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Câmara de Évora avança com concertos de música já este mês.

As entradas são livres e podem estar presentes 140 pessoas.

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ZÊZEREARTS 2020 visita Évora de 26 de julho a 1 de agosto

“Évora recebe um dos mais importantes festivais nacionais de música no património, o “Zezerearts”.”

Numa edição especial, nesta cidade, o festival promove cursos de verão para estudantes de música e quatro espetáculos abertos ao público em geral, os quais decorrem entre 26 de julho e 1 de agosto, no Jardim da Palmeira e na Igreja do Convento dos Remédios.

Apoiado pela DGArtes, o “Zezerearts” nasce em 2011, por iniciativa de Brian MacKay, seu diretor artístico, e é um projeto de uma das mais prestigiadas produtoras de música erudita em Portugal, a Musicamera.

Como 2020 é um ano de diferentes contornos, a Câmara Municipal de Évora estabelece uma parceria com o festival para que o
mesmo se realize na cidade, a qual tem o apoio da M’Ar de Ar Hotels.

Com o acolhimento de Évora, o “Zezerearts”, que comemora este ano a sua 10.a edição, consegue manter a realização dos cursos de cordas, migrando-os para esta cidade, e alcançar uma elevada programação de música erudita.

Os Cursos de Verão do festival decorrem, assim, em Évora, de 25 de Julho a 1 de agosto, englobando várias masterclasses, e contam com 40 participantes, estudantes avançados em violino, violeta, violoncelo, contrabaixo e música de câmara, sob a orientação de Eliot Lawson e Luís Pacheco Cunha (violino), Jorge Alves (violeta e música de câmara), Catherine Strynkx (violoncelo), Adriano Aguiar (contrabaixo) e Brian MacKay (orquestra).

O programa musical do “Zezerearts 2020 Visita Évora”, o nome que a iniciativa adota este ano, é inaugurado a 26 de Julho, pelas 21h30, no Jardim da Palmeira, com a estreia do filme “Geraldo e Samira – Uma Ópera Para Évora”, da autoria de Diogo Pessoa Andrade e da Creative Visual. Antes da exibição, decorre uma breve cerimónia de oferta do programa e do DVD do filme a todos os participantes da ópera.

O filme resulta da gravação da ópera homónima de tributo à cidade, projetada e produzida no âmbito do “Festival de Artes Públicas – Artes à Rua 2019” e cuja encenação, em setembro do passado ano, foi o seu espetáculo de encerramento.

Inspirada em Geraldo Sem Pavor e em Samira, protagonistas de um mito que envolve a História de Évora, a ópera é uma produção da Musicamera, com autoria do compositor Amílcar Vasques-Dias. Este e a libretista Helena da Nóbrega conceberam um espetáculo operático com dezenas de cantores, atores, músicos e figurantes, sob a direção musical do maestro Brian MacKay, agora transformado num filme.

No dia 28 de julho, também no Jardim da Palmeira, às 21h30, realiza-se um Concerto Coral Sinfónico, com as participações de Daniela Matos, Laura Martins, Nélia Gonçalves, Aiofe Hiney, Almeno Gonçalves, Paulo Vetori, Luís Rendas Pereira, Pedro Correia e da Orquestra ZêzereArts, esta composta pelos formandos e professores dos cursos dirigida por Brian MacKay. Nesta noite serão interpretadas obras de Vivaldi, Koussevitsky, Eurico Carrapatoso, Mozart, David Miguel, César Viana e também de Beethoven, aludindo às celebrações do 250.o aniversário do seu nascimento, assinalado em 2020.

Segue-se um Concerto de Música de Câmara, no dia 30 de Julho, pelas 18h30, na Igreja do Convento dos Remédios, em que os protagonistas são artistas e agrupamentos dos Cursos ZêzereArts que irão tocar obras de música de câmara com a pianista Taíssa Poliakova.

Um concerto preparado ao longo de todo o festival.

O concerto de encerramento da programação decorre no dia 1 de Agosto, no Jardim da Palmeira, às 21h30. Como é habitual no festival, este espetáculo chega pela mão da Orquestra do Festival ZêzereArts, contando com os formandos e com os professores Eliot Lawson, Luís Pacheco Cunha, Jorge Alves, Catherine Strynckx e Adriano Aguiar, e dirigida por Brian MacKay, com um alinhamento que inclui obras de Haendel, Beethoven e Schostakovich.

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Santiago do Cacém quer ministra a ver seca no concelho.

Ministra inaugura praia de Beja e visita Central Fotovoltaica Flutuante de Cuba Este na sexta feira.

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A Câmara Municipal de Santiago do Cacém enviou um convite à Ministra da Agricultura, Maria do Céu Albuquerque, para visitar a região de Campilhas e Alto Sado e inteirar-se do cenário dramático que aqui se vive devido à falta água para a rega dos 3800 ha de área beneficiada pelas duas albufeiras.

“Ministra da Agricultura está sexta feira no Alentejo.”

O Presidente da Câmara Municipal de Santiago do Cacém, Álvaro Beijinha, o Presidente da Associação de Regantes e Beneficiários de Campilhas e Alto Sado, Joaquim Matias Chainho, o Presidente da Associação de Orizicultores de Portugal, Carlos Parreira do Amaral, e o Presidente da AlenSado, Cooperativa Agrícola do Sado, Idálio Espada, manifestam a sua preocupação com os 1150 ha de arroz, os 950 ha de milho, os 350 ha de tomate, os 550 ha de prados e forragens, os 200 ha de hortícolas e 600 ha de outras culturas que não vão ser efetuadas, “com claro prejuízo para os agricultores e para a economia regional e nacional”, sublinha a missiva.

A carta enviada à Governante, assinada pelo Autarca em nome das entidades preocupadas com esta realidade, refere que “a dimensão do problema é grave, pois aqui incluem-se alguns sectores que asseguram a autossuficiência alimentar do País e que contrariam o défice estrutural da balança agroalimentar, por via das exportações.

Em termos regionais são mais de sete milhões de euros que deixam de vir para a região.” Reconhecendo que as ligações à Barragem do Alqueva permitem a rega de 3000 ha com água proveniente desta albufeira, com perspetivas de aumento através da nova ligação que será concretizada no próximo ano e que vai permitir regar mais 600 ha.

“Neste cenário surge um contraste gritante entre um bloco de rega que está a trabalhar em pleno, com uma enorme dinâmica e vitalidade, ao mesmo tempo que a restante área e os restantes agricultores não têm qualquer água para rega”, prossegue o convite.

Com o intuito de dar a conhecer as dificuldades que a região de Campilhas e Alto Sado está a atravessar, o Presidente da Autarquia e as restantes entidades solicitam a atenção da Ministra Maria do Céu Albuquerque para que numa visita ao terreno se possa inteirar da situação e, desta forma, contando com o apoio do Ministério da Agricultura, encontrar-se soluções para o futuro.

Álvaro Beijinha, em declarações, espera que, durante a deslocação da Ministra da Agricultura à região, seja possível “discutir medidas de apoio para estes agricultores que estão a viver uma situação complicada e a própria associação de regantes, que vive da venda da água e tem um conjunto significativo de trabalhadores, atravessa grandes dificuldades. Estas são matérias determinantes para o futuro da agricultura no nosso Concelho.”

De sublinhar que apesar de um ano em que a precipitação foi relativamente abundante em quase todo o território nacional, esta região encontra-se numa situação de escassez de água, o que é um claro reflexo dos efeitos das alterações climáticas.

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