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Aljustrel começou a fazer máscaras e vai produzir um novo tipo de viseira

A doação tem sido feita a IPSS, centros de saúde, bombeiros, GNR e entidades públicas e regionais.

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Depois de já ter distribuído 800 viseiras por várias entidades locais e regionais, a Câmara Municipal de Aljustrel deu início a uma nova fase no que diz respeito à produção de equipamentos de proteção individual essenciais ao combate à pandemia provocada pelo COVID-19.

Neste momento, a autarquia começou a produzir máscaras faciais que estão a ser costuradas por um grupo de voluntários locais e elementos da Universidade Sénior de Aljustrel (USA).

A produção de máscaras faciais centra-se, assim, na criação em TNT (Tecido Não Tecido) e, numa primeira fase, serão utilizados 30 metros deste material, bem como vários metros de elástico, que foram doados à Câmara Municipal de Aljustrel por uma empresa local, a Boutique da Moda.

Relativamente à produção de viseiras, vai enveredar-se agora, nesta nova fase, por uma nova forma de produção, recorrendo-se à máquina de corte laser, por a autarquia dispor de todas as condições no seu Centro d’Artes, e por conseguir, através desta técnica, aumentar em muito a sua produção e, consequentemente, a sua contribuição para a sociedade em que se insere, nomeadamente através da doação que tem estado a efetuar a IPSS, centros de saúde, bombeiros, GNR e entidades públicas e regionais.

O objetivo é alargar a produção própria do Município de Aljustrel e colaborar ainda mais para a produção de equipamento individual de proteção que, neste momento particular, é essencial a diversos profissionais, e em diversos setores, desde hospitais a instituições de solidariedade social.

O design desta nova viseira de rosto foi cedido, gratuitamente, pela empresa aljustrelense Rectângulo Vermelho, que o desenvolveu e que, desde a semana passada, está a produzir este tipo de equipamento de proteção para o mercado nacional e até internacional.

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Marcos informativos em Alcáçovas na EN2

75 anos da EN2 celebrados com a colocação de totens

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75 anos da EN2 celebrados com a colocação de totens em Alcáçovas

“A velha e histórica EN2”

Para assinalar os 75 anos da EN2 foram instalados totens (marcos informativos) nas duas entradas da vila de Alcáçovas atravessadas pela Estrada Nacional, numa iniciativa da Associação de Municípios da Rota da Estrada Nacional 2, a que o Município de Viana do Alentejo aderiu.

Recorde-se que a EN2, com uma extensão de 739 kms, atravessa 11 distritos e 35 concelhos e tem paragem obrigatória ao km 551, na freguesia de Alcáçovas, onde, para além da uma visita ao Paço dos Henriques onde é possível carimbar o passaporte, é imperativo apreciar um dos ofícios tradicionais do concelho, o fabrico de chocalhos, classificado em 2015 como Património Cultural Imaterial com Necessidade de Salvaguarda Urgente, pela Unesco.

Para além de ligar o norte ao sul, de Chaves a Faro, a EN2 constituí uma importante rota turística que atrai cada vez mais turistas que têm a oportunidade de conhecer de perto o interior do país com realidades, paisagens, património, saberes e sabores diversificados.

De salientar que o Município de Viana foi um dos fundadores da Associação de Municípios da Rota da Estrada Nacional 2, criada no final de 2016, com o intuito de explorar as potencialidades de cada concelho, bem como promover, junto de quem a percorre, a identidade e o património na sua diversidade de costumes, gastronomia e paisagens.

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