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Economia

Boeing quer mais ‘500 engenheiros’ para Évora

Estas perspetivas positivas abarcam igualmente os fornecedores das fábricas de Évora da Embraer.

Amilcar Matos

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O ministro da Defesa, João Gomes Cravinho, disse ao Jornal Económico que abordou com o vice-presidente da Boeing, Marc Allen, no Paris Air Show, os projetos norte-americanos para as fábricas alentejanas. ”Querem mais 500 engenheiros”, diz.

A compra da brasileira Embraer pelos norte-americanos na Boeing trará novos projetos e uma maior dinâmica às fábricas de Évora que produzem componentes para aviões. Esta foi a perspetiva transmitida ao ministro da Defesa, João Gomes Cravinho, no encontro que manteve com o vice-presidente da Boeing, Marc Allen, na 53ª edição do certame Paris Air Show, o salão internacional da aeronáutica que se realiza no aeroporto de Le Bourget entre 17 e 23 de junho. Se os reguladores não colocarem objeções à compra da Embraer pela Boeing, as fábricas portuguesas deverão aumentar a intensidade de laboração, o que inclui a reavaliação do futuro das OGMA. O próprio projeto das fábricas de Évora poderá ter um reforço a pensar no aumento da produção de componentes destinados a novos modelos.

O atual enquadramento industrial português “é adequado à captação de novos projetos do cluster aeronáutico, embora o processo de decisão de um novo investimento não seja imediato, pois implica sempre decisões que levam algum tempo a maturar”, refere o ministro.

Mesmo assim, as perspetivas de negócios são muito boas porque a fileira existente em Portugal permite ganhos de escala entre os vários fornecedores instalados no mercado nacional. De imediato, Portugal tem o conforto de saber que os maiores construtores mundiais, a Airbus e a Embraer, compram componentes para os seus aviões às unidades fabris do sector existentes em Portugal.

O mais relevante, segundo João Gomes Cravinho é que “Portugal não existia no radar da Boeing e agora, de repente, a Boeing começa a pensar no futuro das fábricas que passa a ter na Europa”, num momento em que a única fábrica direta que montou foi a do Reino Unido, que agora está debaixo do fogo do Brexit.

Isto significa que “Portugal será o único país europeu onde a Boeing deverá apostar forte na produção industrial – nas unidades da Embraer em Évora e nas oficinas das OGMA – assim que tenha a aprovação da compra da Embraer pelo regulador”, admite o ministro, porque “já há indícios muito positivos que permitem prever um aumento da produção e do número de postos de trabalho, e isso será esclarecido ainda antes do fim do ano”.

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A primeira garrafa 100% reciclada e reciclável do mundo tem azeite de Moura

É uma novidade a nível mundial e faz com que o Azeite de Moura DOP BIO 750 ml passe a ser comercializado na primeira garrafa reciclada e reciclável

Rádio e Televisão do Sul | TDS

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A Cooperativa Agrícola de Moura e Barrancos acaba de lançar o Azeite de Moura DOP BIO (750 ml) na “primeira garrafa do mercado 100% reciclada e 100% reciclável”

Segundo Henrique Herculano, diretor de marketing da Cooperativa, “a tradicional embalagem é normalmente apenas um meio para que as empresas levem os seus produtos até aos consumidores.  No entanto, esta embalagem raramente é reutilizada ou reciclada, acabando por ser descartada.

A Cooperativa Agrícola de Moura e Barrancos optou pela utilização de embalagens recicladas, garantindo que o material das nossas novas garrafas não foi descartado, mas sim reconvertido em novas embalagens, tão seguras na proteção do azeite quanto sustentáveis”.

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