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Agricultura

Seca avança no Alentejo. Guadiana e Sado com níveis mais baixos.

Bacias hidrográficas no Alentejo com níveis mais baixos e toda a regi\ao em seca extrema ou severa

Rádio e Televisão do Sul | TDS

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Em sete das 12 bacias hidrográficas, o volume de armazenamento é inferior ao habitual.

Este ano choveu em média 74 por cento do que é habitual, pelo que as barragens encontravam-se abaixo dos níveis normais no final do mês de julho.
É o que acontece no, Tejo, Guadiana,, Sado, Mira e Barlavento.

No final de julho, a bacia do Sado era a que apresentava níveis mais baixos, com apenas 40,8% da capacidade total. Segue-se a bacia do Barlavento algarvio 45,5%) e a bacia do Arade (47,4%).

De acordo com o último boletim climatológico do Instituto Português do Mar e da Atmosfera a seca já chegou a todo o território de Portugal continental.

Em julho, estava todo o território em seca extrema (9,5%), severa (28,3%), moderada (33%) e fraca (29,2%).

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Agricultura

APORMOR responsabiliza governo pela inviabilidade de explorações agrícolas

Em causa o comunicado do dia 9 de Dezembro da Ministra da Agricultura, onde é deixado à escolha dos agricultores a decisão de optarem por uma única medida Agro-Ambiental na candidatura do Pedido Único de 2020.

Rádio e Televisão do Sul | TDS

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A Associação de Montemor o Novo responsabiliza o governo e a ministra da agricultura pela “inviabilidade económica e financeira de inúmeras explorações agrícolas e pelo agravamento do despovoamento do mundo rural.”

A APORMOR considera que “esta decisão rompe com os compromissos assumidos no atual Quadro Comunitário de Apoio (QCA), que deveriam continuar até à definição do próximo QCA, e é uma opção puramente economicista e até incongruente com o programa do Governo, que se compromete em «promover uma agricultura resiliente» e a «adotar medidas de gestão e conservação do solo, a apostar em pastagens permanentes semeadas e melhoradas, a apoiar e dinamizar a silvopastorícia extensiva»”, refere em comunicado.

“A Associação de Produtores de Bovinos, Ovinos e Caprinos da Região de Montemor-o-Novo adianta que os agricultores não têm culpa que, por responsabilidade exclusiva dos decisores políticos, as negociações da nova Política Agrícola Comum estejam paradas”.

Referem igualmente a dificuldade que existe, desta forma, em “planear o futuro enquanto não forem definidas as novas linhas de orientação sobre as componentes ambiental e produtiva.”

Em comunicado enviado à TDS a APORMOR refere que irá enviar uma carta à ministra da agricultura  a expor todas a situação. A nota termina com a ‘esperança’ de que o governo “reconheça o erro desta decisão e que o corrija a tempo, em nome da sustentabilidade da agricultura e do território rural”, conclui.

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