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Economia

Beja vai ter mais 250 militares da Força Aérea Portuguesa.

Militares irão residir em Beja com a presença das famílias .

Rádio e Televisão do Sul | TDS

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“Beja é uma cidade que vai beneficiar bastante do investimento da Força Aérea” Portuguesa (FAP) “durante os próximos anos”, destacou o ministro, durante uma visita à BA11.

” Beja vai ser sede dos KC-390 “

O ministro da Defesa anunciou hoje em Beja que “os grandes KC-390”, que Portugal acordou comprar à construtora aeronáutica brasileira Embraer, para substituir os Hércules C-130, vão “aterrar” em Beja.

“É uma decisão recente por parte da Força Aérea, de alterar a base pensada inicialmente do Montijo – a Base Aérea N.º6 – para Beja” ser “sede dos KC-390”, adiantou.

O governante lembrou que “há vários meios que estão a ser transferidos para Beja”, como a Esquadra dos aviões Épsilon, usados para instrução elementar e básica de pilotagem, cuja mudança da Base Aérea N.º 1 de Sintra para a BA11 já tinha sido anunciada.

O que “significa que mais uma centena de militares (dos KC-390) com as suas respetivas famílias virão para Beja”, congratulou-se o ministro da Defesa, resumindo as alterações que a BA11 vai sofrer, no global, graças às novas esquadras que vai acolher:

“Na totalidade teremos qualquer coisa como 200 ou 250 militares com as respetivas famílias a instalarem-se” nesta cidade alentejana.

Economia

Encerramento da Central de Sines antecipada para Janeiro de 2021

Foi acordada uma reunião, a realizar com carácter de urgência, entre todas as entidades que possam contribuir para a elaboração de medidas de política pública que minimizem os impactos sociais e económicos.

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Nuno Mascarenhas reuniu-se com administração da EDP Produção

“…encontrar soluções que minimizem os impactos que o encerramento da central termoelétrica de Sines, anunciada para janeiro de 2021.”

O presidente da Câmara Municipal de Sines, Nuno Mascarenhas, reuniu-se esta manhã com a EDP Produção para encontrar soluções que minimizem os impactos que o encerramento da central termoelétrica de Sines, anunciada para janeiro de 2021, poderão vir a ter na região.

Nessa reunião estiveram presentes Miguel Mateus, administrador da EDP Produção, João Amaral, diretor da Central de Sines, e Adília Pereira, diretora de Recursos Humanos da empresa.

Durante a reunião o presidente da Câmara teve ainda a oportunidade de falar com o CEO da EDP Produção, Miguel Setas, que demonstrou total abertura por parte da empresa na procura de soluções.

Nuno Mascarenhas tem estado em contacto com diversas entidades, nomeadamente sindicatos, Instituto de Emprego e Formação Profissional, Instituto de Segurança Social, Secretaria de Estado da Energia, com o objetivo de serem discutidas as medidas de mitigação dos impactos do encerramento da central termoelétrica.

“Os trabalhadores da EDP e os sinienses sabem o empenho que a Câmara Municipal tem colocado na defesa dos seus interesses e da estabilidade económica e social desta comunidade. É necessário salvaguardar o futuro de centenas de trabalhadores, não só dos que operam diretamente na central, mas também de muitos outros, que trabalham nos setores de atividade que lhe estão associados”, referiu o autarca.

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