetivos do Posto Territorial da Guarda Nacional Republicana de Reguengos de Monsaraz, bem como a falta de meios desta força de segurança.

Pelo que, o Município de Reguengos de Monsaraz vem, mais uma vez, reprovar e manifestar-se publicamente contra a diminuição do número de efetivos da GNR nos Postos Territoriais de Reguengos de Monsaraz e de Telheiro a que se tem vindo a assistir há mais de uma década, apesar da firme e constante oposição da Autarquia manifestada junto da tutela da Administração Central nos sucessivos Governos. “

“A luta da autarquia para ter mais segurança”

A 23/01/2019 e 28/02/2019, a autarquia, aprovou uma moção, através da qual reprovaram a diminuição do número de efetivos da GNR nos Postos Territoriais de Reguengos de Monsaraz e de Telheiro.

“De acordo com a mesma, no ano de 2009 encontravam-se ao serviço cerca de 40 militares no Posto Territorial de Reguengos de Monsaraz e 6 militares no Posto de Telheiro e, em 2019, encontravam-se afetos ao Posto de Reguengos de Monsaraz, 24 militares e ao Posto de Telheiro, 5 militares, os quais certamente, com folgas, férias e faltas, serão em número inferior e, por isso, os órgãos municipais consideraram que este número de efetivos não correspondia às expetativas e às necessidades da população e dos visitantes do concelho de Reguengos de Monsaraz.”

Esta moção foi enviada ao Ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, à qual não foi obtida qualquer resposta. 

A luta por melhores condições das instalações dos Postos da GNR de Reguengos de Monsaraz e de Telheiro e por mais efetivos e pelo não encerramento do Posto de Telheiro, levada a cabo pelos autarcas deste concelho é pública e notória, desde, pelo menos, o ano de 2007.

Em 2007, a Assembleia de Freguesia de Monsaraz aprovou uma moção contra o encerramento do Posto de Telheiro. O Município de Reguengos de Monsaraz celebrou com o Ministério da Administração Interna, em 20/02/2013, um Protocolo de cedência de edifício para efeitos de reabilitação de edifício para instalação do Posto da GNR de Telheiro. 

” A nova sede de destacamento que nunca avançou”

Por sua vez, o Município celebrou, igualmente, em 20/02/2013, um Protocolo de cedência de edifício que permitia a deslocação da sede do Destacamento Territorial de Reguengos deMonsaraz da GNR para um prédio a reabilitar, com melhores condições e equipamentos.

Este Protocolo mereceu homologação por parte do Secretário da Administração Interna, o qual foi objeto de Adenda, homologada, igualmente, pelo Secretário da Administração Interna, Fernando Alexandre.

Não obstante, o Ministério da Administração Interna decidiu, de forma unilateral, não avançar com este investimento. 

“Não obstante o concelho de Reguengos de Monsaraz ser um território com baixo índice de criminalidade e o episódio de violência ocorrido em 16 de julho ter sido pontual, é necessário garantir a ordem e a tranquilidade públicas e a segurança e a proteção dos munícipes e dos seus bens”, refere o mesmo comunicado.

“Pedido de audiência”

A autarquia vai solicitar, uma vez mais, uma audiência, com caráter de urgência, ao Ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, com o mesmo “objetivo que sempre fora reivindicado: o de garantir um reforço de efetivos e de meios nos Postos Territoriais da Guarda Nacional Republicana de Reguengos de Monsaraz e de Telheiro, bem como o de garantir a concretização do investimento previsto em instalações adequadas para estes militares da GNR, conclui

O comunicado é assinado pelo atual presidente, José Calixto.

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Presidência nas freguesias em Santiago do Cacém.

Freguesia de Vale de Água.

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Presidência nas Freguesias

Santiago do Cacém

A iniciativa Presidência nas Freguesias esteve na União de Freguesias de São Domingos e Vale de Água, de 11 a 13 de maio, com a presença do Presidente e dos Vereadores com pelouros da Câmara Municipal de Santiago do Cacém, e da Presidente da União das Freguesias, Ana Gonçalves, acompanhados pelos técnicos das respetivas áreas, com o objetivo de contactarem e de se inteirarem das preocupações da população.

O Presidente da Câmara Municipal de Santiago do Cacém, Álvaro Beijinha, sublinhou que “é sempre importante estarmos no terreno, para fazer o levantamento das situações e encontrarmos soluções para cada uma das localidades.” O Autarca lamentou que o processo levado a cabo pelo Governo, há alguns anos, tenha conduzido à extinção das duas Juntas de Freguesia, “um erro na nossa opinião e que a população continua a não compreender.”

Da visita, Álvaro Beijinha destaca na educação “os investimentos que a Câmara Municipal tem realizado de forma a manter e a salvaguardar as escolas rurais, quando, infelizmente, os sucessivos Governos têm uma política que vai no sentido de as encerrar.

