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Beja tem a internet mais rápida no Alentejo e Portalegre a mais lenta.

A Deco Proteste analisou os valores médios de ‘download’ (descarregamento) de todos os 18 distritos e das Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira, verificando que é no Norte e no Centro que se encontra a maior diferença.

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Braga é o distrito onde a Internet móvel atinge maior velocidade em todo país, com uma velocidade média de download de 28,1 Megabits por segundo (Mbps), revela um estudo da Deco Proteste.

A Deco Proteste analisou os valores médios de ‘download’ (descarregamento) de todos os 18 distritos e das Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira, verificando que é no Norte e no Centro que se encontra a maior diferença.

Braga (28,1 Mbps), Guarda (21,8 Mbps), Beja (21,2 Mbps) e Lisboa (20,8 Mbps) são os distritos onde a velocidade média de ‘download’ é maior.

Por seu lado, Vila Real (10 Mbps), Santarém (10 Mbps), Portalegre (10 Mbps) e Coimbra (10,7 Mbps) são os que apresentam menor velocidade.

No Alentejo e no Algarve, verifica-se que Évora conta com uma velocidade média de 18,9 Mbps, Setúbal de 18 Mbps e Faro de 18 Mbps.

A Deco Proteste examinou ‘smartphones’ de cerca de 35 mil utilizadores que utilizaram a aplicação QualRede, que informa sobre qual é a operadora – Vodafone, MEO e NOS – que fornece melhor internet móvel.

A publicação descreveu ainda que já foram feitas medições para 112 dos 308 concelhos que estão detalhadas no mapa de velocidade, na internet.

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Educação

Apresentado supercomputador que faz 239 milhões de milhões de operações por segundo

A Universidade de Évora inaugurou o Supercomputador Oblivion, adquirido para a infraestrutura de investigação ENGAGE SKA ‐ “Enabling Green E‐science for the SKA Research Infrastructure”.

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Foto: TDS (direitos reservados)

Inauguração do Supercomputador Oblivion

Hoje, a Universidade de Évora apresentou o Supercomputador Oblivion, adquirido para a infraestrutura de investigação ENGAGE SKA ‐ “Enabling Green E‐science for the SKA Research Infrastructure”.

O Supercomputador Oblivion foi adquirido para apoiar no processamento de volumes massivos de dados (da ordem dos Petabytes, o equivalente a milhões de Gigabytes), resultantes das diversas atividades de investigação e inovação, desenvolvidas em Portugal e enquadradas no âmbito do design, da prototipagem e operação do radiotelescópio

Square Kilometre Array (SKA) e dos seus eventuais percursores. Para estas atividades do ENGAGE SKA estão reservados 50% do tempo de CPU do Oblivion, sendo os restantes 50% utilizados pela comunidade científica e empresas no âmbito da Rede Nacional de Computação Avançada (FCT/FCCN).

Através do processamento paralelo, por via da utilização de centenas a milhares de cores de computação a trabalharem em simultâneo num único problema, o supercomputador permite por um lado, tratar, analisar e obter informações a partir de volumes massivos de dados, mas também efetuar simulações numéricas em vários domínios da ciência (por exemplo, a evolução do Universo após o Big Bang, buracos negros, formação e evolução de planetas, desenho de novos materiais ou medicamentos).

A máquina, que estará em produção ininterruptamente 24 horas, 7 dias por semana, exceto nos períodos de manutenção, permite, ainda, testar e executar aplicações paralelas para variados cenários de ciência e inovação, podendo envolver a monitorização e recuperação de incêndios, previsões da evolução do clima, a optimização da utilização dos transportes públicos e do tráfego, a melhoria da eficiência no abastecimento energético via diversas fontes renováveis, fábricas inteligentes ou agricultura de precisão.

O Oblivion, fornecido pelas empresas Informantem, S.A e Hewlett Packard Enterprise (HPE), é constituído por nós de computação, de gestão e de storage, possuindo ainda três redes de comunicação internas (uma rede de computação infiniband e duas redes de gestão).

O ENGAGE SKA, consórcio de sete instituições portuguesas, liderado pelo Instituto de Telecomunicações (IT) de Aveiro e integrando as Universidades de Évora, Aveiro, Porto e Coimbra, o Instituto Politécnico de Beja e a Associação RAEGE Açores, é a interface da comunidade científica nacional ao SKA, um projeto global que, a uma escala sem precedentes, envolve cientistas e engenheiros integrados em mais de 100 instituições de 21 países na preparação da construção do maior radiotelescópio do mundo. O SKA irá abranger uma área com um milhão de metros quadrados para a recolha de dados através de milhares de radiotelescópios, o que exigirá avanços radicais no processamento de dados, na velocidade de computação e na infraestrutura tecnológica.

Com um financiamento global na ordem dos 4 milhões de Euros, atribuído pela Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT) através do Programa COMPETE 2020, o ENGAGE SKA pretende responder aos desafios do SKA, em linha com um dos eixos principais do programa Portugal INCoDe.2030 (Iniciativa Nacional Competência Digitais e.2030): a supercomputação.

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