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Bloco de Rega de Viana do Alentejo já em construção. – TDS Radio e Televisão do Sul
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Agricultura

Bloco de Rega de Viana do Alentejo já em construção.

Uma infraestrutura que vai beneficiar uma área com cerca de 4 600 hectares.

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Já se encontra em obra a mais recente infraestrutura de rega de Alqueva.

“Trata-se do bloco de rega de Viana do Alentejo, localizado no distrito de Évora, uma infraestrutura que vai beneficiar uma área com cerca de 4 600 hectares.”

Deste projeto fazem parte a instalação de 36 quilómetros de condutas, 11 dos quais são adutores principais e 25 de redes de rega.

Este novo bloco de rega terá ainda cerca de 2 km de redes viárias e de 31 hidrantes que servem 91 bocas de rega.

Esta infraestrutura de rega insere-se no projeto de expansão do Empreendimento de Fins Múltiplos de Alqueva enquadrado pelo Plano Nacional de Regadios.

Recorde-se que Alqueva já equipa cerca de 120 mil hectares com infraestruturas de rega, tendo iniciado a segunda fase para instalação de mais cerca de 50 mil hectares, totalizando em 2023 uma área beneficiada de 170 mil hectares.

Nesta data estão em curso as empreitadas de rega dos blocos de Évora, Cuba/Odivelas e Viana do Alentejo, envolvendo mais de 10 mil novos hectares de regadio.

Agricultura

Quercus e GNR falam em abate ilegal de 3 mil árvores em Monforte.

Veja as declarações do dirigente da Quercus.

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ICNF ordenou a paragem imediata dos trabalhos de limpeza na herdade de Monforte

“3 mil árvores abatidas em Monforte”

O Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas ordenou “a paragem imediata” dos trabalhos de limpeza na herdade de Monforte que abateu azinheiras.

O ICNF foi informado pelo Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente da GNR sobre a identificação do abate de azinheiras.

A Direção Regional de Conservação da Natureza e Florestas do Alentejo esteve igualmente no local e testemunhou o abate de azinheiras jovens por excesso de densidade, sem autorização, realização de podas de formação e podas de manutenção executadas de forma excessiva”.

Entretanto a Quercus solicitou ao Serviço de Proteção da Natureza e Ambiente da GNR, para fiscalizar com regularidade no sentido de impedir a continuação do corte de azinheiras, assim com das podas abusivas.

A Quercus exige que sejam apuradas responsabilidades sobre a poda e corte ilegal de azinheiras, relembrando que fica proibida a alteração do uso do solo durante 25 anos, o estabelecimento de quaisquer novas atividades, designadamente agrícolas, industriais ou turísticas, conforme legislação aplicável.

Veja as declarações de José Janela da Quercus.

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