Consideramos que é extremamente importante para as localidades manter estes equipamentos, e dou um dado em concreto, o Pré-escolar em Vale de Água esteve para encerrar, porque realmente tinha dois alunos, mas nós solicitámos a sua suspensão e, atualmente, é com muita satisfação que vemos 14 alunos nesta escola.” Para Álvaro Beijinha este crescimento está também ligado a dinâmicas de carácter empresarial na área da agricultura e do turismo, “assim como de algumas famílias que procuram esta União das Freguesias para criar os seus filhos com outra qualidade de vida.”

Depois de dois anos de pandemia foi possível visitar a Casa do Povo de São Domingos e o Centro de Dia de Vale de Água, e “sentimos as dificuldades por parte da Casa do Povo, que gere os equipamentos, porque ambas as instituições têm vindo a perder utentes, o que dificulta a gestão. Por isso, esta é uma matéria que merece, por parte da sociedade e do Poder Político, uma reflexão sobre o futuro destes equipamentos.” Os autarcas ficaram também a par do projeto da Unidade Local de Saúde do Litoral Alentejano para a remodelação da extensão de saúde de São Domingos.

Na área do Turismo, a comitiva ficou a conhecer os empreendimentos de turismo no espaço rural, o Estrela do Cerro e o Monte do Salgueirinho, e realizou a, já habitual, visita ao Museu da Farinha e ao turismo rural Casa da Moagem, “onde os empresários sentem já a retoma.”

O programa incluiu a visita à barragem de Fonte Serne, onde houve oportunidade de ver “finalmente a ligação a Alqueva, algo que a Câmara Municipal, em conjunto com a Associação de Regantes e Beneficiários de Campilhas e Alto Sado, há anos haviam colocado à EDIA e às Águas de Santo André. Agora defendemos a ligação a Campilhas, que atualmente tem uma quota de 4% a mais baixa do país, porque a sobrevivência da agricultura de regadio na nossa região depende muito desta ligação, assim como os projetos turísticos que pretendem desenvolver-se nas margens desta barragem,” referiu o Presidente da Câmara Municipal. Da iniciativa fez também parte a visita à exploração agrícola e de secagem de arroz de Joaquim Sobral, ao Monte dos Alhos, ao Monte da Vinha e à Herdade do Cebolal. O Centro de Colheita de Sémen de Suíno de Vale de Água (AIM CIALA) também recebeu a visita da comitiva.

Álvaro Beijinha expressou que para combater o “flagelo da desertificação destas freguesias rurais realizámos muito investimento público, quer seja nos equipamentos desportivos, educativos, no espaço público, quer no apoio ao associativismo, e vamos continuar a fazê-lo.”

No âmbito da política de descentralização, levada a cabo pela Autarquia, o programa incluiu reunião com o movimento associativo, que decorreu no edifício da Sede da Junta de Freguesia, em São Domingos, e a reunião de Câmara, que se realizou nas instalações da Delegação da Junta de Freguesia, em Vale de Água.

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Messejana tem novo percurso pedonal

A obra encontra-se inserida num projeto global, que chega a todas as freguesias do concelho e tem um valor de 110.781,66 euros.

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Município está a construir novo percurso pedonal em Messejana

O Município de Aljustrel está a realizar, em Messejana, a obra do “Percurso da Ermida”. Trata-se de uma empreitada que se encontra enquadrada no âmbito do projeto “Trilhos de Observação” e que permitirá criar uma nova zona pedonal na freguesia.

A obra encontra-se inserida num projeto global, que chega a todas as freguesias do concelho e tem um valor de 110.781,66 euros.

Os “Trilhos de Observação” são comparticipados pelo Programa FEDER, através do Alentejo 2020.

O objetivo é agora dotar esta vila histórica com um percurso pedonal que permita aos cidadãos circularem em segurança, requalificando zonas que habitualmente são muito procuradas, nomeadamente para a prática de caminhadas.

Pretende a Câmara de Aljustrel com esta intervenção contribuir para o melhoramento e embelezamento da referida área, criando novas vias de ligação e proporcionando ainda novos momentos de fruição e de lazer à população da freguesia.

Com esta obra ambiciona-se ainda incentivar a prática de desporto ao ar livre, mas também fomentar um maior contacto com a natureza e a paisagem envolvente, levando todos a partir à descoberta das mais-valias da vila.

Em Messejana, bem como no restante Concelho de Aljustrel, ambiciona-se a criação de rotas temáticas que atraíam cada vez mais pessoas ao território.

O objetivo é, assim, promover o turismo no concelho e na região, no que diz respeito a atividades ligadas à natureza, bem como contribuir para a valorização do património.

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